Sinalização digital
com Android TV
Android TV e a escolha preferida para instalações profissionais de sinalização digital. Mais estabilidade e controle.
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Digital Signage
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Qualquer Smart TV Android, Google TV ou box Android conectado ao HDMI.
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Va para player.digisini.com. Sem app adicional.
Vincula e faz a gestão
Insere o PIN no painel. Faz a gestão do conteúdo pelo telemóvel.
A partir de
9€ por mês
Plano gratuito no primeiro ecrã. Planos pagos a partir de 9€/mês.
Android TV:
o feito para ficar sempre ligado
Se o ecrã nunca se desliga, é este o aparelho a escolher.
O Chrome vem de origem
Android TV — seja uma box de 35 €, uma Nvidia Shield ou uma TV com Android TV integrado — traz Play Store e Chrome. Abres o Chrome, vais a player.digisini.com, introduzes o PIN. Nada para instalar pela porta dos fundos, nenhum truque.
Porque é o mais fiável em 24/7
Estes aparelhos foram feitos para ficar ligados. Aguentam os reinícios diários, relançam as apps de forma limpa e não empurram para a frente uma loja cheia de anúncios como faz o ecrã inicial de um Fire Stick. Para uma sala de espera ou uma montra ligada doze horas por dia, todos os dias, essa diferença nota-se ao longo dos meses.
Box ou integrado?
Uma box Android TV separada é mais fácil de controlar do que o software próprio de uma Smart TV, e move-la para outro ecrã em segundos. Se a tua TV já tem Android TV integrado, não precisas da box: abre o Chrome dela e introduz o PIN.
Alternativas mais baratas: um Fire Stick (~35 €, navegador Silk) ou um Chromecast com Google TV. As box Android TV ganham quando o ecrã fica ligado o dia todo.
Android TV é uma categoria, não um produto
e o sítio onde a caixa fica decide mais do que o modelo
Com o mesmo nome vendem-se aparelhos de trinta e de duzentos euros. Mas antes de comparar processadores vale a pena resolver uma coisa que não aparece em nenhuma especificação e explica a maior parte das avarias.
Um móvel fechado é a pior escolha possível
Uma caixa fechada acumula calor de outra maneira do que uma pen ligada atrás do televisor: tem mais volume interior e nenhuma ventilação forçada. Dentro de um móvel, qualquer modelo acaba por se reiniciar sozinho ao fim de uns meses; num sítio arejado, o mais barato aguenta anos. É a variável que melhor explica por que razão dois negócios com o mesmo aparelho contam histórias opostas — e a única desta lista que se resolve mudando o aparelho de sítio e não comprando outro.
A tomada de rede é o verdadeiro motivo para escolher uma caixa
Ao contrário de uma pen, uma caixa costuma ter porta Ethernet, e numa loja é a diferença útil: o wi-fi está partilhado com o terminal de pagamento, a caixa registadora, os telemóveis da equipa e às vezes os dos clientes. Na hora de ponta isso nota-se, e nota-se precisamente quando o ecrã mais importa. Um cabo de dois euros retira uma variável em vez de melhorar um desempenho.
Certificada ou não, e o que falta quando não é
As caixas sem certificação chegam sem loja oficial de aplicações, sem atualizações de segurança e sem garantia de que aquilo que hoje funciona ainda abra daqui a um ano. A diferença de preço para uma certificada conta-se em dezenas de euros e a diferença em exploração conta-se em anos. Ao comparar duas fichas, essa palavra pesa mais do que qualquer número de memória escrito por cima.
O único indicador que se aguenta
Duas caixas com o mesmo processador, a mesma memória e o mesmo preço comportam-se de forma diferente ao fim de seis meses, e na embalagem não há nada que as distinga. O que funciona como critério é outra coisa: se o fabricante publicou uma atualização de sistema no último ano. Verifica-se no site dele num minuto, não custa nada, e separa os aparelhos que no próximo ano ainda funcionarão daqueles que deixaram de receber seja o que for na semana a seguir à venda.
O aparelho é da empresa.
A conta com que foi configurado é quase sempre de uma pessoa
Para pôr uma caixa destas a funcionar é preciso iniciar sessão numa conta. Em nove instalações em cada dez essa conta é a de quem fez a instalação — o sobrinho que percebe de computadores, o funcionário que se ofereceu, o técnico que passou uma tarde. Ninguém decidiu que fosse assim: era a conta que estava aberta no telemóvel de quem estava ali naquele momento, e o aparelho ficou a funcionar, que era o objetivo.
O problema não aparece nesse dia nem no mês seguinte: aparece dois anos depois e sempre no pior momento. A pessoa mudou de emprego, ou mudou a palavra-passe, ou simplesmente já não se lembra. A partir daí não se instala nem se atualiza nada, e ninguém no edifício consegue resolver sem ela. O ecrã continua a passar conteúdo — o que faz com que o assunto seja adiado — até ao dia em que uma aplicação precisa de ser reinstalada e a única saída é apagar tudo e começar do princípio.
A correção custa dez minutos e faz-se antes, nunca depois. Uma conta criada para a empresa, com um nome que diga o que é, e a palavra-passe guardada onde a empresa guarda as tuas credenciais — não num papel dentro do móvel da televisão. E, sobretudo, com a recuperação apontada para algo institucional: um email da casa e, se houver segundo fator, um número que continue a existir daqui a três anos. É esse detalhe que costuma falhar, porque o segundo fator fica quase sempre no telemóvel pessoal de quem configurou.
Convém separar isto da conta do serviço, que é outra coisa e tem outro remédio. A conta de faturação e de administração do painel também costuma ficar em nome de uma pessoa, e isso resolve-se do lado administrativo — com um email da casa como dono e mais do que uma pessoa com acesso. A conta do aparelho é um problema diferente e mais silencioso: não impede ninguém de pagar nem de entrar no painel, impede apenas de instalar e atualizar o que está pendurado na parede. Por isso passa despercebida durante anos e por isso não se resolve no mesmo sítio.
Com toda a honestidade: nós não gerimos contas Google nem temos acesso às tuas — só ao painel que tu crias connosco. Dizemos isto porque é o problema que mais vezes vemos em instalações com dois ou três anos, e o único que custa dez minutos a evitar e um dia inteiro a resolver.
Perguntas frequentes
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