Sinalização digital
para o seu setor
Cada ofício comunica de forma diferente. Escolha o seu e veja os modelos, os horários e os fluxos já preparados.
Restauração10
Comércio e retalho22
- Boutiques de luxo
- Brechós
- Dispensários de cannabis medicinal
- Eletrodomésticos
- Floriculturas
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- Supermercados
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Saúde10
Beleza e bem-estar7
Desporto e fitness5
Hotéis e turismo5
Serviços profissionais11
Automóvel4
A pergunta que decide
é quem vai mexer na tela
A lista está organizada por ramo, mas o que separa de verdade estas páginas não é o que você vende. É quem vai atualizar o conteúdo na segunda-feira de manhã — e essa resposta muda tudo o que vem depois.
Na prática existem três respostas, e cada uma pede um tipo de montagem diferente:
- Você mesmo, dono do negócio. É o caso mais comum e o mais fácil de resolver: quanto menos passos, melhor. Uma playlist só, alterada pelo celular entre um cliente e outro. Qualquer coisa que exija sentar no computador não vai acontecer.
- Um funcionário do balcão. Aqui a montagem tem que aguentar rotatividade. Vale a pena deixar modelos prontos onde só se troca o texto e o preço, para que a pessoa que entrar mês que vem consiga usar sem treinamento.
- Ninguém, na prática. Acontece mais do que se admite. Se não há quem atualize, a tela precisa de conteúdo que não vença: institucional, horários, serviços. Uma promoção esquecida em setembro é pior do que tela desligada.
Duas padarias idênticas com respostas diferentes precisam de configurações diferentes, e é isso que as páginas de ramo trazem prontas. Se o seu negócio cabe em duas categorias, abra a que descreve melhor quem vai mexer, não a que descreve melhor o que você vende.
Nada disso prende você. Os modelos de qualquer ramo funcionam em qualquer conta e trocam quando quiser: a página de setor é um ponto de partida com o trabalho pronto, não uma etiqueta.
Em alguns setores a informação da vitrine
não é uma escolha de comunicação, é uma obrigação
Preço à vista, alérgenos, horário afixado, as informações obrigatórias ao consumidor: dependendo da atividade, parte do que está na porta está ali porque tem de estar. Isso muda a pergunta — deixa de ser «o que eu quero mostrar» e passa a ser «o que eu já sou obrigado a mostrar, e como mostro isso bem».
A consequência prática é a mesma em todos esses casos, e é favorável:
- Essa informação já está escrita. Não precisa inventar conteúdo: está num papel na vitrine, muitas vezes mal impresso e desatualizado. Passar isso para um lugar onde se lê e se corrige já é meio caminho.
- É a que os clientes procuram primeiro. Preço e horário são o que quem passa quer saber, sendo obrigatórios ou não. Cumprir e comunicar coincidem.
- E é a que envelhece pior em papel. Um preço afixado desatualizado não é só um problema comercial nesses setores.
Há aqui uma distinção que convém não perder de vista: o suporte que tem de estar sempre visível não deve depender de eletricidade. O que a lei exige afixado continua em papel ou em placa; a tela cuida do que muda — preços do dia, o que acabou, mudanças de horário — e das duas coisas juntas sai uma vitrine em ordem e legível.
Isto não é orientação jurídica e cada atividade tem as suas regras, que convém confirmar. O ponto prático mantém-se seja qual for o detalhe: nos setores regulados, metade do conteúdo da tela já existe e só está mal apresentado — o que torna o começo muito mais curto do que em outros.
Antes de pensar em conteúdo novo, fotografa o que já tens afixado. Em sectores regulados essa fotografia costuma conter mais de metade do que vale a pena mostrar, e a parte difícil — decidir o que dizer — já está feita.
Ou o cliente chega com hora marcada
ou ele decide na calçada — e quase tudo o mais decorre disso
Os setores desta lista parecem muito diferentes entre si, mas na prática se dividem em dois grupos, e o critério não é o produto nem o tamanho: é se a pessoa já tinha decidido antes de sair de casa. As duas situações pedem telas com trabalhos opostos.
Quando há hora marcada — clínica, oficina, cabeleireiro, escritório — quem entra já é cliente e já decidiu. A vitrine não traz ninguém, e a tela útil está dentro:
- o que mais rende é mostrar o que a pessoa não sabia que você faz, porque ela já confia e está sentada;
- e informar a espera, que é a única reclamação real desse tipo de negócio.
Quando o cliente é de passagem — padaria, loja, lanchonete — a decisão acontece em segundos na calçada, e a tela de fora é a que trabalha: preço, o que tem hoje, se está aberto. Dentro, quase não olham.
O erro que custa dinheiro é aplicar a receita de um grupo no outro, e acontece nos dois sentidos: uma clínica que enche a recepção de promoções soa a consultório que precisa vender, e uma padaria que põe a história da casa na vitrine gasta o único espaço que tinha para dizer o preço do pão.
Existe um terceiro caso que não é nem um nem outro e é o mais mal resolvido de todos: o negócio que atende dos dois jeitos. Uma barbearia com agendamento e com fila, uma oficina com orçamento marcado e com quem para para calibrar o pneu. Aí não vale escolher — vale separar por horário, porque os dois públicos também vêm em horas diferentes.
Responda uma pergunta antes de escolher o seu setor nesta lista: das últimas dez pessoas que entraram, quantas tinham hora marcada? Esse número decide se a sua tela vai na vitrine ou na sala.