Sinalização digital
por cidade
Trabalhamos sem instaladores físicos, por isso cobrimos qualquer cidade. Estas têm página própria.
Entre Lisboa e o Funchal
muda pouco, mas nota-se
Esta lista cobre cidades do continente e das ilhas. O que muda entre elas é menos do que parece — mas o pouco que muda nota-se logo no ecrã.
A palavra no ecrã é a de quem lê. No Porto pede-se um fino e em Lisboa uma imperial. Nenhuma das duas está errada, mas um ecrã que ignora isso parece escrito por quem nunca lá esteve. As páginas de cada cidade usam o vocabulário de quem vai ler ali, e não um português médio que não é de lugar nenhum.
O preço nas ilhas. Na Madeira e nos Açores o IVA não é o do continente, e uma lista de preços que veio da sede com os valores de Lisboa é notada na hora. Quem tem lojas no continente e nas ilhas separa os modelos desde o primeiro dia — é meio minuto de trabalho no começo e evita a correção às pressas depois.
O que dá para comprar no sábado. Quem decide a data de estreia é o aparelho, não o software. Chromecast e Fire Stick estão à venda nas duas pontas desta lista, então um ecrã decidido hoje de manhã pode estar ligado hoje à tarde.
O que não muda em lugar nenhum: não vai ninguém instalar nada. É exatamente por isso que existe uma página por cidade mesmo sem escritório lá — e por isso as cidades que faltam nesta lista são atendidas do mesmo modo.
Há quatro coisas iguais
em todas as cidades desta lista e em todas as que não estão
Vale a pena tê-las presentes antes de procurar a página da tua cidade, porque explicam a maior parte dos resultados. O que muda de sítio para sítio ajusta; estas quatro decidem.
São estas, e nenhuma depende da cidade:
- Um segundo e meio. É o tempo que quem passa dedica a uma montra, em qualquer rua do mundo. Determina quanto texto cabe, e é o número que mais vezes se ignora.
- Um centímetro de letra por metro de distância. Uma regra de leitura, não de gosto. A partir dela sai quantas linhas cabem, e quase sempre são menos do que se pensava.
- Alguém tem de mexer. Um nome e um dia da semana. Sem isso, todo o resto — equipamento, conteúdo, programação — deixa de ter efeito ao fim de dois meses.
- O que não muda não precisa de ecrã. Se a informação é a mesma o ano inteiro, um suporte impresso feito com cuidado é melhor e mais barato.
Se estas quatro estiverem resolvidas, a diferença entre fazer isto em Lisboa, no Funchal ou numa vila de dois mil habitantes é pequena. Se não estiverem, nenhuma particularidade local compensa — e é por isso que as páginas de cidade tratam do que se acrescenta por cima, não do que substitui.
O que sim muda por cidade é curto e concreto: o calendário de feriados e festas, o clima e a luz, as regras sobre o que se pode pôr na fachada, e o ritmo da rua. Quatro coisas por cima das quatro de baixo.
Se só tiveres tempo para uma, começa pela terceira. É a única das quatro que não custa dinheiro e a única cuja ausência anula todas as outras.
Duas ruas adiante
já tem alguém que passou por isto e que não é o teu concorrente
Nenhuma página sobre uma cidade sabe o que acontece na tua quadra. Quem sabe é o comerciante que instalou um ecrã há dois anos a duzentos metros, e que não vende o que tu vendes. Essa conversa vale mais do que qualquer comparativo, e quase ninguém a tem.
Quatro perguntas que rendem numa conversa de cinco minutos:
- «Quanto tempo tu levas por semana?» É o número que decide se funciona, e é o único que nenhum fornecedor informa.
- «O que tu tiraste depois do primeiro mês?» Toda a gente começa colocando coisa demais. O que sobrou é o que serve.
- «Alguém já comentou?» Se em dois anos ninguém comentou nada, o ecrã está no lugar errado — e isso é uma informação sobre a rua, não sobre o ecrã.
- «Onde tu compraste o suporte?» A parte chata é sempre local: quem instala, quem tem o cabo, quem atende no sábado.
O motivo de perguntar a quem não compete contigo é simples e vale para qualquer cidade: essa pessoa responde de verdade. E o motivo de perguntar a alguém perto é que os dois compartilham o mesmo passeio, o mesmo horário de movimento e as mesmas obras.
Existe uma troca que sai naturalmente dessa conversa e que costuma valer mais do que a informação: mostrar um ao outro no ecrã. Dois comércios vizinhos e não concorrentes dobram o alcance sem gastar nada, e nenhuma dos dois ecrãs fica com menos espaço para o que importa.
Escolhe um comércio da tua rua que já tenha ecrã e entre para perguntar. Cinco minutos com quem já errou no teu passeio valem mais do que qualquer página sobre a tua cidade — inclusive esta.