Sinalização digital
no Brasil
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Digital Signage
Onde estamos
no Brasil
Rio de Janeiro
Praia e turismo o ano todo: o que vende de manhã não é o que vende às 18h. Ver cidade →
Brasília
Público de escritório e horário rígido: a janela do almoço é curta e concentrada. Ver cidade →
Belo Horizonte
Cidade de tasca: tira-gosto do dia e imperial pedem preço à vista e troca rápida. Ver cidade →
Salvador
Centro histórico e temporada: dois públicos, o de bairro e o que passa uma vez. Ver cidade →
Fortaleza
Sol o ano inteiro e telas em vitrine: brilho e contraste antes de qualquer texto. Ver cidade →
Florianópolis
Alta temporada curta e intensa: em janeiro tudo lota, em junho o público é local. Ver cidade →
Belém
Ver-o-Peso e comida regional: produto que acaba cedo e preço que muda no mesmo dia. Ver cidade →
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A promoção do almoço
não é ao meio-dia em todo lugar
É o erro mais comum de uma rede que cresce a partir de São Paulo: a programação por horário é montada uma vez e enviada para todas as unidades, e nas que estão em outro fuso ela chega errada todos os dias.
O Brasil tem fusos diferentes e hábitos de horário que mudam mais ainda: a hora do almoço, o pico da tarde e a hora em que a rua esvazia não coincidem entre o Sudeste, o Nordeste e o Norte. Duas regras simples resolvem quase tudo:
- O conteúdo é central, o horário é local. A campanha sai uma vez do painel e vale para a rede inteira; a faixa em que cada tela mostra o quê se define na unidade. É a mesma peça exibida na hora que faz sentido em cada lugar.
- Quem confere é quem está lá. Uma tela programado da matriz e nunca vista por ninguém da unidade mostra conteúdo fora de hora por semanas sem que ninguém reclame — porque quem vê não sabe o que deveria estar.
Há um segundo ponto que é bem brasileiro e rende bastante em uma tela: o Pix. Mostrar o QR de pagamento na tela do balcão tira do papel um adesivo que costuma estar amassado, permite trocá-lo sem reimprimir nada e evita a foto do celular de outra pessoa. É um uso que quase nenhum fornecedor de fora do país considera, e que aqui é rotina.
A verificação que uma rede deveria fazer uma vez por mês e quase nenhuma faz: pedir a uma pessoa de cada unidade uma foto da tela às duas da tarde. Em cinco minutos aparece qual unidade está mostrando o almoço às quatro.
A pessoa está na sua frente
e ao mesmo tempo olhando o preço de outro lugar no celular
Não é uma ameaça nova nem se resolve escondendo o preço: acontece de qualquer jeito, e acontece ali, com o produto na mão. O que muda é que a decisão deixa de ser entre você e a loja da esquina, e passa a ser entre você e uma tela pequena que mostra um número sem contexto.
O número da internet vem sem três coisas, e essas três são suas:
- O prazo. Hoje contra dez dias é a diferença que mais converte, e é a que o preço de tela nenhuma informa.
- O frete e o que acontece se der errado. Trocar algo comprado longe é uma tarde; trocar aqui é atravessar a rua.
- E o que está incluído. Instalação, ajuste, garantia local. Soma tudo isso numa comparação de dois números e o seu fica sozinho.
Por isso o conteúdo que funciona nessa situação não é o preço mais baixo: é o preço com o que ele carrega ao lado. Escrito, na tela, sem depender de alguém estar livre para explicar — porque a comparação está acontecendo em silêncio e não vai virar uma pergunta.
Existe uma tentação que sai cara e vale nomear: tirar o preço da vitrine para evitar a comparação. Não evita nada — a pessoa compara igual, só que sem o seu número na conta. O único efeito é perder quem não entrou porque supôs caro.
Pega o seu produto mais vendido e escreve ao lado do preço uma linha com o prazo e a garantia. É a informação que a comparação no celular não tem, e é grátis colocar.
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frequentes
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