O portfólio do teu estúdio,
sempre no ecrã
O cliente entra sem saber qual tatuador combina com o que ele quer. No ecrã ele vê o portfólio de cada um — realismo, fineline, blackwork — e escolhe antes mesmo de sentar para conversar. Tu sobes o flash do mês e os cuidados pós-tatuagem pelo telemóvel, sem reimprimir folheto nem repetir tudo a cada atendimento.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h
Portfólio por artista · guest neste fim de semana
O que tu colocas no ecrã
desde o primeiro dia
Modelos prontos para o estúdio de bairro e o estúdio com vários tatuadores.
Portfólio por tatuador e estilo
Realismo, fineline, blackwork, tradicional, lettering. O cliente vê o trabalho de cada tatuador em loop e escolhe com quem agendar pelo estilo. É o que mais fecha agenda: a decisão é tomada olhando, não perguntando.
Flash do mês e tabela
Desenhos flash disponíveis a preço fechado, sessão a partir de 80 €, mínimo 50 €, sinal de reserva. Tu trocas o flash todo mês pelo telemóvel, sem reimprimir a folha colada no balcão.
Cuidados pós-tatuagem e regras
Os cuidados passo a passo em loop, as regras de higiene e a idade mínima. Reduz as perguntas repetidas e passa a seriedade que um cartaz plastificado não passa.
Guests, convenções e o teu Instagram
O guest que vem neste fim de semana, a convenção do mês e o teu Instagram com um QR para o teu perfil em loop. Tu preenches os buracos da agenda e transforma quem passa em seguidor.
O plano que o teu
estúdio precisa
Estúdio pequeno com um ecrã na receção: Starter 9 €/mês. Estúdio com ecrã de receção (portfólio) mais ecrã por cabine: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Estúdio grande com várias cabines e piercing: Business 59 €/mês. Rede com vários endereços: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste, sem cartão.
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Onde vai o ecrã
no estúdio de tatuagem
Um estúdio de tatuagem vende com o portfólio e se apoia na confiança. Cada ecrã trabalha uma dessas duas frentes, do estilo à higiene.
Sala de espera
O portfólio por tatuador e por estilo — realismo, old school, blackwork, oriental, fineline — e os antes e depois mostrados com o consentimento. Quem espera ou avalia uma tatuagem escolhe o tatuador pelo estilo: ver o trabalho de cada um o ajuda a escolher o certo para ideia que tem em mente.
Estação
O trabalho em andamento (com o consentimento do cliente), o tatuador e o seu processo. Mostrar o tatuador em ação comunica a habilidade dele de forma direta, e transforma a estação numa montra viva do nível do estúdio.
Zona de higiene e certificações
Os protocolos de esterilização, as agulhas descartáveis, as certificações e as regras de biossegurança. A tatuagem é um ato que marca a pele, e mostrar que tu trabalhas de forma impecavelmente higiênica dá a confiança que o cliente procura num setor onde o medo do risco é real.
Zona de cuidado
As instruções para o cuidado pós-tatuagem: a cicatrização, os produtos, o retoque. O cliente sai sabendo como cuidar bem da tatuagem, que é o que garante o resultado, reduz os problemas e o traz de volta para próxima.

O portfólio vende o tatuador,
a higiene dá a confiança
Um estúdio de tatuagem vive do talento dos teus artistas e da confiança do cliente. O ecrã mostra o trabalho e comunica a segurança, com o consentimento sempre em primeiro plano.
Escolhe-se o tatuador pelo estilo. Quem quer uma tatuagem tem uma ideia e procura o artista capaz de realizá-la no estilo certo — um realismo, um blackwork, um oriental. Um portfólio por tatuador e por estilo no ecrã ajuda o cliente a escolher o certo para a sua ideia, e a se decidir vendo trabalhos reais. É o talento dos teus artistas tornado visível, e é o que vende num estúdio onde cada um tem a sua mão e o seu público.
A higiene é a confiança num setor delicado. A tatuagem marca a pele, e o medo do risco — a infecção, a agulha não esterilizada — é real no cliente. Mostrar os protocolos de esterilização, as agulhas descartáveis e as certificações comunica que tu trabalhas de forma impecável, e derruba esse medo. Num setor onde a confiança é tudo, mostrar a segurança te distingue do estúdio improvisado e tranquiliza o cliente antes mesmo de ele se sentar.
O cuidado pós fideliza e protege o resultado. Uma tatuagem bem-sucedida depende também de como cicatriza, e um cliente que não sabe cuidar dela arrisca estragá-la — e culpar tu. Mostrar as instruções para o cuidado pós-tatuagem, os produtos e o retoque garante o resultado, reduz os problemas e transmite profissionalismo. O cliente satisfeito com a primeira tatuagem volta para próxima e conta para os amigos, que neste setor é o melhor marketing.
Com toda a franqueza: não gerimos a tua agenda nem publicamos no Instagram por ti, e os trabalhos dos clientes se mostram só com o consentimento deles. O ecrã mostra o portfólio, a higiene, o cuidado e os conteúdos que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; os agendamentos continuam no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que vende o artista e comunica a confiança.
A foto que trazes é de há uns anos.
E há cores nessa foto que hoje já não se fazem da mesma maneira
Desde 2022 as regras europeias sobre o que pode entrar numa tinta de tatuagem mudaram, e vários pigmentos — sobretudo em azuis e verdes — deixaram de poder ser usados nas formulações antigas. Para o estúdio isto é uma alteração técnica que já foi absorvida. Para quem chega com uma imagem guardada no telemóvel há três anos, é uma diferença que ninguém explicou, e que só aparece no dia em que a peça está a ser feita — que é o pior momento possível para descobrir que aquele verde não vai ficar exatamente assim.
Dizê-lo antes não afasta clientes: afasta o problema. Uma pessoa que sabe de antemão que a paleta mudou escolhe com essa informação e fica satisfeita com o resultado; a mesma pessoa, informada no meio da sessão, sai com a sensação de que lhe venderam uma coisa e lhe deram outra — e essa sensação vai para a avaliação, independentemente da qualidade do traço. É a diferença entre um esclarecimento e uma desculpa, e a única coisa que a separa é o momento em que se dá.
O mesmo vale, e a dobrar, para as coberturas e os retoques de trabalhos antigos. Cobrir uma peça feita há dez anos não é desenhar por cima: depende do que lá está, da cor que já existe e do que se consegue tapar de verdade. É a conversa mais difícil de ter ao balcão porque a expectativa costuma ser muito superior ao possível, e explicá-la à pressa soa a desinteresse. Umas linhas escritas na sala, com exemplos, fazem o trabalho antes de a pessoa se sentar — e quem se senta depois de as ler já vem a falar do que é possível, não do que imaginou.
Depois há o que é simplesmente prático e continua a apanhar gente desprevenida: o documento. A lei portuguesa fixa uma idade mínima e exige autorização quando o cliente ainda não é maior de idade, e o estúdio tem de confirmar isso — não é rigidez, é a condição para trabalhar. Escrever o que é preciso trazer evita a desaluguer inútil de quem aparece sem nada, muitas vezes com amigos, num sábado à tarde, e a conversa desagradável que se segue à porta.
Nenhuma destas três coisas é publicidade e nenhuma delas se procura na internet. São as três informações que separam um estúdio que trabalha a sério de um que evita as perguntas incómodas — e num negócio onde a decisão é permanente, parecer alguém que avisa antes vale mais do que qualquer fotografia.
Com toda a honestidade: não escolhemos as tuas tintas nem damos indicações técnicas ou legais — o ecrã mostra o que tu carregas. O que te tiramos é o custo de manter isso atualizado: muda uma regra ou uma paleta, mudas uma linha, e muda em todos os ecrãs do estúdio.
Dúvidas comuns
de tatuadores
O teu primeiro ecrã,
ligado hoje à tarde.
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