A tua sala de espera,
uma montra que vende
A cabeleireira muda o desconto no ecrã pelo telemóvel entre uma cliente e outra: "TERÇA MANHÃ -20% LUZES". A cliente que entra às 11:30 vê, agenda para terça, tu enches o horário vazio. O ecrã mostra menu, antes/depois e produtos à venda — sem imprimir cartazes, sem colar preços.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Muda preços do telemóvel
TERÇA MANHÃ · 11:00 - 14:00
O que aparece no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para salão de bairro, barbearia moderna e centro estético.
Menu de serviços + preços
CORTE 15 € · COLORAÇÃO 45 € · MADEIXAS 60 € · MANICURE 12 €. Duração e o que cada um inclui. Muda preços pelo telemóvel quando há variação — sem reimpressão.
Antes/depois de clientes
Galeria rotativa com permissão assinada de cada cliente. Uma cor bem feita vista no ecrã vende esse mesmo serviço para a próxima cliente. Melhor propaganda é o resultado, gerido RGPD-friendly.
Produtos à venda + ticket médio
Shampoo profissional, máscaras, ceras, produtos de barba. Foto + preço + uso recomendado. Aumenta o ticket médio da cliente que já está no salão — o ecrã vende enquanto tu cortas.
Descontos por horário ocioso automáticos
Terça manhã -20%, quarta 11-14 -15%, sexta após 19h -10%. Ecrã mostra desconto do momento sem mexer em nada. Enche horários que ficariam vazios — sem ligar para clientes.
O plano que teu
salão precisa
Salão de bairro com 1 ecrã na sala de espera ou montra: Starter 9 €/mês. Salão médio com montra + sala espera + lavatórios: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Salão grande com cabines estéticas + barbearia separada + receção: Business 59 €/mês. Rede multi-loja: Network 199 €/mês. Todos os planos com 14 dias de teste sem cartão.
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Quarenta minutos com a tinta na cabeça
é o público mais parado que existe num comércio
Nenhuma outra loja tem isso. A cliente está sentada, imóvel, sem poder sair e sem nada para fazer, e é uma situação que se repete em toda coloração. O erro quase universal é usar esse tempo para anunciar — quando é o único momento da semana em que ela vai ler alguma coisa inteira.
O processamento: o que ela precisa saber é o depois
Não é a promoção do mês. É como lavar para a cor durar: esperar as primeiras 48 horas, água morna e não quente, e por que o shampoo de casa desbota em duas semanas o que levou três horas para fazer. Isso não é conteúdo de marketing — é o que decide se ela volta em cinco semanas ou em nove, e é a diferença entre uma agenda cheia e uma agenda com buracos.
A foto no telemóvel dela é de outro cabelo
Ela chega com uma referência salva, e a referência quase sempre parte de uma base diferente da dela e de um histórico de descoloração que ninguém vê na foto. Um ecrã na espera com antes e depois de pontos de partida parecidos — e com o número de sessões que cada um levou — faz o trabalho mais ingrato do salão antes de ti abrir a boca: ajustar a expectativa sem parecer que está a dizer não.
No lavatório a cliente olha para o teto
Dito porque quase ninguém pensa nisso ao instalar: no lavatório a cabeça vai para trás e o olhar vai para cima. Um ecrã na parede da frente ali não é vista por ninguém. Ou fica no campo de visão de quem está deitado, ou esse ponto simplesmente não é ponto de ecrã — e é melhor saber antes de furar a parede.
Na receção, a data é o produto
Um corte estica: quatro semanas ou três meses, conforme a pressa. A raiz não estica. Aparece quando aparece, entre quatro e seis semanas, e isso torna a cliente de cor a única com uma data previsível de verdade. Marcar essa data antes de ela sair é o que enche a agenda — nenhuma promoção faz o mesmo trabalho.

Num salão o preço não assusta:
o que assusta é não saber qual vai ser
É a diferença com quase todo o resto do setor. Numa barbearia o corte tem um preço. Numa manicure, também. Numa maquilhagem, também. Só na cor o valor final não existe até o fim — depende do comprimento, da base, de quantas descolorações já passaram por aquele cabelo. E é essa incerteza, não o valor, que faz a pessoa adiar a ligação.
«A partir de 18 €» é a frase que menos agenda no setor. Quem lê entende que o preço real é outro e que só vai descobrir qual sentada na cadeira, tarde demais para desistir sem constrangimento. Uma faixa honesta faz o contrário: curto, médio, longo, e o que muda em cada caso. Não afasta ninguém — afasta a pessoa que ia se irritar no fim, que é exatamente a que tu não queres na cadeira.
E há a conta que ninguém mostra: quantas visitas. Uma mudança grande não sai numa tarde, e quem acha que sai vai embora decepcionada mesmo com o trabalho bem feito. Dizer no ecrã que aquele resultado da foto levou três sessões ao longo de dois meses transforma um preço que parecia alto num plano que cabe — e transforma uma cliente única em três visitas marcadas.
O produto de casa se perde na mesma conversa. A cliente compra o shampoo mais barato na farmácia e volta com a cor desbotada em três semanas, e a culpa fica com o salão. O que funciona no ecrã não é o preço do produto: é a única característica que importa — sem sulfato para cabelo colorido — dita enquanto ela ainda está a ver o resultado no próprio cabelo. Quem entende por que, compra; quem só vê o preço, compara com a farmácia e perde.
Com franqueza: não gerimos a tua agenda nem os agendamentos. O ecrã mostra o antes e depois, as faixas de preço, os cuidados e o que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; os agendamentos continuam no teu sistema.
A cliente que há dois anos
quer mudar de cor
O serviço que mais fatura é o que mais medo dá, e isso nenhuma tabela de preços resolveu.
O «não me atrevo» dura anos, não semanas. De escuro para louro não é um corte: é uma decisão que ela anda a remoer há estações e que adia sempre que se senta. Não é o preço que a trava. Trava-a não saber se sai daqui com o que tinha na cabeça ou com uma coisa que vai demorar oito meses a crescer. Nenhuma lista de serviços responde a isso, porque a pergunta nunca foi quanto custa.
O que convence é uma cabeça parecida com a dela. Não um catálogo da marca, não uma modelo: uma cliente deste salão, a partir do mesmo ponto, e o número de sessões que foram mesmo precisas. É isso que se olha duas vezes e se aponta à do lado. Um antes/depois com «três sessões, seis meses, manutenção de oito em oito semanas» faz o trabalho que nenhuma frase de venda faz, porque não está a vender: está a mostrar o que aconteceu.
E contar o processo tira mais medo do que dizer o preço. A mudança grande quase nunca é um dia: é um plano. Mostrá-lo como tal — o que se faz hoje, o que se faz na seguinte, quanto tempo esperar entre as duas — transforma um número que assusta num calendário que se percebe. A cliente que vê o plano faz uma pergunta; a que só vê o preço cala-se e sai a pensar que qualquer dia volta.
Com franqueza: o ecrã não decide por ela nem substitui a consulta de cor, que continua a ser tua e presencial. O que faz é que ela chegue lá com a pergunta feita em vez de com a dúvida inteira.
Dúvidas comuns
de donos de salão
O teu primeiro ecrã,
ligado esta tarde.
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