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Para cabeleireiros, barbearias, centros estéticos e salões de beleza

A tua sala de espera,
uma montra que vende

A cabeleireira muda o desconto no ecrã pelo telemóvel entre uma cliente e outra: "TERÇA MANHÃ -20% LUZES". A cliente que entra às 11:30 vê, agenda para terça, tu enches o horário vazio. O ecrã mostra menu, antes/depois e produtos à venda — sem imprimir cartazes, sem colar preços.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Muda preços do telemóvel

LUZES -20%

TERÇA MANHÃ · 11:00 - 14:00

Atualizado pelo telemóvel

Escolhido por cabeleireiros, barbearias e centros estéticos

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Para começar
99,9%
Uptime da plataforma

O que aparece no ecrã
desde o primeiro dia

Templates prontos para salão de bairro, barbearia moderna e centro estético.

01

Menu de serviços + preços

CORTE 15 € · COLORAÇÃO 45 € · MADEIXAS 60 € · MANICURE 12 €. Duração e o que cada um inclui. Muda preços pelo telemóvel quando há variação — sem reimpressão.

02

Antes/depois de clientes

Galeria rotativa com permissão assinada de cada cliente. Uma cor bem feita vista no ecrã vende esse mesmo serviço para a próxima cliente. Melhor propaganda é o resultado, gerido RGPD-friendly.

03

Produtos à venda + ticket médio

Shampoo profissional, máscaras, ceras, produtos de barba. Foto + preço + uso recomendado. Aumenta o ticket médio da cliente que já está no salão — o ecrã vende enquanto tu cortas.

04

Descontos por horário ocioso automáticos

Terça manhã -20%, quarta 11-14 -15%, sexta após 19h -10%. Ecrã mostra desconto do momento sem mexer em nada. Enche horários que ficariam vazios — sem ligar para clientes.

O plano que teu
salão precisa

Salão de bairro com 1 ecrã na sala de espera ou montra: Starter 9 €/mês. Salão médio com montra + sala espera + lavatórios: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Salão grande com cabines estéticas + barbearia separada + receção: Business 59 €/mês. Rede multi-loja: Network 199 €/mês. Todos os planos com 14 dias de teste sem cartão.

Começar grátis →

Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos

Quarenta minutos com a tinta na cabeça
é o público mais parado que existe num comércio

Nenhuma outra loja tem isso. A cliente está sentada, imóvel, sem poder sair e sem nada para fazer, e é uma situação que se repete em toda coloração. O erro quase universal é usar esse tempo para anunciar — quando é o único momento da semana em que ela vai ler alguma coisa inteira.

O processamento: o que ela precisa saber é o depois

Não é a promoção do mês. É como lavar para a cor durar: esperar as primeiras 48 horas, água morna e não quente, e por que o shampoo de casa desbota em duas semanas o que levou três horas para fazer. Isso não é conteúdo de marketing — é o que decide se ela volta em cinco semanas ou em nove, e é a diferença entre uma agenda cheia e uma agenda com buracos.

A foto no telemóvel dela é de outro cabelo

Ela chega com uma referência salva, e a referência quase sempre parte de uma base diferente da dela e de um histórico de descoloração que ninguém vê na foto. Um ecrã na espera com antes e depois de pontos de partida parecidos — e com o número de sessões que cada um levou — faz o trabalho mais ingrato do salão antes de ti abrir a boca: ajustar a expectativa sem parecer que está a dizer não.

No lavatório a cliente olha para o teto

Dito porque quase ninguém pensa nisso ao instalar: no lavatório a cabeça vai para trás e o olhar vai para cima. Um ecrã na parede da frente ali não é vista por ninguém. Ou fica no campo de visão de quem está deitado, ou esse ponto simplesmente não é ponto de ecrã — e é melhor saber antes de furar a parede.

Na receção, a data é o produto

Um corte estica: quatro semanas ou três meses, conforme a pressa. A raiz não estica. Aparece quando aparece, entre quatro e seis semanas, e isso torna a cliente de cor a única com uma data previsível de verdade. Marcar essa data antes de ela sair é o que enche a agenda — nenhuma promoção faz o mesmo trabalho.

Interior de salão de cabeleireiro com três lavatórios pretos enfileirados, uma bancada de corte com espelho e as prateleiras de produtos na parede
Quarenta minutos de processamento: o público mais parado que existe num comércio, e quase sempre desperdiçado com promoção.

Num salão o preço não assusta:
o que assusta é não saber qual vai ser

É a diferença com quase todo o resto do setor. Numa barbearia o corte tem um preço. Numa manicure, também. Numa maquilhagem, também. Só na cor o valor final não existe até o fim — depende do comprimento, da base, de quantas descolorações já passaram por aquele cabelo. E é essa incerteza, não o valor, que faz a pessoa adiar a ligação.

«A partir de 18 €» é a frase que menos agenda no setor. Quem lê entende que o preço real é outro e que só vai descobrir qual sentada na cadeira, tarde demais para desistir sem constrangimento. Uma faixa honesta faz o contrário: curto, médio, longo, e o que muda em cada caso. Não afasta ninguém — afasta a pessoa que ia se irritar no fim, que é exatamente a que tu não queres na cadeira.

E há a conta que ninguém mostra: quantas visitas. Uma mudança grande não sai numa tarde, e quem acha que sai vai embora decepcionada mesmo com o trabalho bem feito. Dizer no ecrã que aquele resultado da foto levou três sessões ao longo de dois meses transforma um preço que parecia alto num plano que cabe — e transforma uma cliente única em três visitas marcadas.

O produto de casa se perde na mesma conversa. A cliente compra o shampoo mais barato na farmácia e volta com a cor desbotada em três semanas, e a culpa fica com o salão. O que funciona no ecrã não é o preço do produto: é a única característica que importa — sem sulfato para cabelo colorido — dita enquanto ela ainda está a ver o resultado no próprio cabelo. Quem entende por que, compra; quem só vê o preço, compara com a farmácia e perde.

Com franqueza: não gerimos a tua agenda nem os agendamentos. O ecrã mostra o antes e depois, as faixas de preço, os cuidados e o que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; os agendamentos continuam no teu sistema.

A cliente que há dois anos
quer mudar de cor

O serviço que mais fatura é o que mais medo dá, e isso nenhuma tabela de preços resolveu.

O «não me atrevo» dura anos, não semanas. De escuro para louro não é um corte: é uma decisão que ela anda a remoer há estações e que adia sempre que se senta. Não é o preço que a trava. Trava-a não saber se sai daqui com o que tinha na cabeça ou com uma coisa que vai demorar oito meses a crescer. Nenhuma lista de serviços responde a isso, porque a pergunta nunca foi quanto custa.

O que convence é uma cabeça parecida com a dela. Não um catálogo da marca, não uma modelo: uma cliente deste salão, a partir do mesmo ponto, e o número de sessões que foram mesmo precisas. É isso que se olha duas vezes e se aponta à do lado. Um antes/depois com «três sessões, seis meses, manutenção de oito em oito semanas» faz o trabalho que nenhuma frase de venda faz, porque não está a vender: está a mostrar o que aconteceu.

E contar o processo tira mais medo do que dizer o preço. A mudança grande quase nunca é um dia: é um plano. Mostrá-lo como tal — o que se faz hoje, o que se faz na seguinte, quanto tempo esperar entre as duas — transforma um número que assusta num calendário que se percebe. A cliente que vê o plano faz uma pergunta; a que só vê o preço cala-se e sai a pensar que qualquer dia volta.

Com franqueza: o ecrã não decide por ela nem substitui a consulta de cor, que continua a ser tua e presencial. O que faz é que ela chegue lá com a pergunta feita em vez de com a dúvida inteira.

Dúvidas comuns
de donos de salão

Menu digital de serviços (CORTE 15 € · COLORAÇÃO 45 € · MADEIXAS 60 € · MANICURE 12 €) com duração e preço, galeria antes/depois de clientes (com permissão), produtos à venda (shampoo profissional, máscaras), looks da temporada, promoções por horário ocioso (terça -20%, manhãs -15%), agendamentos do dia com contagem regressiva. Tudo gerido pelo telemóvel do cabeleireiro entre cliente e cliente.
Sim. Tu sobes fotos antes/depois com a permissão assinada da cliente e elas rotacionam automaticamente no ecrã. Em conformidade com RGPD: gere consentimentos no app, as fotos vão para as tuas pastas Digisini (não para redes sociais). É a melhor propaganda — uma cor bem feita vista no ecrã vende esse mesmo serviço para a próxima cliente na cadeira.
Sim. Programação por dia e hora: terça manhã -20%, quarta 11h-14h -15%, sexta após as 19h -10%. O ecrã mostra automaticamente o desconto do momento. Tu enches a agenda em horários que ficariam vazios — sem ter que ligar para as clientes.
Não. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se o ecrã da sala de espera é antiga, um Fire Stick ou Chromecast (~30 €) transforma em ecrã digital. Instalação: conectar a TV, abrir Digisini no navegador, inserir o PIN de 6 dígitos. 5 minutos.
Salão de bairro com 1 ecrã na sala de espera ou montra: plano Starter 9 €/mês. Salão médio com 2-3 ecrãs (montra + sala espera + lavatórios): plano Pro 19 €/mês (o mais popular). Salão grande com cabines estéticas + barbearia separada + receção: plano Business 59 €/mês. Rede multi-loja: plano Network 199 €/mês. Ver todos os planos.
Sim. O produto é o mesmo, o que muda é o conteúdo. Uma barbearia mostra cortes clássicos + barba + produtos para cabelo masculino. Um centro estético mostra tratamentos faciais, depilação, massagens, pacotes de sessões. Os templates se adaptam ao subsetor.
Não. Cancela quando quiseres sem penalidades. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5% dos slots com anúncios de parceiros. Quando quer removê-los, passa para Starter por 9 €/mês.
Muito, e é aí que está o verdadeiro ticket de um salão. A cliente entra para um corte, mas vê na sala de espera uma cor que curte, um tratamento ou uma escova para evento, e nasce a vontade do serviço que não tinha pensado em fazer. Mostrar o antes e depois e as tendências no ecrã transforma o « só corte » no corte com cor ou tratamento — é o teu melhor trabalho vendendo o teu trabalho, e inspira a cliente bem na hora em que ela está a esperar, mais receptiva.
Dá, e é margem que costuma ficar em cima do balcão. O produto com que tu fizeste a escova — o shampoo certo, a máscara, o protetor térmico — a cliente quer se entender por que funciona. Mostrar no ecrã enquanto tu aplicas ou durante a pausa faz nascer a venda de cosmética capilar, que é margem alta e gira sozinha quando a cliente acabou de ver o resultado no próprio cabelo. O ecrã vende o produto sem ti precisar parar o trabalho para oferecer.
Sim, e resolve o grande problema de um salão: os buracos na agenda e a cliente que some por meses. Marcar o próximo horário antes dela sair, lembrar os pacotes e preencher os horários ociosos com as ofertas no ecrã transforma a visita avulsa na recorrência regular. Um salão com a agenda cheia e as clientes fiéis não depende do movimento de rua, e o ecrã trabalha essa fidelização toda vez que a cliente está no caixa.

O teu primeiro ecrã,
ligado esta tarde.

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