A senha que tu chamas e a marca que vende,
no mesmo ecrã
Sistemas tradicionais de senha desperdiçam um ecrã que mostra só "A12". As promos vivem em outro ecrã, os horários num cartaz impresso, a oferta do mês em outro pôster. Com Digisini, uma única TV exibe a senha chamada, a fila, a promo do dia e os horários — e tu mudas tudo pelo telemóvel. O seu dispensador de senhas continua a funcionar normalmente.
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Próximas: A13 · A14 · A15 · Hoje CBD -20% (rotação 8s)
O que o ecrã faz por ti
desde o primeiro dia
Uma TV. Senha chamada, fila visível, marca presente. Sem display dedicado, sem obra, sem técnico.
Chamada de senha
Número ou letra + guichê + seta direcional no ecrã. Som ou voz opcional para ambientes barulhentos. O cliente sabe que chegou a vez dele sem ninguém precisar gritar pelo corredor.
Fila visível
As próximas 3 a 5 senhas aparecem em coluna lateral com o tempo médio de espera estimado. O cliente vê quanto falta sem precisar perguntar na receção — menos ansiedade, menos interrupções.
Conteúdo da marca
O restante do ecrã gira promoções do dia, horários de atendimento, lembretes de saúde, redes sociais — o que tu quiseres. Enquanto Qmatic e Sigma desperdiçam aquele ecrã só com "A12", com Digisini ela vende.
Multi-posto
Ecrã principal na sala de espera + ecrã secundária por guichê (opcional). Integração com seu dispensador atual via webhook/API no plano Business+. No Pro: chame pelo telemóvel ou tablet agora mesmo.
O plano certo para
o seu estabelecimento
1 ecrã na sala de espera: Starter 9 €/mês. Sala de espera + até 2 guichês com ecrãs secundárias: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Grande movimento com múltiplos postos: Business 59 €/mês. Rede multissede (farmácias, agências, clínicas em franquia): Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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A fila que dobra a esquina
não vê o ecrã
O sistema funciona perfeitamente para quem está sentado de frente. O problema aparece com as pessoas que estão em pé, atrás de uma coluna ou do lado de fora — e são justamente as que mais precisam da informação.
Uma sala de espera é desenhada no papel como um retângulo com um ecrã na frente. Na prática existem sempre três lugares de onde não se enxerga nada:
- A parte da fila que dobra. Em horário de pico a fila sai do campo de visão do ecrã. Quem está ali não sabe se faltam três pessoas ou trinta, que é a única coisa que queria saber.
- Atrás de uma coluna ou de uma porta aberta. Fica invisível só em determinados momentos do dia, o que é pior do que ser sempre invisível: ninguém percebe o problema porque quando tu vais conferir, a porta está fechada.
- Do lado de fora. Quem espera no passeio porque a sala está cheia. Muito comum em clínica e em cartório, e resolvido por ninguém.
Existem duas saídas e a mais barata quase nunca é o segundo ecrã. A primeira é girar o ecrã alguns graus: uma inclinação lateral em direção à fila costuma cobrir os dois campos ao mesmo tempo, e custa um suporte articulado. A segunda é um ecrã adicional, que só compensa quando os dois espaços são de verdade separados — sala e corredor, térreo e sobreloja.
Se aparecer um segundo ecrã, ela não precisa mostrar a mesma coisa. Quem está na fila em pé precisa de uma informação só, em corpo grande: qual senha está a ser chamada. O resto do conteúdo — serviços, horários, avisos — é para quem está sentado e tem tempo de ler.
O teste custa cinco minutos e quase ninguém faz: fique de pé no último lugar da fila num horário cheio, não numa terça de manhã com a sala vazia. Se dali tu não lês a senha, teus clientes também não leem — e vão perguntar no balcão.
A prioridade não tem um nível
tem dois, e o segundo quase ninguém conhece
Que idosos, gestantes, pessoas com deficiência e quem está com criança de colo têm atendimento prioritário todo mundo sabe. O que quase nenhum estabelecimento aplica é a segunda parte: entre os próprios prioritários, quem tem oitenta anos ou mais vem antes. É uma linha na lei e uma discussão por semana no balcão.
E a discussão nunca é sobre a regra: é sobre quem decidiu. Quando a ordem sai da cabeça de um atendente, qualquer escolha vira preferência pessoal aos olhos de quem esperou — e a pessoa que reclama não é a que passou na frente, é a que ficou. Uma senha impressa e um ecrã que mostra a ordem tiram a decisão do rosto do funcionário e devolvem para um critério que está escrito. Não é uma questão de tecnologia: é a diferença entre um atendente que aplica uma regra e um atendente que parece estar a escolher.
Por isso a prioridade precisa aparecer no ecrã, e não só na senha. Se o painel mostra apenas um número, o cliente de sessenta e um anos vê o de oitenta e dois passar sem entender por quê, e a explicação sobra para o balcão. Um prefixo visível — e uma linha fixa embaixo do painel dizendo quem tem prioridade e que acima de oitenta vem primeiro — resolve a maior parte dessas conversas antes de elas começarem. É o conteúdo mais rentável de uma sala de espera, e ele não vende nada.
Tem um efeito colateral que compensa sozinho o trabalho: o cliente para de perguntar. Numa fila sem informação, a pessoa se levanta para conferir a cada poucos minutos, e cada vez que se levanta interrompe alguém. Numa fila com senha, ordem e tempo estimado à vista, ela senta. O ganho não aparece no relógio do atendimento: aparece no número de interrupções por hora, que é o que realmente derruba o ritmo de quem está no guichê.
E vale a pena mostrar o tempo estimado mesmo quando ele é ruim. Quarenta minutos escritos incomodam menos do que quarenta minutos não ditos, porque a pessoa que sabe pode decidir: sai, resolve outra coisa, volta. Quem não sabe fica presa e sai com a impressão de ter perdido a manhã inteira. A estimativa não precisa ser exata, precisa ser honesta — e uma estimativa que erra sempre para menos ensina o cliente a não acreditar em nenhuma.
Com toda a franqueza: o ecrã mostra a ordem que o seu sistema define, e a gente não decide quem atende primeiro. Como as regras de prioridade se aplicam ao seu tipo de estabelecimento é assunto para o seu jurídico — o ponto aqui é só que essa informação existe, que ela protege quem está no balcão, e que quase nunca está escrita onde a fila enxerga.
Dúvidas comuns
sobre gestão de filas e senhas
Sua fila organizada,
sua marca presente.
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