Sinalização digital para
franquias e redes
Faz a gestão dos ecrãs de todas as tuas unidades num painel. Conteúdo centralizado ou personalizado por unidade.
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1 painel · todas as unidades
Tudo que a tua rede
precisa no ecrã
Controle centralizado com flexibilidade local.
Conteúdo corporativo centralizado
Da matriz publica promoções para todas as unidades de uma vez.
Conteúdo personalizado por unidade
Cada unidade tem menu, eventos e preços locais.
Programação automática
Horários diferentes por unidade segundo fuso horário.
Adiciona unidades sem complicacoes
Nova unidade: TV + PIN e em 5 minutos esta no painel.
Network e Enterprise
para escala real
O plano Network (199€/mês) cobre até 50 ecrãs. Enterprise preço negociado e SLA garantido.
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Onde vai o ecrã
na rede de franquias
Numa rede de franquias o ecrã se joga entre duas necessidades opostas: a coerência da marca em todas as unidades e a autonomia local de cada franqueado. Um único painel as mantém juntas.
Controle central
De um só painel tu empurras a campanha nacional, o lançamento do produto ou a promoção do mês para todas as unidades num clique. A marca fica coerente em qualquer lugar, sem depender de cada franqueado lembrar de trocar os cartazes — a unidade fora do padrão que estraga a imagem da rede some.
Autonomia da unidade
Cada franqueado adapta o que é local: os horários da loja, a promoção do bairro, a equipa, o evento da cidade. A rede fala com uma só voz, mas cada unidade continua relevante para a tua região, sem pedir autorização ao centro para cada mudança.
Nova unidade em minutos
Quando tu abres uma unidade nova, o ecrã já vem pronto sem mandar um técnico: liga, puxa os conteúdos da rede e está no ar. Escalar de cinco para cinquenta lojas não multiplica o trabalho de instalação, que é o que trava o crescimento de uma rede.
Grupos e programações
Tu organizas as unidades por grupos — região, formato, idioma — e manda o conteúdo certo para cada um: a campanha de uma região, a versão bilíngue de outra, a programação do shopping diferente da loja de rua.
Uma marca coerente,
sem tirar a autonomia da unidade
Uma rede de franquias vive de duas coisas que parecem em conflito: a imagem única da marca e a relevância local de cada loja. O ecrã centralizada as concilia.
A coerência da marca, sem correr atrás das unidades. O problema de toda rede é a unidade que anda por conta própria: o cartaz desbotado, a promoção vencida, a imagem que não é a da marca. Com um painel central tu empurras a campanha para todas as unidades num clique e garante que em qualquer lugar se veja a mesma marca, atualizada no mesmo dia. Tu não dependes mais de cinquenta franqueados lembrarem de trocar algo na mão.
A autonomia local que torna a unidade relevante. Mas uma rede que impõe tudo do centro perde o contacto com o bairro. O ecrã deixa para cada franqueado o que é dele — os horários, a promoção local, o evento da cidade — dentro da moldura da marca. A marca fala com uma só voz e ao mesmo tempo cada unidade continua relevante para a tua região, que é o equilíbrio difícil que faz uma franquia funcionar.
Escalar sem multiplicar o trabalho. O que trava o crescimento de uma rede é o custo operacional de cada nova unidade. Se abrir uma loja significa mandar um técnico e configurar tudo do zero, crescer sai caro. Com o ecrã pronto plug-and-play, a unidade número cinquenta entra no ar com o mesmo esforço da quinta: liga, puxa os conteúdos da rede e funciona. É a escalabilidade de que uma rede precisa.
Com toda a franqueza: não somos um ERP de gestão de franquias nem gerimos royalties, stock ou contratos. O Digisini é a camada de ecrã e comunicação visual da rede — a comunicação centralizada com autonomia local —, não o sistema com que tu administras os franqueados. Esse continua no teu sistema.
A campanha nacional arranca na segunda
em toda a rede menos em três unidades
Numa rede com quarenta donos diferentes, aquilo que não se cumpre quase nunca se deixa de cumprir de propósito.
A unidade que não a pôs não se recusou: não soube. O correio foi para um endereço que ninguém abre desde que saiu a responsável anterior, ou chegou a uma quinta-feira a alguém que estava de folga até terça. A sede regista-o como um desvio de marca e a unidade vive-o como uma censura injusta — e as duas coisas são verdade ao mesmo tempo, porque o problema nunca esteve na vontade de ninguém: esteve na distribuição.
E só se descobre muito depois, quando já não serve de nada. O cartaz antigo aparece na fotografia que um cliente publica, ou na visita do supervisor três semanas mais tarde. A campanha já acabou, e o pior não é o cartaz: é que a comparação de vendas por unidade desse mês deixou de valer, porque três delas não estavam a vender o mesmo que as outras.
O que muda o problema é pôr a campanha deixar de ser uma tarefa. Quando o que é comum desce sozinho a toda a rede e o que cada unidade decide é só o seu — o horário, a oferta da sua rua, quem atende hoje —, cumprir passa a ser o estado por omissão em vez de um encargo de que alguém se tem de lembrar. E a visita do supervisor fica livre para aquilo que precisa mesmo de uns olhos à frente.
Com franqueza: isto não arranja uma rede em que a sede e os franquiados não falam. Tira do caminho o problema mecânico — que o que é comum chegue às quarenta na mesma segunda-feira — para que fique só a conversa a sério.
Perguntas sobre
gestão multi-unidade
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