Digisini vs ScreenCloud
a versão PME
O dono de um bar em Lisboa ou de uma padaria em São Paulo não precisa pagar escritórios de Londres nem um painel em inglês corporativo com 40 integrações que nunca vai usar. Este comparativo mostra onde cada um ganha: ScreenCloud para redes multinacionais com equipa de TI, Digisini para quem coloca o prato do dia no ecrã antes do almoço.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Sem fidelidade
Por ecrã e por mês
Digisini vs ScreenCloud
ScreenCloud (fundada em Londres em 2015) é uma plataforma sólida voltada para redes internacionais, aeroportos e grandes empresas com TI. Tem apps nativos para Power BI, Salesforce, Twitter Walls e um ecossistema amplo de integrações. O preço (24 USD por ecrã por mês no plano Core, scaling por dispositivo) e o painel só em inglês deixam de fora o pequeno restaurador, o lojista de bairro ou a clínica dental de 2 consultórios.
| Característica | Digisini | ScreenCloud |
|---|---|---|
| Preço de entrada | 9 €/mês (1 ecrã, Starter) | 24 USD/mês por ecrã (Core, pagamento anual) |
| Plano gratuito permanente | Sim · 1 ecrã com marca d'água | Não (trial 14 dias) |
| Idioma do painel e suporte | 6 idiomas nativos (pt/es/en/fr/de/it) | Apenas inglês |
| Setup primeiro ecrã | 5 min · PIN de 6 dígitos no navegador | ~15-30 min · conta + download de player |
| Hardware compatível | Qualquer Smart TV, Fire Stick, Chromecast | Recomenda hardware certificado (ScreenCloud OS Stick) |
| Templates por setor | Hotelaria, retalho, clínicas, academias, autoescolas | Genéricos + apps de terceiros (Marketplace) |
| Modo offline | Cache 48 h sem internet | Sim (varia conforme hardware) |
| Integrações avançadas | Apps básicos + DataBound `{{org.*}}` | Power BI, Salesforce, Twitter Walls, 50+ apps |
| Fidelidade | Não · mês a mês | Contrato anual recomendado |
| Plano enterprise | 199 €/mês (50 ecrãs, Network) | Enterprise com SLA contratual |
Onde o Digisini ganha
- Preço até 5× menor para 1-50 ecrãs
- Plano Free real (não trial), 1 ecrã para sempre
- Painel em português, espanhol, inglês, francês, alemão e italiano
- Setup em 5 min, sem instalador nem hardware proprietário
- Templates com vocabulário hotelaria (prato do dia, happy hour, alergénios)
- Restauração ARPU baixo viável: 9 € no Starter ou 19 € no Pro
Onde o ScreenCloud ganha
- Ecossistema de apps maduro (Power BI, Salesforce, dashboards)
- Redes multinacionais com SLA e account manager dedicado
- Integrações avançadas com stack corporativo (LDAP, SAML)
- Marketplace com 50+ apps de terceiros
O teu primeiro ecrã,
ligado em 5 minutos
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Dá para testar os dois
sem pagar dois
Comparar tabelas de recursos serve para fazer uma lista, não para decidir. O que decide é ver os dois com o teu conteúdo, e isso pode ser feito em paralelo e sem custo nenhum.
A montagem leva vinte minutos e funciona assim:
- Não mexa no que está no ar. O ecrã do balcão continua no fornecedor atual, ligado e a funcionar. Nada do que vem a seguir toca nela.
- Pega uma TV qualquer — a do escritório, uma antiga na despensa — e liga-a ao plano gratuito. Não pedimos cartão, então não há assinatura para lembrar de cancelar.
- Sobe o conteúdo de verdade, não uma imagem de teste. O menu real, os preços reais, o horário real. É aí que aparecem as diferenças que nenhuma tabela mostra: quantos cliques para trocar um preço, se dá para fazer isso do telemóvel no meio do expediente, se a fonte fica legível de longe.
- Deixa a rodar uma semana e pede para outra pessoa mexer. O produto que sobrevive a alguém que não o escolheu é o que vai sobreviver no teu negócio.
Uma semana chega porque o que se está a medir não é a instalação, é a rotina. Quase todo produto de sinalização digital é agradável no primeiro dia; a diferença aparece na quinta vez que tu precisas trocar uma coisa às pressas com fila no caixa.
Se depois dessa semana o atual continuar melhor para ti, ótimo — foi um teste que custou zero e agora tu sabes. O erro caro não é escolher errado, é migrar tudo antes de ter testado e descobrir na metade que faltava alguma coisa.
A conta está no nome de quem a criou
e quando essa pessoa sai da empresa, sai com o acesso ao que a empresa paga
Quase toda instalação começa igual: alguém cria a conta com o próprio e-mail porque é mais rápido. Funciona por anos e falha uma única vez — no dia em que essa pessoa deixa o negócio, muda de função ou simplesmente não atende. A assinatura continua a ser cobrada e ninguém consegue entrar para mudar nada.
O que evita isso, e leva cinco minutos no começo:
- Um e-mail da empresa como dono da conta. Não o pessoal de ninguém. Se não existe, criar um endereço genérico só para isso resolve o caso inteiro.
- Cobrança num cartão ou conta da empresa. Um cartão pessoal cria a mesma dependência pelo outro lado, e costuma aparecer quando o cartão vence.
- E mais de uma pessoa com acesso administrativo. Não para usar: para existir. Uma segunda pessoa que nunca entra é seguro suficiente.
Vale entender por que isso é diferente de outros sistemas da empresa: o ecrã fica visível para o cliente. Um sistema interno travado é um transtorno interno; uma montra mostrando a promoção do mês passado é um problema que o público vê todos os dias enquanto ninguém consegue resolver.
E há uma verificação que serve para qualquer fornecedor, independente de qual tu escolhas: pergunta como se recupera uma conta cujo dono não está mais disponível. Se a resposta existe e é clara, o risco fica pequeno. Se não existe, tu acabaste de descobrir a coisa mais importante da comparação.
Olha agora em que endereço está a tua conta e em que cartão está a cobrança. Se algum dos dois for pessoal, é a correção mais barata que tu vais fazer neste ano.
A instalação e o entusiasmo
correm sempre bem
Os dois primeiros dias são os melhores que vais ter com qualquer ferramenta, e são precisamente os que servem para decidir.
Tudo o que decide a sério aparece depois do prazo de teste. O dia em que é preciso mudar uma coisa à pressa com gente à espera. O mês em que ninguém lhe mexe e ao voltar é preciso lembrar-se. A atualização que muda um botão de sítio. A pessoa nova que nunca viu isto. Nada disso cabe em catorze dias — e não por o prazo ser curto, mas porque essas situações precisam que passe tempo, não que tu testes mais depressa.
E há uma coisa que um teste não pode mostrar por definição: como respondem quando algo corre mal. Em catorze dias não costuma correr mal nada, e se correr atendem-te com a atenção da venda, que é verdadeira e é a melhor que vais ver. O que estás a comprar é o comportamento do mês catorze, com o débito já ativo. Isso não se testa: pergunta-se a alguém que já lá esteja há um ano, e essa conversa vale mais do que o teste inteiro.
Por isso o que mais informa num teste não é se gostaste. É quantas vezes tiveste de perguntar alguma coisa, e sobretudo se a resposta estava escrita nalgum sítio ou foi preciso pedi-la. Uma ferramenta que te obrigou a escrever três mensagens em duas semanas vai obrigar-te a escrever trinta num ano, e daqui a um ano não vais ter a vontade que tens agora. Esse número, sim, prevê o resto.
Com franqueza: o mesmo se aplica a testar-nos a nós. Se em duas semanas tiveste de nos perguntar coisas que deviam estar escritas, isso é um dado sobre nós, e convém que o uses.
Dúvidas sobre
o comparativo
O teu primeiro ecrã,
ligado esta tarde.
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