A montra, a numeração e as novidades,
nos ecrãs da loja
Quem passa na rua vê na montra os novos modelos, os drops de sneakers e a promoção da semana. Dentro, o cliente vê direto no ecrã quais números estão disponíveis por modelo — sem esperar o vendedor ir ao stock confirmar. Quando a oferta muda, tu atualizas pelo telemóvel em dois toques.
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Novos modelos · numeração 34-44 · drop sneakers sexta
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para a sapataria de bairro e para a loja de sneakers com montra na rua.
Montra: novidades & promoções
A montra digital mostra as novidades de temporada, os drops de sneakers e as promoções como "leve 2 pague 1". Tu mudas a mensagem pelo telemóvel em segundos: novo lançamento, início de queima de stock ou desconto de fim de semana sem reimprimir cartaz, sem gráfica e sem colar adesivos.
Numeração & modelos disponíveis
Acaba o "não tem o seu número". O ecrã interno exibe quais tamanhos e modelos estão disponíveis agora. O cliente vê direto e não precisa esperar o vendedor ir ao stock. Tu reduzes a frustração, agiliza o atendimento e fecha mais vendas.
Ofertas por horário, leve 2 pague 1 & queima de stock
Novidades de manhã, promoção-relâmpago ao meio-dia, queima de stock à tarde e oferta de fim de semana no sábado. O ecrã muda sozinho no horário que tu definires — assim a loja sempre tem a mensagem certa sem que alguém precise trocar cartaz.
Fidelidade, marcas técnicas & dicas de numeração
O programa de pontos, as marcas técnicas de corrida e trilha, a dica de numeração por modelo e o uso de palmilhas nos ecrãs da loja. Tu fidelizas sem app, agrega valor ao atendimento e leva teus seguidores das redes para dentro da loja.
O plano que a sua
loja precisa
Sapataria pequena com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Loja com montra + ecrã de numeração interna: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja grande ou multimarca com várias zonas: Business 59€/mês. Rede de lojas multiunidade: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
na loja de calçados
Uma loja de calçados vende na estação e sobe o ticket com a combinação. Cada ecrã trabalha uma dessas duas frentes.
Montra
O modelo do momento, a novidade da estação e a liquidação. O calçado vive de estação — as sandálias no verão, as botas no inverno —, e uma montra que mostra o modelo certo para o período, com o vídeo de como fica no pé, para quem passa muito mais que o sapato parado na prateleira.
Interior e seções
A organização por tipo — desportivo, social, infantil, conforto — e as combinações. Mostrar o calçado dentro de um look completo, com a bolsa e o cinto, sugere a compra a mais e transforma a venda de um par no conjunto combinado.
Zona de prova
A numeração disponível e os acessórios — as meias, as palmilhas, os produtos de cuidado. Enquanto o cliente prova, o ecrã mostra o produto complementar justo quando ele está com o calçado no pé e mais receptivo ao acréscimo.
Caixa
O cartão fidelidade, a promoção do momento e as novidades em primeira mão. No caixa tu fidelizas e dá ao cliente o motivo para voltar logo, em vez de sair e esquecer a loja.

A estação vende,
a combinação sobe o ticket
Uma loja de calçados se joga o caixa na montra de estação e no acessório que completa. O ecrã trabalha os dois.
O calçado se vende por estação, e a estação muda rápido. A sandália em setembro, a bota em maio, a liquidação em janeiro: a montra de uma loja de calçados precisa seguir o calendário e o clima. Um ecrã que passa da coleção de verão para de inverno, ou que lança a liquidação na hora pelo telemóvel, capta quem passa no momento em que pensa em trocar de calçado, sem refazer a montagem a cada troca de estação.
A combinação multiplica o ticket. O cliente entra por um par de sapatos; mas vê o calçado dentro de um look — com a bolsa, o cinto, as meias certas — e entende como se completa. Mostrar as combinações no ecrã, nas seções e na zona de prova, sugere o conjunto combinado no momento em que o cliente já está com o calçado no pé, e transforma a venda de um par na compra completa.
O conforto e a tecnologia justificam o preço. Um calçado confortável, com uma boa palmilha ou uma tecnologia esportiva, custa mais — e o cliente entende se tu mostras. Explicar no ecrã por que aquele modelo apoia melhor o pé, ou por que aquele tênis é adequado para corrida, desloca a escolha do preço puro para o valor, e justifica o modelo melhor em vez de deixar o cliente olhar só a etiqueta.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao seu PDV nem ao sistema de stock. O ecrã mostra os modelos, a estação, as combinações e a liquidação que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; o stock e a numeração continuam no seu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que vende a estação e sobe o ticket.
«Descolou a sola»
e a partir daí a discussão é sempre a mesma: defeito ou uso
É a reclamação típica deste comércio e a que pior corre, porque chega quando já ninguém se lembra de nada: o cliente acha que comprou mal, a loja acha que ele usou mal, e nenhum dos dois tem por onde começar. E tudo isto se decide muito antes — nos cinco minutos em que se experimenta e nas duas linhas que ninguém escreveu.
A primeira coisa que evita metade dos casos não tem nada de jurídico: é dizer para que serve o sapato. Um calçado de sola colada não é feito para chuva diária, uma pele fina não é para obra, e uma sapatilha de corrida tem quilómetros e não anos. Ninguém compra a pensar nisso, e ninguém pergunta, porque parece que se está a pedir garantias de mais. Escrito junto ao modelo, deixa de ser um aviso e passa a ser aquilo que ajuda a escolher — e quem escolhe bem não volta a reclamar.
A segunda é dizer o que a loja considera defeito e o que considera desgaste, antes de haver caso. Não para fechar portas: para que exista uma referência comum quando a conversa acontecer. Sem nada escrito, cada reclamação depende de quem estiver ao balcão nesse dia, e o cliente que ouve «não» de uma pessoa e «sim» de outra conta essa história a toda a gente. Com um critério afixado, discute-se com o critério e não com o funcionário — que é a mesma ideia que faz funcionar uma senha numa fila.
Depois há a informação que a loja tem e o cliente não: o que se pode arranjar. Uma sola que se descola cola-se, um salto troca-se, uma costura refaz-se, e muitas vezes por uma fração do preço de um par novo. A loja que o diz não perde uma venda — ganha a pessoa que ia deitar fora um sapato de que gostava, e que volta a comprar ali precisamente por isso. É o argumento mais barato que existe neste setor e quase ninguém o escreve, porque parece contrariar a venda.
E resta o momento em que tudo se joga: a prova. Que se experimentem os dois pés, porque não são iguais; que se experimente ao fim do dia; que se ande até ao espelho e não se fique de pé. São três frases e ficam bem exatamente onde a pessoa está sentada a calçar, que é a única zona da loja onde ela não pode fazer mais nada senão olhar em frente.
Com toda a franqueza: nós mostramos o que carregas e não decidimos o que é defeito. O que a garantia cobre e em que prazos está na lei e resolve-se com o teu apoio jurídico — o ponto aqui é apenas que esta discussão acontece em todas as sapatarias, que se decide antes de existir, e que a cadeira onde se experimenta é o melhor sítio do mundo para a evitar.
Dúvidas comuns
de lojas de calçados
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