A montra, a liquidação e os looks,
nos ecrãs da tua loja
Quem passa na rua vê na montra a nova coleção e a liquidação, não um autocolante de três temporadas atrás. Dentro, o cliente vê como combinar a peça que está na mão e leva o look completo. Em vez de reimprimir cartazes a cada campanha, tu mudas a montra pelo telemóvel. Estreia de temporada em dois toques.
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Nova coleção · 2ª peça -70% · tamanhos P-GG
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para a boutique de bairro e para a loja multimarca com montra na rua.
Montra digital por coleção e liquidação
A montra mostra a nova coleção, a liquidação ou o "2ª peça -70%" e atrai quem passa na rua. Tu mudas a mensagem pelo telemóvel em segundos: estreia de temporada, início de liquidação ou queima de stock sem reimprimir um cartaz, sem pedir banner à gráfica e sem colar e descolar autocolantes.
Catálogo, looks e tamanhos dentro da loja
As combinações e os looks da temporada, as novidades e os tamanhos disponíveis no ecrã interno. O cliente vê como combinar a peça que está na mão e leva o conjunto completo. Tu aumentas o ticket médio sem que o vendedor precise insistir.
Ofertas por horário e queima de stock
Novidades de manhã, promo-relâmpago ao meio-dia, liquidação de tarde e queima de stock no fim de temporada. O ecrã muda sozinho no horário que tu definires, assim a loja sempre tem a mensagem certa sem depender de alguém trocar o cartaz a tempo.
Fidelização, redes e fila do provador
O programa de pontos, o teu Instagram e TikTok, os novos lançamentos e a vez do provador com o "próximo livre". Tu fidelizas sem app, leva os teus seguidores das redes até a loja e a fila do provador deixa de ser um caos num sábado de liquidação.
O plano que a tua
loja precisa
Loja pequena com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Loja com montra + ecrã interno: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja grande ou multimarca com várias zonas: Business 59€/mês. Rede de lojas multiunidade: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
na loja de roupa
Uma loja de roupa vende com a montra e sobe o ticket com o look completo. Cada ecrã trabalha uma dessas duas frentes.
Montra
O look da estação, as novidades e a liquidação, em vídeo. Uma montra que mostra a peça no corpo, em movimento — como cai, como combina —, para quem passa muito mais que o manequim parado. E tu trocas da coleção para liquidação pelo telemóvel, sem reimprimir nem refazer a montagem.
Interior e secções
Os looks completos e as combinações: a jaqueta com a camisa e a calça, não a peça isolada. Mostrar o look inteiro sugere o conjunto ao cliente e o leva a comprar três peças em vez de uma, porque vê como ficam juntas.
Provador
Os acessórios e as peças que completam o que o cliente está a provar: o cinto, a bolsa, o lenço. É o momento em que ele está mais receptivo — já está se imaginando com a peça —, e sugerir a combinação ali aumenta o ticket de forma natural.
Caixa
O cartão fidelidade, a promoção do momento, as novidades em primeira mão e as tuas redes. No caixa tu fidelizas e anuncia o que vem, dando ao cliente um motivo para voltar logo.

A montra em movimento vende,
o look completo sobe o ticket
Uma loja de roupa se joga o caixa na montra que para e no look completo que multiplica a venda. O ecrã trabalha os dois.
Uma montra em movimento para mais que uma estática. A peça pendurada ou no manequim não conta como fica no corpo; o vídeo sim. Uma montra que mostra o look em movimento — como o tecido cai, como combina, como fica a andar — capta o olhar de quem passa muito mais que a montra parada, e é a primeira decisão: entrar ou seguir. E tu a trocas da coleção nova para liquidação num instante, seguindo a estação sem refazer a montagem toda vez.
O look completo multiplica o ticket. O cliente entra por uma camisa e sai com a camisa; ou vê o look completo — jaqueta, camisa, calça — e entende como ficam juntas, e sai com três peças. Mostrar as combinações no ecrã, nas secções e no provador, sugere o look inteiro no momento em que o cliente está mais receptivo, e transforma a venda de uma peça na compra completa. É o ticket médio que sobe mostrando o que tu já tens na loja.
A estação e as novidades dão motivo para voltar. A moda vive de novidade: a coleção, a peça nova, a liquidação que começa. Anunciá-las no ecrã, na montra e no caixa, dá ao cliente o motivo para voltar logo em vez de sair e te esquecer. Uma loja que comunica bem o que chega constrói a clientela que passa para ver « as novidades » sem esperar precisar.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu PDV nem ao sistema de stock. O ecrã mostra os looks, as combinações, a estação e a liquidação que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; o stock continua no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que para na montra e vende o look completo.
Um 38 não é um 38
e é essa a causa da maior parte das trocas da loja
Não existe uma medida comum: o mesmo número muda de marca para marca, de país para país e até de coleção para coleção dentro da mesma marca. Quem prova sabe-o; quem decide pela montra, não. E a peça que sai da loja com o tamanho errado não é uma venda — é uma venda que vai voltar, com uma pessoa contrariada e uma hora de trabalho pela frente.
O que resolve isto não é uma tabela de S, M e L: são centímetros. Peito, cintura, anca e comprimento, por peça ou pelo menos por família de peças. É informação que a loja já tem —está na ficha do fornecedor— e que praticamente nunca chega ao cliente. Escrita num ecrã junto ao provador, evita a segunda ida à cabine, que é a que consome tempo de quem atende e paciência de quem espera lá fora.
E há uma diferença que se explica em duas linhas e muda o que se leva: como a peça se comporta depois. A composição está na etiqueta, em letra minúscula e num sítio que ninguém lê antes de comprar, e é ela que diz se encolhe, se pede lavagem a frio, se estica com o uso ou se destinge na primeira lavagem. Uma loja que o diz antes vende exatamente a mesma peça e recebe menos reclamações — porque a queixa quase nunca é da roupa: é de ninguém ter avisado.
Vale a pena dizer também o que fica de fora, porque é o que gera a discussão ao balcão. Se aceita trocas, em que prazo, com que talão, se o artigo em saldo tem outras condições e se a devolução é troca ou dinheiro. Nada disto é obrigatório dizer de uma forma ou de outra, e precisamente por isso o cliente presume o que lhe convém. Escrito à entrada do provador — onde a decisão ainda está aberta — deixa de ser uma negativa e passa a ser uma condição conhecida.
Junto, isto muda a conta do ecrã da loja. A montra em movimento traz gente para dentro, e o bloco anterior desta página explica porquê. O que decide se essa gente compra e não devolve acontece três metros mais à frente, ao pé do provador — e é a única zona da loja onde quase ninguém põe nada, porque se considera que ali já está tudo dito.
Com toda a franqueza: nós mostramos o que carregas e não conhecemos as tuas peças nem os teus fornecedores. O que tem de constar numa etiqueta e o que se aplica às trocas verifica-se com a tua associação e com quem te presta apoio jurídico — o ponto aqui é apenas que as medidas e a composição já existem na tua ficha de produto, e que a distância entre essa ficha e o provador é onde se perdem as vendas que voltam.
Dúvidas comuns
de lojas de roupa
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