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Restaurantes, bares, cafés — TV na montra, QR na mesa

Menu digital QR
que vive na sua TV

Seu empregado de mesa tira uma imperial no balcão e o ecrã atrás do bar já mostra o prato do dia. Quem passa na frente vê o menu sem precisar entrar. Quem senta na mesa escaneia o QR e pede. Tu mudas o preço de um prato pelo telemóvel e os dois atualizam de uma vez, em 5 segundos.

Primeiro ecrã grátis · Sem cartão de crédito · 5 min para configurar

PRATO DO DIA R$ 28

Entrada · Principal · Sobremesa · Sumo

TV e QR cobrem cada momento da jornada do cliente

O QR funciona quando o cliente já sentou. A TV trabalha antes dele sentar.

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A TV trabalha na montra

Pratos do dia, ambiente, vídeos curtos, almoço executivo. Visível da rua, do balcão, da sala de espera. Sem interação do cliente.

📱

O QR abre o menu na mesa

Uma vez sentado, o cliente escaneia o QR e o menu abre direto no navegador. Sem app, sem registo, sem fricção.

Tu mudas uma vez, atualiza os dois

Muda o preço de um prato, esconde um esgotado ou lança happy hour pelo telemóvel. A TV e a versão mobile atualizam em poucos segundos.

🏢

Várias lojas? Um só painel

Rede ou grupo com várias unidades? Um único painel atualiza cada TV e cada QR de todas as lojas de uma vez, ou por zona.

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A maioria dos restaurantes começa com Starter (9 €/mês): 1 TV menu, sem marca-d'água, QR mobile ilimitado. 14 dias grátis em todos os planos pagos. Ou Free para sempre com 1 TV se preferir testar sem cartão.

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QR na mesa e ecrã na parede:
dois menus que discordam

Quase todo lugar acaba com os dois. E quase todo lugar descobre, alguns meses depois, que eles não dizem a mesma coisa — porque não é a mesma pessoa que atualiza cada um.

São dois fluxos de trabalho diferentes, e é aí que a coisa se solta:

Quem mexe e quando
QR na mesaUma página web. Costuma ser atualizada por quem cuida do site, às vezes uma agência, com um pedido por mensagem. Muda devagar e muda tarde.
Ecrã na paredeUma playlist. Atualizada pelo telemóvel por quem está no balcão, no meio do expediente. Muda na hora.

Enquanto o menu é estável ninguém percebe. O problema aparece no dia em que acaba um prato ou muda um preço: o ecrã é corrigida em trinta segundos e a página fica como estava. O cliente sentado lê o preço antigo no telefone e o novo na parede, e quem tem que explicar é o empregado de mesa.

Existem três saídas e vale escolher uma de propósito em vez de descobrir qual aconteceu:

  • Uma fonte só. O ecrã e o QR mostram o mesmo conteúdo, atualizado num lugar. É a solução correta e a que exige decidir isso antes de montar, não depois.
  • Divisão por conteúdo. O ecrã mostra só o que muda —prato do dia, promoção, o que acabou— e o QR mostra o menu fixo. Nenhum dos dois contradiz o outro porque não falam da mesma coisa.
  • Alguém responsável pelos dois. Funciona enquanto essa pessoa estiver; costuma durar até as férias dela.

A verificação leva um minuto e quase ninguém faz: sente-se numa mesa, escaneie o seu próprio QR e compare com o seu ecrã, linha por linha. Se algum preço divergir, isso já aconteceu com clientes antes de acontecer contigo.

O preço do salão
e o preço do aplicativo não são o mesmo, e isso aparece no ecrã

Quase todo restaurante que vende por app cobra mais lá do que na mesa, para absorver a comissão. É uma decisão comercial defensável — e vira reclamação quando o cliente descobre sozinho.

O cliente que já pediu pelo aplicativo em casa chega ao salão com um preço na cabeça. Se o ecrã mostra outro, ele não pensa «aqui é mais barato»: pensa que alguém errou. E se for ao contrário — o ecrã mais caro que o app — a conversa acontece na hora de fechar a conta, com o empregado de mesa, que não decidiu nada disso.

O que resolve não é igualar os preços, é dizer qual é qual. Uma linha basta: «preços de salão · no aplicativo há taxa de entrega e serviço». Quem entende, entende na hora; quem não, pergunta antes de pedir e não depois de comer. Num ecrã isso é uma linha que tu escreves uma vez; num menu impresso é uma reimpressão.

A taxa de serviço tem o mesmo problema, ao contrário. Os 10 % não estão nos preços mostrados, aparecem no fim, e muita gente sabe que pode pedir para tirar. Anunciar antes — «os valores não incluem os 10 % de serviço» — custa uma linha e evita a única discussão que sempre azeda a saída do cliente.

E quando o app muda, o ecrã tem que mudar junto. É aqui que a coisa quebra na prática: a promoção entra no aplicativo numa quinta e o ecrã do salão segue com o preço antigo até alguém lembrar. Se tu tens o preço num lugar só e ele vai para o ecrã em segundos pelo telemóvel, o desencontro dura o tempo de digitar. Se está em três lugares, dura o mês inteiro.

O QR pode ser o menu principal
mas não pode ser a única porta

O direito à informação clara sobre preço é do consumidor, e ele não depende de o consumidor ter telemóvel, bateria, internet ou boa vista. Por isso a leitura mais segura — e a mais defendida pelos órgãos de defesa do consumidor — é a mesma que o bom senso já sugere: o QR resolve para quase todo mundo, e para o restante tem que existir outra forma de ver o mesmo menu.

E o «restante» não é uma minoria simbólica. É a mesa de quatro em que só um tem plano de dados, é a pessoa de setenta anos, é quem está com o telemóvel em 4%, é o turista sem roaming. Nenhum deles vai reclamar em voz alta: vai pedir o mais óbvio da lista ou vai embora, e o restaurante nunca fica a saber. Duas ou três vias impressas guardadas no balcão custam o preço de nada e resolvem a totalidade desses casos — e continuam a servir no dia em que a internet do salão cai, que é o dia em que ninguém está a pensar nisso.

A segunda regra é mais dura e quase ninguém a segue: entre o cliente e o preço não se coloca formulário. Sistema que pede registo, telefone, e-mail ou login antes de mostrar o menu está a cobrar um dado por uma informação que deveria ser aberta — e transformando trinta segundos de leitura numa negociação. Além do problema de consumo e de proteção de dados, é ruim de negócio: quem chegou com fome e encontra um formulário não preenche, chama o empregado de mesa e pergunta o preço em voz alta, que é exatamente o que o QR deveria ter evitado.

Vale conferir também para onde o código realmente leva. Muito código de mesa aponta para uma loja de aplicativos, para uma rede social ou para um PDF de dois megabytes que abre torto no telemóvel. O caminho tem que ser um só: apontar, abrir, ler o menu. Qualquer passo a mais é uma porcentagem de gente que desiste, e essa porcentagem não aparece em relatório nenhum — some silenciosamente, do mesmo jeito que a mesa que não perguntou.

Por fim, o teste que vale por todos e que se faz sentado à mesa mais escura do salão. Pegue o telemóvel mais antigo da casa, desligue o wi-fi, aponte para o código com a luz que existe de verdade àquela hora e cronometre até o preço aparecer no ecrã. Se passou de dez segundos, o menu digital está a funcionar pior do que o papel que ele substituiu — e o papel, pelo menos, nunca precisou de bateria.

Com toda a franqueza: a gente mostra o que tu carregas e não pede nada de quem lê. Quais obrigações se aplicam ao seu estabelecimento é assunto do seu jurídico e do Procon da sua cidade — o ponto aqui é só que o menu tem que estar acessível a quem entra, com telemóvel ou sem, e que quase todo mundo descobre isso pela reclamação em vez de pela via fácil.

Perguntas
frequentes

Não. O QR mobile abre uma URL web direto no navegador. Zero download, zero fricção. A TV mostra o menu sem nenhuma interação do cliente.
O QR é perfeito para quem já sentou na mesa. A TV alcança quem passa na frente do balcão, quem espera no caixa, quem hesita na montra. Um sem o outro deixa 60-70 % dos seus clientes potenciais sem mensagem visual. Os dois juntos cobrem toda a jornada.
Sim. Pequeno-almoço, almoço executivo, happy hour, jantar — cada um com sua programação horária e semanal. A TV e o QR alternam juntos automaticamente.
Sim. Qualquer TV com entrada HDMI mais um Chromecast, Fire TV Stick ou Android TV (a partir de R$ 200 ou 30 €). Conecte, escaneie o código de pareamento, pronto. Sem hardware proprietário.
O plano Starter a 9 €/mês cobre 1 TV mais QR mobile ilimitado, sem marca-d'água. Pro a 19 €/mês adiciona 3 TVs para redes ou restaurantes com terraço mais balcão. Tem plano grátis para sempre com 1 TV (marca-d'água discreta) se tu quiseres testar antes de pagar.
Nenhuma. Mensal puro. Tu cancelas quando quiser pela tua conta, sem ligação, sem multa, sem aviso prévio de 30 dias.
Sim. Tu dás acesso a vários utilizadores (empregado de mesa, gerente, dono) com papéis diferentes. Cada um atualiza o menu pelo telemóvel sem passar por ti.
Decidindo antes de montar quem atualiza o quê. A saída mais simples é dividir por conteúdo: o ecrã mostra só o que muda —prato do dia, promoção, o que acabou— e o QR mostra o menu fixo. Assim os dois nunca falam da mesma coisa e não têm como se contradizer.
Os dois resolvem momentos diferentes: o QR serve para quem já está sentado com o telefone na mão, o ecrã alcança quem está na porta, no balcão ou na fila. O erro não é ter os dois, é ter os dois sem definir quem atualiza cada um — e isso aparece no primeiro dia em que um preço muda.

O QR cobre a mesa. A TV cobre o resto do salão.

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