Ir para o conteúdo
Flash com contagem regressiva, auto-revert, multi-loja

Ecrã de ofertas flash
com contagem regressiva

Bianca, gerente do Mercadinho Sol em Belo Horizonte, dispara o flash das 13:30 direto do telemóvel enquanto atende o caixa. O ecrã mostra a contagem regressiva e volta sozinha ao preço normal às 14:00. Sem gráfica, sem designer, sem voltar a colar cartaz.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão de crédito · Cancela quando quiseres

⏱ ATÉ 14:00 · 47 MIN
−30 %
IOGURTE GREGO 500 G
1,79 € 2,49 €
📍 Corredor 3 · Mercearia Sol BH
Disparado do telemóvel da Bianca

Flash, contagem regressiva e preço antes/agora no ecrã — sem voltar para gráfica

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios
5 min
Do telemóvel ao ecrã
99,9%
Uptime

Seis coisas que este
ecrã faz

Cada função pensada para gerentes de loja que disparam flash do telemóvel entre um cliente e outro.

01

Flash com contagem regressiva auto-revert

Tu colocas hora fim (14:00) e o ecrã mostra o contador ao vivo. Às 14:01 volta sozinha ao preço normal. Não precisa ficar de olho nem tirar cartaz.

02

Programa Black Friday com semanas de antecedência

Tu configuras hoje a oferta de 24 de novembro às 00:01 até 27 às 23:59. Ativa e desativa sozinha. Mesmo esquema para liquidação, Dia das Mães ou Dia dos Pais.

03

Multi-loja com permissões por unidade

Plano Network: oferta nacional global mais flash local que só a gerente de cada unidade dispara. Rede de 15 lojas com identidade compartilhada mas preços e stock diferentes por bairro.

04

Comparativo antes/agora visual

"Antes 2,49 € → 1,79 €" com o preço anterior riscado no ecrã. O cliente vê o desconto real sem ter que calcular, muito mais persuasivo que um porcentual solto.

05

Produto do momento girando a cada 8 s

5 ofertas giram a cada 8 segundos com foto, preço e localização na loja (Corredor 3, Prateleira B). O cliente que entrou para comprar leite descobre o flash do iogurte sem que ninguém precise falar.

06

Override "fim de stock" em 1 clique

Se o flash acaba em 20 minutos tu tocas em "fim de stock" do telemóvel e o ecrã muda na hora. Não precisa esperar a hora fim programada nem cancelar a campanha na mão.

De 0 € a uma rede
de 50 lojas

Tu começas grátis com 1 ecrã para sempre. Sobe para Pro (19 €) quando quiseres programar Black Friday com antecedência. Network (199 €) se tiver várias unidades.

Free
1 ecrã para sempre
0 €/mês
1 ecrã
  • Flash básico com horário
  • 1 conteúdo de cada vez
  • Marca d'água Digisini
Começar grátis
Starter
1 loja, sem marca d'água
9 €/mês
1 ecrã
  • Flash + contagem auto-revert
  • Sem marca d'água
  • Suporte por e-mail
Testar 14 dias
Business
Loja grande até 10 ecrãs
59 €/mês
10 ecrãs
  • Permissões por utilizador
  • Sub-contas por zona
  • Suporte prioritário
Testar 14 dias
Network
Rede 3-50 lojas
199 €/mês
50 ecrãs
  • Oferta global + flash local
  • Permissões por unidade
  • Painel multi-loja
  • Suporte dedicado
Testar 14 dias
Enterprise
50+ lojas, integrações sob medida
Contacto
Ilimitado
  • CSV/Sheets sob medida
  • SLA personalizado
  • Account manager
Falar com vendas

Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos

«Menu do dia a 9,90»
não diz nada a quem nunca entrou aqui

Quem escreve a promoção conhece o produto, o preço normal e o que está incluído. Quem a lê não conhece nada disso, e sem essas três coisas um número é só um número — não é uma oferta, porque não há com o que comparar.

O que falta é quase sempre a mesma coisa, e cabe em poucas palavras:

  • O que é. «Menu» significa coisas diferentes em cada casa. Dizer o que inclui — prato, bebida, café — transforma um preço numa proposta.
  • Contra o quê. Sem referência, 9,90 pode ser caro ou barato. Não é preciso um preço riscado: basta que se perceba o que se leva.
  • Até quando. Sem prazo não há motivo para hoje, e a decisão adia-se para um dia que não chega.

Isto acontece porque a promoção se escreve de dentro para fora — de cabeça, ao balcão, com todo o contexto na cabeça de quem escreve. A correção é ler o que se escreveu de pé na rua, do outro lado, fingindo que nunca se entrou. É a mesma frase e passa a faltar-lhe metade.

Há um segundo público que sofre este problema em dobro e que costuma ser o mais rentável: quem passa mas nunca entrou. Os clientes habituais decifram qualquer abreviatura porque já sabem o que é. Escrever para eles é confortável e não traz ninguém novo — e são os novos que a promoção estava a tentar atrair.

Mostra a tua próxima promoção para alguém que não trabalha contigo e pergunta o que se leva e quanto custa. Se a pessoa hesitar, não é a oferta que está errada: é que falta a ela a informação que tu já tinhas na cabeça.

O ecrã faz mudar o preço não custar nada
e o perigo está todo aí

Um cartaz impresso custa dinheiro, uma ida à gráfica e uma tarde. Esse custo é chato e também é um freio: obriga tu a decidires se a promoção vale a pena. Quando mudar o preço são oito segundos pelo telemóvel, o freio sumiu — e a disciplina que ele dava tem que vir de outro lugar.

Um flash que se repete deixa de ser flash e vira o preço. «Só na quinta» é uma boa frase nas três primeiras vezes. Roda quarenta semanas seguidas e tu não promoveste nada: apenas anunciou que na quinta sai mais barato, e ensinou o cliente fiel a comprar justamente no dia em que tu faturas menos. O ecrã não avisa, porque não tem memória e o caixa cai devagar.

E tem uma consequência que quase ninguém enxerga: o ecrã esquecida não é um descuido, é uma proposta que obriga. No Código de Defesa do Consumidor a informação publicitária vincula o fornecedor e passa a integrar o contrato — quem anuncia é cobrado pelo que anunciou, e o consumidor pode exigir o cumprimento da oferta nos termos em que ela apareceu. O cartaz de terça que ninguém tirou na quarta continua a valer para quem entrou e leu. É o motivo pelo qual a função que protege tu não és o contador no ecrã: é o retorno automático.

Por isso o que serve não é a oferta: é o calendário com semanas em branco. Quatro ou cinco campanhas com data no ano, com o preço cheio no meio, ganham de um gotejamento permanente nos dois pontos: o preço continua comparável a alguma coisa e a promoção continua a valer a pena reparar. Se o teu calendário promocional não tem semana vazia, não é calendário — é uma tabela de preços nova que tu ainda não assumiste.

O horário de fim se coloca junto com a oferta, nunca depois. O cartaz fica pendurado até alguém tirar, o que na prática são duas semanas, e duas semanas é exatamente o tempo que uma promoção leva para virar tabela. Marcado o fim, o ecrã devolve o preço cheio sozinho, na hora, sem depender de ninguém lembrar — e sem deixar no ar uma oferta que tu já não queres honrar. O «depois eu tiro» não chega nunca.

Com toda a franqueza: a gente mostra o que tu escreves e devolve como estava na hora que tu marcaste, e para por aí. O que tu podes anunciar e como as regras se aplicam ao teu ramo é assunto para o teu contador ou advogado — não para um fornecedor de ecrãs.

Mudar de graça convida a mudar sempre,
e aí deixa de se saber o que funcionou

Com cartaz impresso mudava-se uma vez por mês, e no fim do ano havia doze meses comparáveis entre si. Com um ecrã muda-se à quinta-feira porque apeteceu — e passado um ano não há duas semanas iguais para comparar com nada.

A facilidade é real e a consequência também

Esta página inteira defende que mudar o preço deixou de custar dinheiro, e é verdade. O que passou a custar é outra coisa : a possibilidade de saber por que motivo um mês foi melhor do que outro. Quando mudaram seis coisas ao mesmo tempo, o resultado não se explica, e a conclusão que fica é sempre a mesma — «acho que aquela do café funcionou» —, dita em dezembro por alguém que já não se lembra de quando foi.

Uma linha por promoção, e chega

Data de início, data de fim, o que estava em promoção e a que preço. Quatro campos num caderno ou numa folha de cálculo, escritos no momento em que se muda o ecrã, que é o único momento em que essa informação existe de forma fiável. Não é medição nem análise : é apenas não deitar fora o que se fez. Sem esse registo, no ano seguinte o calendário volta a construir-se do zero e com as mesmas dúvidas.

O que funcionou repete-se, e é isso que ninguém faz

A promoção que encheu as quintas de março está esquecida em novembro, e no março seguinte inventa-se outra. Uma lista de doze linhas do ano passado transforma a preparação do ano seguinte num trabalho de vinte minutos em vez de uma invenção mensal — e é a única melhoria deste tema que não custa dinheiro nem tempo novo, porque o trabalho já foi feito, só não ficou escrito.

E a que se repete demais deixa de ser promoção

A mesma oferta todas as terças durante um ano não é uma promoção : é o preço de terça, e os clientes já contam com ela. O registo serve também para isto — para ver quantas vezes uma coisa já se repetiu e decidir retirá-la antes que se torne permanente por inércia. Uma oferta que se retira e volta seis meses depois vale outra vez ; uma que nunca sai deixou de se ver há muito tempo.

É a contrapartida menos entusiasmante da facilidade que este ecrã traz : quanto mais barato é mudar, mais disciplina é preciso ter para saber o que se mudou. Quatro campos escritos no mesmo minuto em que se altera o conteúdo, e ao fim de um ano existe uma coisa que quase nenhum comércio pequeno tem — um histórico do que já tentou.

O que mais nos
perguntam

Entre 3 e 8 segundos. Tu digitas no telemóvel, salva e sai no ecrã. Mais rápido que imprimir cartaz e descer para colar na montra.
Tu programas hora de início e fim do flash. O ecrã mostra o contador ao vivo (ATÉ 14:00) e na hora exata volta sozinha ao preço normal. Não precisa ficar de olho nem tirar cartaz.
Sim. Tu configuras a oferta hoje, escolhe dia e hora exatos do lançamento e do fim, e ela ativa e desativa sozinha. Vale para Black Friday, liquidação de verão, Dia das Mães ou qualquer campanha planejada.
Sim. Plano Network (199 €/mês até 50 ecrãs) gere ofertas nacionais globais mais flashes locais por loja. Cada gerente de unidade tem o próprio acesso e só edita a loja dela.
Não temos integração nativa com Shopify, WooCommerce, VTEX, Loja Integrada, Tray ou PDV. O ecrã mostra o que tu escreves no painel. Para sincronizar stock ou preços automaticamente dá para subir um CSV ou conectar Google Sheets. Stock não é dado pessoal (RGPD), nenhuma restrição legal.
O ecrã guarda em cache as próximas 48 horas de conteúdo. Se o wifi cair às 13:30 e o teu flash começar às 14:00, o ecrã mostra mesmo assim. Quando a internet volta, sincroniza.
Não. Tu cancelas quando quiseres sem multa e os flashes são ilimitados dentro do teu plano. Não cobramos por mensagem enviada, por hora de ecrã ou por campanha.

O próximo flash
tu disparas do telemóvel.

Primeiro ecrã grátis para sempre. Sem cartão de crédito. Sem instalador. Sem gráfica.

Começar grátis

14 dias de teste nos planos pagos · Cancela quando quiseres

PRONTO OU PENSANDO?

Leva o botão no teu email

Mandamos o link de 1 clique para criar a tua conta quando quiseres. Sem senha, sem cartão, sem compromisso. O teu primeiro ecrã GRÁTIS para sempre.

Sem spam. Só o link — tu decides quando entrar.

Sem hardware caroPronto em 5 minutosTu geres pelo telemóvelMulti-ecrãSuporte humanoPlano grátis para sempreSem instaladoresCancela quando quiseres