O posto, o turno e os avisos,
nos ecrãs da unidade
Os centros de diálise operam em turnos rotativos — manhã, tarde, noite — com pacientes crônicos em horários fixos. O painel do turno, os postos, os próximos pacientes, os lembretes operacionais e os avisos às famílias aparecem no ecrã, atualizados pelo telemóvel sem imprimir um cartaz.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Cumpre LGPD
SESSÃO 14:00–18:00
SR. ANTONIO SILVA
Próximos: Sr. Lopes 18:30 · Balança 1 · Ala Norte · Consulta Dr. Souza quinta
O que aparece no ecrã
desde o primeiro turno
Informação operacional e avisos sanitários para centros de hemodiálise, diálise peritoneal e nefrologia. Sem design, sem curva de aprendizado, atualizado pelo telemóvel.
Painel do turno
Posto/paciente (iniciais ou número conforme protocolo da unidade) + sessão em curso + próximo turno + balança livre + sala/zona. A equipa atualiza pelo telemóvel em segundos — sem imprimir, sem quadro branco.
Informação operacional padrão
Lembrete de peso seco, duração da sessão, orientações de dieta e controle de líquidos no fim de semana, próxima consulta de nefrologia, exames mensais. Informação orientativa geral — sem prescrição personalizada. Consulte seu nefrologista e equipa de enfermagem.
Avisos a famílias e sala de espera
Horário de busca, sala atribuída, café/sanitários, acessibilidade, transporte sanitário (TFD), contactos de emergência da unidade. A família aguarda informada, sem precisar perguntar na receção.
Avisos sanitários obrigatórios
Ouvidoria, LGPD, direitos do paciente, autorizações de convênio, equipa médica responsável com CRM, protocolos de higiene e isolamento. Conformidade visível e atualizada, sem impressão.
O plano adequado
para sua unidade
Unidade pequena com 1 ecrã: Starter 9 €/mês (plano adequado para unidade pequena). Centro multi-salas com painel de postos + sala de famílias: Pro 19 €/mês (3 ecrãs). Centro de nefrologia com várias salas e turnos: Business 59 €/mês (plano adequado para centro multi-salas). Rede multi-sede: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
Sem cartão · Cancele quando quiser · Ver todos os planos
- Painel de turno básico
- Avisos gerais
- Cache offline 48 h
- Suporte por email
- Painel de postos e turnos
- Sala de espera de famílias
- Avisos sanitários
- Canais independentes
- Cache offline 48 h
- Múltiplos turnos simultâneos
- Zonas de isolamento separadas
- Business+ dupla validação
- Suporte prioritário
- Cache offline 48 h
- Multi-conta por unidade
- Painel central de rede
- SLA dedicado
- Onboarding assistido
- Cache offline 48 h
O único público deste site
que nunca se renova
Três sessões por semana, quatro horas cada uma, durante anos: cerca de cento e cinquenta idas por ano e umas seiscentas horas na mesma poltrona, olhando para mesma parede. Toda outra sala deste catálogo troca de público todo dia; esta não, e quase tudo o que funciona nas outras aqui tem que ser virado do avesso.
Um loop aqui não é neutro: incomoda
Em qualquer outro lugar tu repetes a mensagem para ela pegar, porque todo dia entra alguém novo. Aqui ninguém é novo. As mesmas quinze pessoas do mesmo turno vão ver o mesmo slide cento e cinquenta vezes, e a partir de certo ponto a repetição deixa de ser informação e passa a ser descaso. O que importa não é a mensagem: é dar para ver que hoje não é ontem — a data, o tempo, a notícia do dia, uma coisa que mudou.
Um braço não se mexe por quatro horas
O braço da fístula fica parado, então sobra uma mão. Telemóvel com uma mão só e meio deitado é desconfortável, e livro nem pensar. É o único ambiente deste catálogo em que o público fisicamente não consegue recorrer à alternativa de sempre — e é exatamente por isso que a parede aqui pesa o que não pesa em lugar nenhum.
Instalada para quem está reclinado, não em pé
A poltrona reclina, então a linha do olhar sobe em ângulo, não vai de frente na altura de quem está em pé. Um ecrã na altura da receção é lida torta por quatro horas, e é aí que está a diferença entre fazer companhia e deixar o pescoço doendo. Vai alta, na parede que as poltronas encaram, e se confere sentado na poltrona antes de furar.
A sala das famílias faz uma pergunta só
Nem o que a unidade faz nem quem dirige: quando é que tem que voltar. O horário estimado de saída, a sala, o transporte, os casas de banho e o café respondem, e a enfermagem para de ser interrompida a cada dez minutos. A sala de espera e a zona da equipa são dois trabalhos diferentes: protocolos, líquidos do fim de semana e a próxima consulta com a nefrologia vão num ecrã que o paciente não vê.
Número, não nome
— e o direito que ninguém pede
Numa unidade de diálise o ecrã não vende nada. Mantém a sala em ordem e conforme, e é o único lugar onde uma coisa a que o paciente tem direito, e sobre a qual nunca ninguém falou com ele, pode ficar quatro horas na frente dele.
Número, não nome. O paciente renal passa horas conectado várias vezes por semana; a sua privacidade é inegociável. O painel das poltronas o identifica por número ou iniciais, nunca pelo nome completo nem por qualquer dado clínico. O Digisini não recebe prontuários: a equipa digita o número da poltrona, e nada do paciente sai da unidade. Está dentro da LGPD e do sigilo médico, e os conteúdos ficam em servidores na UE.
Que o SUS paga a diálise todo mundo sabe. O que quase ninguém pede é a isenção do imposto de renda. A lei lista a nefropatia grave entre as doenças que isentam de IR os rendimentos de aposentadoria e pensão — e não exige que a pessoa esteja em estágio terminal, nem que a doença seja anterior à aposentadoria. O reconhecimento sai de laudo de perícia oficial, e quem já tinha direito e não pediu costuma poder pedir a restituição dos anos anteriores. É dinheiro que já era do paciente, e não se pede porque na sala ninguém fala disso: não é assunto clínico e por isso não é assunto de ninguém. Um slide com o nome da lei e o ramal do serviço social vale, para esse paciente, mais do que toda a parede junta.
As mesmas quinze pessoas, três vezes por semana, durante anos. A sala vira uma pequena comunidade quer a unidade planeje isso ou não: os pacientes decoram o turno dos outros e chamam a equipa pelo nome, e uma poltrona vazia todo mundo repara. Isso nunca vai para ecrã. Mas o que uma comunidade quer é justamente o que um mural de cortiça faz mal: quem cobre a semana que vem, a escala de férias, a mudança no transporte da sexta, o rosto da enfermeira nova antes do primeiro turno.
Aliviar a enfermagem do que se repete. Dieta e líquidos do fim de semana, horário de início, próxima consulta: ditos em voz alta, comem o turno. Numa unidade onde cada minuto de enfermagem conta, tirar a parte repetitiva não é pouca coisa.
Com toda a franqueza: não somos um prontuário nem gerenciamos dados de saúde. O ecrã não se conecta ao sistema do hospital nem a nenhum registo de pacientes; mostra o que a equipa carrega e o número da poltrona que digita. Pro cuidado, tu continuas com o teu sistema clínico — e quem decide isenção, laudo e perícia é a Receita e o órgão competente, com o serviço social orientando; não esta página.
Dúvidas frequentes
de coordenadores de diálise
Painel do turno atualizado,
a partir desta tarde.
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