O teu balcão comunica sozinho,
tu dispensas tranquila
A farmacêutica do bairro atualiza as senhas, a campanha de gripe e a parafarmácia em promoção pelo telemóvel, entre um cliente e outro. A TV da montra continua acesa quando tu fechas: mostra a farmácia de serviço mais próxima.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão de crédito · Sem técnico
BALCÃO 2 · Receita contínua
Quatro ecrãs para
uma farmácia que dispensa de verdade
Senhas, saúde sazonal, parafarmácia e farmácia de serviço. Quatro conteúdos que a farmacêutica controla pelo telemóvel enquanto atende.
Senha no balcão
«SENHA 142 · BALCÃO 2». O utente tira a senha com um QR e tu chamas a seguinte a partir do telemóvel; a TV mostra o número e o balcão. O cliente sabe para onde ir, tu não gritas o número.
Campanhas de saúde sazonais
Vacina da gripe de outubro a dezembro. Protetor solar de maio a setembro. Lavagem das mãos o ano todo. Programa as datas uma vez e os ecrãs trocam sozinhos no dia certo.
Parafarmácia em promoção
Dermocosmética, vitaminas, produtos sazonais. Muda preços e ofertas entre clientes pelo telemóvel. A prateleira fica intacta, o ecrã vira a montra dinâmica que tu não tinhas. Sempre lembra: o ecrã informa, o cliente confirma contigo.
Farmácia de serviço mais próxima
À noite com a farmácia fechada, a TV da montra continua acesa com a farmácia de serviço mais próxima. Continua a informar quando tu já foste para casa.
Uma farmácia de bairro
começa com Starter 9 €/mês
Um ecrã na montra (ou balcão), sem marca d'água, todo o conteúdo editável pelo telemóvel. Se tem também parafarmácia com sala de espera, sobe para Pro 19 €/mês (3 ecrãs). Redes de bairro com 10 lojas: Business 59 €/mês. 14 dias de teste em todos os planos pagos, sem fidelidade. O preço é o mesmo em qualquer país: sempre em euros.
Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos
Onde vai o ecrã
na farmácia
Uma farmácia informa, educa em saúde e vende parafarmácia, tudo respeitando a privacidade de quem retira uma receita. Cada ecrã trabalha uma frente.
Balcão e fila
A senha chamada só por número (nunca o nome nem qualquer dado), e as campanhas de saúde da estação — a vacina da gripe, as alergias, as vitaminas do inverno. Organiza a fila com discrição e informa o cliente justo enquanto ele espera a sua vez.
Parafarmácia
A dermocosmética, os produtos da estação, os suplementos e as promoções, com foto e preço. É a margem que o medicamento de preço tabelado não dá, e gira quando o cliente a vê bem explicada enquanto está na farmácia, não só exposta na prateleira.
Zona de espera
A educação em saúde — como prevenir, quando procurar o médico, os serviços que tu ofereces: aferição de pressão, testes, orientação — e os lembretes sazonais. Um cliente informado pergunta mais e confia na tua farmácia como referência de saúde.
Montra
À noite, com a farmácia fechada, a montra indica a farmácia de serviço mais próxima e as promoções. Um ecrã luminosa que informa quando tu estás fechado é um serviço ao bairro e um chamariz para o dia seguinte.

Número, não nome,
e a parafarmácia gira
Uma farmácia vive do balcão, mas a margem vem da parafarmácia e dos serviços. O ecrã os move informando, e faz isso respeitando a privacidade da receita.
Número, não nome. Quem retira uma receita tem direito à discrição: a senha se chama por número, nunca com o nome nem qualquer dado. O Digisini não recebe dados de saúde; o sistema mostra o número da senha e as campanhas que tu carregas, e nada do cliente sai da farmácia. Organiza a fila com a discrição que um balcão de farmácia exige, dentro do RGPD.
A parafarmácia é a margem, e gira se aparece. O medicamento tem preço tabelado e pouca margem; a dermocosmética, os suplementos e os produtos de estação são a margem real da farmácia. Mas o cliente compra o que vê explicado, não só o que está na prateleira: mostrar no ecrã, no momento em que ele já está a esperar, faz nascer a compra que senão se perde.
Educar em saúde fideliza e vende. Um cliente informado sobre as campanhas da estação — a vacina, as alergias da primavera, o protetor solar — pergunta mais e volta à tua farmácia como referência de saúde, não só como lugar onde retira a receita. E os serviços que tu ofereces — aferição de pressão, testes, orientação — se usam quando as pessoas sabem que existem, o que é atendimento e margem a mais.
Com toda a franqueza: não gerimos o teu sistema nem os dados das receitas, e não recebemos nenhum dado de saúde. O ecrã mostra o número da senha, as campanhas e os produtos que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel ou programa por estação. O Digisini é a camada de ecrã que informa, educa e move a parafarmácia, com a discrição que o balcão exige.
Há sempre uma versão mais barata do mesmo medicamento.
E quem mais precisa de saber disso é precisamente quem nunca pergunta
Entre as embalagens do mesmo genérico há diferenças de preço que parecem pequenas até se multiplicarem por doze meses de terapêutica crónica. A informação existe, o balcão dá-a quando lhe perguntam — e quem não pergunta é, quase sempre, a pessoa reformada que faz as contas em casa e para quem essa diferença conta mais. Não é uma questão de má vontade de ninguém: é uma pergunta que exige à-vontade e que se faz com fila atrás.
Uma frase afixada muda quem faz a pergunta, que é tudo o que aqui está em causa. « Pergunta-nos pela versão mais barata do teu medicamento » não informa muito — mas autoriza. Deixa de ser uma reclamação sobre o preço e passa a ser algo que a casa oferece, e por isso é lida por quem estava a hesitar e é ignorada, sem custo nenhum, por quem não precisa dela. É das poucas linhas que só beneficiam quem está pior.
Vale a pena dizer também o que a mudança implica, porque essa parte é que gera as dúvidas a sério. Trocar de laboratório significa muitas vezes uma caixa com outra cor e outro aspecto do comprimido, e para uma pessoa que toma cinco medicamentos essa mudança visual não é um detalhe — é o risco de se enganar em casa. Um farmacêutico que explica isto em trinta segundos evita um problema real; a linha no ecrã só tem de garantir que a conversa começa.
E há o efeito comercial, que não é preciso disfarçar: isto trabalha a favor de quem o escreve. Uma farmácia de bairro não compete com as grandes superfícies em preço nem quer; compete em ser o sítio onde alguém sente que não lhe estão a impingir a caixa mais cara. Essa reputação não se constrói com uma campanha, constrói-se com quinze pessoas que contam a mesma história ao vizinho — e começa por uma frase que a maioria das farmácias tem todo o direito de dizer e nunca escreveu.
Uma ressalva séria: o que pode ou não ser substituído, e em que condições, é matéria clínica e legal, e não somos nós que a resumimos — depende da prescrição, do medicamento e das regras em vigor. O que aqui se propõe não é aconselhar ninguém a trocar seja o que for: é apenas tornar visível que a pergunta se pode fazer, e deixar a resposta a quem está do outro lado do balcão.
Início de semana, receitas na mão
e a fila sentada, não ao balcão
Na farmácia de bairro, a fila das nove é de reformados com a receita do mês. O QR deixa-os esperar sentados ou à porta, sem perder a vez.
O dispensador de papel fica sem rolo sempre à pior hora. Com um QR colado no balcão e outro na montra, o utente aponta a câmara e guarda o número no telemóvel. Quem chega sem telemóvel — e há sempre quem chegue — pede a senha à farmacêutica, que a dá a partir do painel, na mesma fila.
A espera pode passar-se na parafarmácia. O telemóvel diz-lhe quantas pessoas tem à frente e, passado algum tempo, uma estimativa em minutos. Entretanto vê os protetores solares ou a promoção do mês, e a TV por cima do balcão vai alternando as campanhas de saúde com as senhas.
Duas filas, se o balcão as tiver. Uma letra para aviar receitas e outra para aconselhamento ou levantamento de encomendas, cada uma com o seu QR. A TV anuncia «R-031 → Balcão 2» sem identificar ninguém, o que numa farmácia pesa. O resto está explicado nas senhas por QR.
Com franqueza: a ordem é a de chegada. O atendimento prioritário a grávidas, idosos ou pessoas com deficiência continua a ser decidido por quem está ao balcão, porque o sistema não sabe quem é quem. E o aviso no telemóvel só chega com a página aberta.
O que a farmacêutica
de bairro nos pergunta
Começa hoje.
A TV da montra está apagada há tempo demais.
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