O line-up, o DJ e a programação,
nos ecrãs da discoteca
Uma casa noturna vive de imagem e fluxo: line-up da noite, residente vs convidado, festa temática, evento privado de sábado, dress code, preço entrada, drink de boas-vindas, programação da semana, lotação legal, horário de fechamento. Flyers impressos não chegam na rua. Com Digisini a fachada e o interior mostram o line-up em loop, próximas pickups, mocktails e lotação em tempo real — tudo trocado pelo telemóvel sem designer.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h · +18 obrigatório
Abertura 23:30 · Dress code · Spritz -50% até meia-noite · +18 · Lotação legal 500
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Modelos prontos para DJ-bar, casa noturna, clube multi-pistas e after hours.
Line-up da noite e DJs
Residente e convidado, horário de pickup de cada DJ, pista principal e área VIP, festa temática do fim de semana, programação da semana inteira. Quando o line-up muda de última hora, tu atualizas pelo telemóvel e a fachada reflete na hora. Ninguém vai até a bilheteria para descobrir quem toca.
Portaria e dress code
Preço de entrada, drink incluso na entrada, lista reduzida e horário de encerramento da lista, dress code obrigatório, aviso +18 permanente (documento de identificação obrigatório), lotação legal visível em tempo real. A portaria fica alinhada e tu cumpres as exigências do alvará municipal com ecrã sempre atualizada.
Bebidas e mocktails
Carta de drinks, cocktails signature da casa, mocktails para abstêmios com destaque, consumo responsável e água gratuita disponível em todas as áreas. Política Digisini: não suportamos campanhas de open bar sem limite de tempo nem conteúdo de consumo agressivo. O teu estabelecimento projeta uma imagem responsável.
Eventos privados
Aniversários, despedidas de solteiro/solteira, locações privadas, convidados especiais, residências de DJs, after hours e horário de fechamento conforme alvará municipal. Tu agendas os eventos com antecedência e o ecrã exibe automaticamente na semana certa — fachada, bar e VIP sincronizados.
O plano adequado para
a tua discoteca
DJ-bar pequeno com 1 ecrã: Starter 9€/mês. Casa noturna média com bar, portaria e fachada: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Casa multi-pistas ou rede: Business 59€/mês. Rede de discotecas ou grupo: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos
Onde vai o ecrã
na discoteca
Numa discoteca o ecrã enche a noite e aumenta o ticket. Cada zona trabalha um momento da noite.
Fachada e entrada
O line-up da noite, o evento do fim de semana, o dress code e a pré-venda. É o que vê quem passa e quem está na fila: uma fachada que anuncia bem um evento enche a noite e vende bilhete na pré-venda antes mesmo de abrir as portas.
Bar
A carta de drinks, as promoções da noite, os cocktails da casa e o bottle service. O ecrã do bar guia a escolha para o que tu queres girar e agiliza o atendimento nas horas de pico, quando cada minuto de fila no balcão é um consumo perdido.
Camarote e área VIP
A reserva de mesas, as garrafas e os pacotes VIP. Mostrar a oferta de mesas e os combos de garrafa aumenta o ticket da noite: o grupo que vê o pacote VIP bem apresentado é o grupo que reserva o camarote em vez de ficar na pista.
Pista e DJ
O line-up dos DJs, os próximos eventos e as tuas redes. Anunciar na pista quem toca depois e o que vem no próximo fim de semana fideliza quem já está dentro e vende a próxima noite para quem está a curtir esta.

Enche a noite,
aumenta o ticket
Uma discoteca se joga o caixa em duas coisas: quanta gente entra e quanto consome. O ecrã trabalha as duas, da fila na fachada ao bottle service.
A fachada enche a noite e vende a pré-venda. Quem passa na frente e quem está na fila decide muito pelo que vê: uma fachada que anuncia bem o line-up, o evento e o dress code atrai e cria expectativa. E a pré-venda mostrada no ecrã vende bilhete antes de abrir, que é caixa antecipado e a garantia de encher, em vez de depender só de quem aparece na última hora.
O bar é onde se faz o ticket. A carta de drinks e as promoções no ecrã guiam a escolha para o que tu queres girar — o cocktail da casa, a promo da noite — e agilizam o atendimento nas horas de pico, quando cada minuto de fila no balcão é um consumo que não acontece. Um bar que comunica bem vende mais sem colocar mais gente para atender.
O camarote e as mesas VIP aumentam o ticket médio. O bottle service e os pacotes VIP são o ticket grande de uma discoteca, e se vendem quando aparecem. Mostrar a oferta de mesas e garrafas bem apresentada transforma o grupo que estava na pista no grupo que reserva o camarote. E anunciar na pista os próximos eventos vende a próxima noite para quem está a curtir esta.
Com toda a franqueza: não gerimos a venda de bilhetes nem a reserva de mesas. O ecrã mostra o line-up, a carta, os pacotes e os eventos que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; a venda continua no teu sistema ou na tua bilheteria. O Digisini é a camada de ecrã que enche a noite e aumenta o ticket.
O problema quase nunca é o som lá dentro.
É a rua às quatro da manhã, e é isso que chega à câmara em forma de queixa
O limitador está instalado, as janelas estão fechadas e ainda assim as queixas continuam a chegar. Não vêm da pista: vêm de duzentas pessoas no passeio a despedir-se em voz alta durante quarenta minutos, dos carros parados em segunda fila com a porta aberta e da buzina de quem vem buscar alguém. É a parte do negócio que acontece quando já ninguém está a pagar, e é a que decide se daqui a dois anos ainda há licença.
O ecrã só serve aqui se disser a coisa concreta, e a concreta é onde se apanha o carro. « TVDE e táxis: na rua de trás, junto ao número 12 » tira da porta o engarrafamento que gera metade do barulho — e funciona porque dá uma instrução simples a alguém que está a olhar para o telemóvel à espera de um carro, não porque apela ao civismo. Posto meia hora antes do fecho, e não à saída, chega a quem ainda está lá dentro com tempo de o ler duas vezes.
A segunda linha é a que a maioria não escreve, e é a que os vizinhos reconhecem. Dizer que ali em cima mora gente, com essas palavras, funciona melhor do que qualquer pedido de silêncio: quem sai de uma noite boa não está a ser mal-educado, está apenas a não pensar nisso. E há um efeito lateral que interessa ao dono: quando a queixa chega à câmara, ter conseguido mostrar que a casa comunica isto todas as noites muda a conversa — deixa de ser um estabelecimento que ignora a rua e passa a ser um que a está a gerir.
E há o lado de dentro, que é o que evita o pico todo à mesma hora. Uma sala que fecha às seis não esvazia melhor por avisar às cinco e cinquenta: esvazia melhor quando o último serviço do bar, a última música e o momento em que as luzes sobem estão anunciados desde as quatro. As pessoas organizam-se sozinhas se souberem os tempos, e a saída deixa de ser um bloco de duzentas pessoas ao mesmo tempo para ser três grupos ao longo de uma hora.
Com honestidade: nada disto resolve um problema de ruído a sério. Se o alvará está em risco, quem resolve é o técnico que mede, o isolamento e o horário — não um ecrã. Isto trata da parte que ninguém trata, que é a rua depois da porta, e vale sobretudo porque é a única que hoje não está a ser comunicada de todo.
Dúvidas comuns
de donos de discoteca e casa noturna
O teu primeiro ecrã,
ligado esta noite.
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