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Para restaurantes a la carte, prato feito, churrascarias, pizzarias, comida japonesa e marmitarias

O menu, o prato do dia e os alérgenos,
nos ecrãs do restaurante

Um restaurante muda o prato do dia a cada turno, o menu a cada estação, as promoções de fim de semana — e precisa exibir os alérgenos conforme normativa. Reimprimir lousas e laminados é lento e caro, e tu sempre chegas tarde no aumento da picanha ou na sugestão do chef. Com Digisini tu mudas prato do dia, alérgenos e promoções pelo telemóvel em segundos — fachada, salão e balcão sincronizados.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h

PRATO DO DIA · 9,90 €

Entrada · Principal · Sobremesa · Pão · Bebida · Café · Alérgenos visíveis

Atualizado pelo telemóvel

A confiança de restaurantes a la carte, prato feito, churrascarias, pizzarias e comida japonesa

200+
Ecrãs ativos
50+
Restaurantes registados
5 min
Para começar
99,9%
Uptime da plataforma

O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro serviço

Modelos prontos para restaurante a la carte, prato feito, churrascaria e pizzaria.

01

Menu e prato do dia

Entradas, principais, sobremesas, sugestões do chef, vinhos por taça e preços sempre atualizados. Quando o lombo acabou ou a picanha subiu de preço, tu editas pelo telemóvel e o ecrã reflete em 2-3 segundos. Ninguém pede o que não tem nem reclama do preço desatualizado no papel.

02

Alérgenos visíveis por prato

Cada prato exibe os 14 alérgenos obrigatórios por normativa: Glúten Crustáceos Ovos Peixes Amendoim Soja Leite Frutos de casca rija Aipo Mostarda Sésamo Sulfitos Tremoço Moluscos. Quando a receita muda, tu atualizas os alérgenos pelo telemóvel. Conforme o Regulamento (UE) 1169/2011. O cliente alérgico escolhe com confiança sem precisar perguntar ao empregado de mesa.

03

Promoções e horários

Almoço executivo, jantar à la carte, brunch de fim de semana, eventos especiais (Natal, Dia da Mãe, Passagem de Ano). Configura promoções por horário — o menu de almoço some às 15h e o menu de jantar entra automaticamente. O ecrã trabalha por ti, sem ninguém precisar trocar nada manualmente.

04

Operação de salão

Horários de funcionamento, QR para o teu sistema de reservas, divisão por área externa, salão e balcão. Informações de estacionamento, mensagens de aniversário e eventos privados. Tudo atualizado em tempo real, sem reimprimir cartazes nem ligar para o suporte técnico.

O plano que teu
restaurante precisa

Bar ou restaurante pequeno com 1-2 ecrãs: Starter 9€/mês. Restaurante com salão e terraço (até 5 ecrãs): Pro 19€/mês (o mais popular). Restaurante com várias áreas ou franquia: Business 59€/mês. Rede multiunidade: Network 199€/mês (50 ecrãs). Todos com 14 dias de teste sem cartão.

Começar grátis →

Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos

Onde vai o ecrã
no restaurante

Um restaurante se joga o coberto na fachada e o ticket na mesa. Cada ecrã trabalha um desses momentos da experiência.

Fachada

O menu com as fotos, as especialidades e os horários. A fachada é a decisão de entrar: quem passa com fome escolhe em poucos segundos, e um menu apetitoso bem visível, com o prato do dia e o preço claro, faz entrar quem senão seguiria para o restaurante ao lado.

Salão

O prato do dia, as especialidades do chef, a carta de vinhos e as sobremesas. Enquanto o cliente está sentado, o ecrã empurra o que tu queres vender — o prato de margem mais alta, a especialidade — e faz descobrir o vinho certo e a sobremesa, que sobem o ticket da mesa.

Balcão e bar

O aperitivo, os drinks da casa e a espera da mesa. Quem espera no bar é público parado: oferecer o aperitivo ou a taça enquanto aguarda transforma o tempo morto em consumo, e aquece o cliente para experiência na mesa.

Zona de alérgenos e cozinha

Os alérgenos por prato e a história da tua cozinha: os ingredientes, o chef, a origem. Os alérgenos claros são conformidade e confiança, e a história dos teus pratos justifica o preço e torna a experiência memorável.

Taças de vinho numa bandeja no passe de um restaurante, com as mesas já postas ao fundo e janelões em arco para a rua
O menu muda; a lousa impressa quase nunca. Um ecrã na porta mostra o que está a ser servido de verdade hoje à noite.

A fachada faz entrar,
a experiência sobe o ticket

Um restaurante vive do coberto preenchido e do ticket médio. O ecrã trabalha os dois: atrai na fachada e vende a experiência na mesa.

À porta decide-se uma coisa só: se isto é caro. Ninguém lê a ementa toda de pé na rua — procura dois ou três números e faz uma média de cabeça em quatro segundos. É por isso que uma carta completa colada ao vidro funciona pior do que três pratos com o preço grande: a carta completa obriga a trabalhar, e quem tem fome não trabalha. Mostra o que queres que ele use para calcular, em vez de o deixar calcular com o prato mais caro, que é onde os olhos param sozinhos.

Quem está sentado já decidiu ficar: o que falta decidir é a sobremesa. E essa decide-se num intervalo de dois minutos, entre pousar o garfo e pedir a conta, quando ninguém da equipa está por perto porque a sala está cheia. É o momento mais rentável do serviço e o único em que ninguém está a trabalhá-lo. Duas fotos no ecrã da sala, a rodar devagar, chegam a essa mesa sem que ninguém tenha de lá ir — e a diferença entre a mesa que pede sobremesa e a que pede a conta são seis euros por pessoa, todas as noites.

A mesa que espera vinte minutos pela conta lembra-se disso e não do jantar. A cozinha pode ter estado impecável: o que fica é o fim. E o fim, num restaurante cheio, é sempre o mesmo — a mão levantada que ninguém vê, o «já vai» dito de passagem, os dez minutos entre pedir a conta e tê-la à frente. Pôr no ecrã da sala o QR para pedir a conta e para pagar tira esse minuto das costas da equipa exatamente à hora a que ela não chega, e liberta a mesa para quem está à porta. É o único sítio do serviço onde ganhar cinco minutos se nota no dinheiro do mesmo turno.

Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu PDV nem ao software de reservas. O ecrã mostra o menu, as especialidades, a carta e os alérgenos que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; os pedidos e as reservas continuam no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que enche o salão e vende a experiência.

Dose e meia dose são dois preços do mesmo prato.
Para quem é de cá é óbvio; para metade de quem entra ao almoço, não existe

A meia dose é uma das coisas mais úteis da restauração portuguesa e uma das que pior se comunicam. Quem cá vive pergunta sem pensar duas vezes. Quem vem de fora — turista, emigrante que voltou, alguém de outra região — olha para o preço da dose, acha caro para uma pessoa, e escolhe outra coisa ou outro sítio. Não é uma questão de dinheiro: é que ninguém lhe disse que havia meio.

No ecrã isto resolve-se com uma coluna, não com uma explicação. O prato, o preço da dose e o preço da meia dose lado a lado, sempre: quem sabe confirma, quem não sabe descobre sem ter de perguntar à frente de outros. Vale sobretudo à hora de almoço, quando entra muita gente sozinha e a decisão é rápida — e é exatamente aí que uma meia dose transforma um «venho outro dia» num cliente sentado.

E há um efeito na cozinha que costuma passar despercebido: a meia dose bem anunciada corta desperdício. Metade dos pratos que voltam quase intactos voltam porque a dose era grande de mais para quem a pediu, e o que volta ao balcão vai para o lixo na mesma. Um prato pequeno pago é melhor negócio do que um prato grande pago e deitado fora — e para quem come, sair sem culpa por ter deixado comida no prato conta mais do que parece à hora de escolher onde volta.

A regra prática é dizer também o que não tem meia dose. Há pratos que não se dividem: um arroz de marisco, um cozido, o que é feito à medida. Escrever «este só em dose» ao lado desses três evita a conversa que ninguém quer ter à mesa, com a pessoa a sentir que lhe negaram uma coisa que a casa anuncia. É a mesma frase que protege as duas partes, e cabe em três palavras.

Uma nota sobre nós, para não vender fumo: nada disto tem que ver com tecnologia. Uma ardósia com duas colunas faz exatamente o mesmo trabalho e há casas onde fica melhor. O ecrã só ganha quando os preços mudam com frequência ou quando a mesma informação tem de estar cá fora e lá dentro ao mesmo tempo — no resto, o que decide é ter as duas colunas, não onde estão escritas.

Sem reservas, sábado à noite
e um caderno com nomes à porta

Muitos restaurantes não aceitam reservas e gerem a espera com uma folha e uma caneta. Funciona até o nome mal escrito ser chamado três vezes.

A lista de espera passa para o bolso de cada grupo. Um QR na porta dá o número a quem chega; o grupo vai beber um copo ao café ao lado e acompanha quantos grupos faltam. Quando uma mesa vaga, chamas o grupo seguinte e o telefone dele avisa.

À porta, a TV mostra «M-014 → Entrada». Ninguém grita nomes por cima do barulho da sala. E nas horas de take-away, uma segunda letra serve para quem vem levantar, cada uma com o seu QR.

Sem caderno, sem números de telefone. Para entrar na lista basta o número. Se preferes chamar «mesa para a família Costa», ativas o nome na fila: o grupo escreve-o se quiser, tu vês «M-014 · Costa» no telemóvel e a TV da porta mostra só o número. Como montar está nas senhas por QR.

Com franqueza: isto não é um sistema de reservas nem sabe quantas pessoas vêm em cada grupo: é uma fila por ordem de chegada. Se a mesa livre é de dois e a seguir está um grupo de seis, resolves à porta, como hoje.

Dúvidas comuns
de donos de restaurante

Menu completo com entradas, principais, sobremesas e vinhos por taça; prato do dia com preço e ingredientes; sugestões do chef; alérgenos visíveis por prato (conforme o Regulamento UE 1169/2011); promoções por horário; horários de almoço e jantar; e QR para o sistema de reservas. Tudo se atualiza pelo telemóvel em segundos.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se a TV é antiga, um Fire Stick ou Chromecast (~30 €) o transforma em ecrã digital. Instalação: conecta a TV, abre o Digisini no navegador, insere o PIN de 6 dígitos. 5 minutos por ecrã.
Sim. Cada ecrã tem o seu próprio conteúdo e programação. A da fachada exibe o prato do dia e o horário para atrair quem passa. A do salão mostra o menu completo com alérgenos e sugestões do chef. A do balcão ou do bar exibe os drinques, as sobremesas e as promoções da hora. Todas se atualizam de forma independente pelo telemóvel.
Cada prato tem um campo com os 14 alérgenos obrigatórios: glúten, crustáceos, ovos, peixe, amendoim, soja, leite, frutos de casca rija, aipo, mostarda, sésamo, sulfitos, tremoço e moluscos. Quando tu mudas uma receita, atualiza os alérgenos pelo telemóvel e o ecrã reflete a mudança em segundos. Conforme o Regulamento (UE) 1169/2011.
Integração nativa total ainda não está disponível; a atualização de menu e preços é manual pelo painel. O plano Business+ oferece integrações sob medida para redes. Uma alternativa complementar é o menu digital QR, que funciona em paralelo com os ecrãs.
Bar ou restaurante pequeno com 1-2 ecrãs: plano Starter 9€/mês. Restaurante com salão e terraço (até 5 ecrãs): plano Pro 19€/mês (o mais popular). Restaurante com várias áreas ou franquia: plano Business 59€/mês. Rede multiunidade: plano Network 199€/mês (50 ecrãs). Ver todos os planos.
Sim. O player guarda até 48 horas de conteúdo em cache. Se o Wi-Fi do restaurante cair no meio do serviço, os ecrãs continuam a exibir o menu, o prato do dia e os alérgenos sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza apenas as últimas alterações.
Não. Cancela quando quiseres, sem multa. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5% de slots de anúncios de parceiros. Para removê-los, passe para Starter por 9€/mês.
Sim, e é a venda mais importante, porque o coberto que não entra está perdido. Quem passa com fome escolhe em poucos segundos entre o teu restaurante e o do lado, e decide pelo que vê: um menu apetitoso, o prato do dia, o preço claro. Um ecrã na fachada que mostra bem a tua cozinha e a especialidade faz entrar quem senão seguiria, e tu atualizas pelo telemóvel trocando o prato do dia ou a promoção da noite sem reimprimir nada na montra.
Sim, e é como tu guias o ticket. Uma vez sentado, o cliente decide o que pedir, e o ecrã o orienta para o que tu queres vender — o prato do dia de margem mais alta, a especialidade do chef, o menu-degustação. Mostrá-los com uma boa foto no momento certo desloca o pedido para o que rende mais e faz descobrir pratos que o cliente não pediria lendo só o menu escrito. É o teu conselho, tornado visível em cada mesa sem o empregado de mesa precisar insistir.
Sim, e é ticket médio que sobe de forma natural. O vinho para harmonizar, a sobremesa da casa, o digestivo se acrescentam quando aparecem: mostrá-los no ecrã do salão, com uma foto convidativa e no momento certo, faz nascer o pedido a mais justo enquanto o cliente pensa se quer algo mais. É upselling que o ecrã faz no lugar do empregado de mesa, e nas horas de pico, quando o salão está cheio, é o que recupera a harmonização que ninguém teria tempo de sugerir.
Sim, para quem chega sem reserva. Afixas o QR da fila na porta; cada grupo tira a senha e vê no telemóvel quantos tem à frente, e tu chamas o seguinte quando há mesa. Não é um sistema de reservas: não sabe quantas pessoas vêm em cada grupo, e o nome, se o pedires, apaga-se ao fechar a senha.

O teu primeiro ecrã,
ligado esta noite.

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