O petisco do dia, as bebidas e o jogo,
nos ecrãs do bar
Um bar muda de público e de oferta ao longo do dia: petisco no almoço, imperial à tarde, cocktails à noite, o jogo de sexta, o brunch de sábado. Com cartazes impressos tu não chegas, e uma lousa apagada não anima ninguém. Com Digisini tu mudas petisco do dia, happy hour, evento e carta de cocktails pelo telemóvel — fachada, balcão e área externa sincronizados — sempre com os alérgenos à mostra.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h
2 por 1 em cocktails · DJ sexta 22h · Brunch sáb 11h · Liga dos Campeões quarta
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Modelos prontos para tasca de bairro, cervejaria, bar de cocktails e gastrobar.
Petiscos e balcão
O petisco do dia, as porções do fim de semana, os pratos principais, vinhos por taça, imperiais da torneira e cocktails da casa — cada um com preço e disponibilidade. Quando acaba a coxinha ou o bolinho de bacalhau, tu marcas pelo telemóvel e o ecrã atualiza em segundos. Ninguém pede o que não tem.
Alérgenos visíveis por prato
Cada petisco mostra os alérgenos regulamentados: glúten, crustáceos, ovos, peixes, amendoim, soja, leite, oleaginosas, aipo, mostarda, gergelim, sulfitos, tremoço e moluscos. Tu atualizas pelo telemóvel quando muda a receita. Conforme o Regulamento UE 1169/2011. Sem plaquinha impressa que desatualiza.
Faixas e eventos
Aperitivo, almoço, after-work, jantar, drinks e brunch de fim de semana — o ecrã muda de faixa automaticamente. Programação desportiva (jogos, campeonatos), DJ e música ao vivo, datas especiais (Carnaval, Halloween, finais de campeonato): tu agendas com antecedência e o ecrã exibe na hora certa, na fachada e na área externa.
Operação de salão
Área externa e estacionamento disponíveis no ecrã da fachada. Chamada de senha quando há balcão e mesas simultâneos. Reservas para grupos e aniversários com antecedência. Tudo sem fidelidade: cancela quando quiseres, sem multa, sem permanência mínima.
O plano que o teu
bar precisa
Bar pequeno (tasca, cervejaria) com 1 ecrã: Starter 9€/mês. Bar com cozinha e área externa: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Gastrobar ou bar de cocktails com várias áreas: Business 59€/mês. Rede de bares: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos
Onde vai o ecrã
no bar
Um bar vive do movimento e do ticket por mesa. Cada ecrã trabalha uma dessas duas alavancas, da fachada à agenda de eventos.
Fachada
O happy hour, a promoção do dia, a imperial e o drink da casa. A fachada é a decisão de entrar: quem passa com sede escolhe em poucos segundos, e um happy hour bem anunciado, com o preço claro, faz entrar quem senão seguiria para o bar do lado.
Balcão
O menu, os drinks, as imperiais e os petiscos, com foto. A bebida e o petisco se escolhem pelos olhos: um menu com foto faz o cliente descobrir o drink autoral ou o petisco que não pediria só pelo nome, e sobe o ticket da mesa.
Área externa
O menu, os jogos e os eventos. Quem senta na área externa fica mais tempo: mostrar a agenda de jogos, a música ao vivo e os eventos anima o ambiente e faz a mesa consumir mais ao longo da noite.
Zona de jogos e eventos
A transmissão dos jogos, a música ao vivo e a agenda. O jogo enche o bar, e a agenda de eventos e shows fideliza a clientela que volta para não perder o próximo.

A fachada faz entrar,
o menu sobe o ticket
Um bar se joga o caixa no movimento que entra e no ticket de cada mesa. O ecrã trabalha os dois: atrai na fachada e gira o consumo na mesa.
Quem passa às onze da noite não está a escolher um bar: está a ver se está cheio. Ninguém entra num sítio vazio, e ninguém passa à frente de uma porta com gente a rir sem abrandar. O problema é que às sete e meia ainda não há ninguém, e é precisamente aí que se decide como acaba a noite. Um ecrã na porta com o que aí vem — o jogo às nove, o concerto às onze, a mesa de amigos que reservou — dá à rua a razão que a sala ainda não consegue dar. Não é montra: é dizer «isto vai encher» antes de encher.
Aqui ninguém lê o menu: espreita-o por cima do ombro de outro, de pé e às escuras. Num restaurante o cliente está sentado, com luz e com a carta na mão. Ao balcão de um bar há música alta, três pessoas à frente e sete segundos para decidir antes de chegar a vez. Isso muda o que pode lá estar: nada de listas, nada de descrições, uma coisa grande de cada vez e a rodar devagar o suficiente para ser apanhada a meio. Um menu de restaurante posto num bar não se lê mal — não se lê de todo.
A hora a que a cozinha fecha decide a última mesa da noite. Quem entra à uma menos um quarto quer saber uma coisa só: se ainda dá para comer alguma coisa. Ninguém pergunta — olha em volta, não vê ninguém a comer, e vai-se embora. Essa é a mesa mais rentável do turno, a que já decidiu ficar e só precisa de uma confirmação. Uma linha no ecrã a dizer «cozinha até à uma e meia» apanha-a à porta, e apanha-a sem que ninguém tenha de a ir buscar.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu PDV nem à tua caixa. O ecrã mostra o menu, o happy hour, os jogos e os eventos que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; as vendas continuam no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que atrai na fachada e gira o consumo na mesa.
O ecrã que passa o jogo e o ecrã que mostra a carta
parecem o mesmo aparelho e são dois assuntos completamente diferentes
Transmitir desporto num estabelecimento aberto ao público exige a assinatura comercial do canal — não a doméstica, ainda que o aparelho seja o mesmo e a imagem seja idêntica. É das poucas coisas deste negócio que gera coimas com regularidade, e a confusão é perfeitamente compreensível: do lado de cá vê-se uma televisão ligada, e ninguém tem motivo para imaginar que a diferença está no contrato e não no equipamento.
A consequência prática é que os dois ecrãs devem ser pensados em separado, e quase sempre são dois mesmo. O do jogo é grande, aponta para a sala e está ocupado durante noventa minutos com uma coisa que não podes mudar. O outro trabalha o resto do tempo — a montra, a carta, a hora morta da tarde — e é o único que continua a servir para alguma coisa às três da tarde de uma quarta-feira sem jogo. Tentar que um faça os dois trabalhos significa, na prática, ter uma televisão desligada duas horas por semana e sem função nas outras cento e sessenta.
Há um momento em que os dois se encontram e vale a pena aproveitá-lo: o intervalo. Quinze minutos com a sala cheia, toda a gente de pé e a olhar em volta, e um ecrã ao lado que pode dizer o que há para comer, que a cozinha fecha à meia-noite ou qual é o próximo jogo transmitido. É provavelmente o único quarto de hora da semana em que a atenção está garantida sem esforço nenhum — e passa quase sempre com uma publicidade que não é tua.
E convém escrever o calendário dos jogos onde se vê da rua, não só dentro. Quem escolhe onde ver um jogo decide-o horas antes e a caminho de outro sítio; o cartaz manuscrito na porta funciona, mas fica desatualizado à segunda semana e ninguém o refaz. É exatamente o tipo de informação que muda todas as semanas, que interessa a quem passa e que não interessa a mais ninguém.
Com toda a honestidade: nós não transmitimos canais nem temos nada a ver com direitos de desporto — o nosso ecrã mostra o que carregas e não substitui a assinatura de nada. Dizemo-lo porque é a confusão mais cara deste setor e porque a distinção, uma vez feita, aproveita-se: são duas superfícies com dois trabalhos e um único intervalo em comum.
Dúvidas comuns
de donos de bar e tasca
O teu primeiro ecrã,
ligado esta tarde.
Primeiro ecrã grátis para sempre. Sem cartão. Sem instaladores. Offline 48 h.
Começar grátis →14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão · Cancela quando quiseres · Bebida responsável
Leva o botão no teu email
Mandamos o link de 1 clique para criar a tua conta quando quiseres. Sem senha, sem cartão, sem compromisso. O teu primeiro ecrã GRÁTIS para sempre.
Sem spam. Só o link — tu decides quando entrar.