O pão francês e o café,
na tela do balcão
O cliente entra para comprar pão francês e sai só com o pão. Em vez de uma lousa escrita à mão, sobre o balcão ele vê o combo de café com pão de queijo por R$ 6,00, o bolo de aniversário encomendado para o fim de semana e a torta recém-saída do forno. Sai com mais coisas do que veio buscar. Você marca o que esgotou pelo celular.
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R$ 6,00 · bolos por encomenda · sem glúten
O que você mostra na tela
desde o primeiro dia
Modelos prontos para padaria de bairro e para confeitaria com forno próprio e cafeteria.
O produto do dia com preços
O pão francês, o pão de forma integral, o pão de queijo, o croissant, a torta e os bolos, cada um com seu preço. Quando acaba o pão de centeio ou sai a fornada das cinco, você marca pelo celular e a tela atualiza em 2-3 segundos. Ninguém pergunta por algo que já acabou.
Bolos e encomendas personalizadas
Os bolos de aniversário, casamento e celebração com foto e um QR para encomendar sem fila. Quem veio comprar pão vê o bolo do fim de semana e pede. É o produto de maior margem e o que enche o forno durante a semana, quando a venda no balcão diminui.
Combos de café da manhã e lanche por horário
De manhã o café com pão de queijo por R$ 6,00, à tarde o lanche com bolo e café, e no fechamento o que sobrou com desconto para não desperdiçar. A tela muda sozinha no horário que você definir. Aumenta o ticket médio e aproveita as horas entre os picos.
Alérgenos, forno próprio, horários e avaliações
A informação de alérgenos visível, o selo de forno próprio e massa caseira, os horários e as avaliações reais. O cliente celíaco encontra o pão sem perguntar e quem passa confia em um lugar que mostra o que faz. Você cumpre a legislação de alérgenos sem esforço.
O plano que sua
padaria precisa
Padaria pequena com 1 tela sobre o balcão: Starter R$49/mês. Padaria com tela de balcão + vitrine: Pro R$99/mês (3 telas, a mais popular). Padaria com cafeteria e várias áreas: Business R$299/mês. Rede de padarias multiunidade: Network R$999/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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A informação mais valiosa da padaria
é a que muda todo dia: a que horas sai o pão
Não é o preço nem a foto do bolo. É o horário do forno. O bairro inteiro organiza a ida em função dele, e quem chega vinte minutos antes espera de pé — mas quem não sabe simplesmente vem quando dá, e leva o que sobrou. É um dado que muda com a fornada e que nenhum cartaz consegue acompanhar.
Diga a hora, não a qualidade
«Pão quentinho» está escrito em todas as padarias do país e não informa ninguém. «Próxima fornada 17h20» muda o comportamento de quem lê: volta, espera, ou avisa alguém. É a diferença entre um adjetivo e uma instrução, e é a mesma diferença que separa uma tela útil de um cartaz decorativo.
O que acabou também é informação
Custa admitir e evita a pior conversa do balcão: a pessoa que entra decidida a levar aquilo e descobre no fim da fila que acabou. Escrito na porta, ela escolhe outra coisa antes de entrar e sai comprando; escondido, ela sai sem nada e com a sensação de ter perdido a viagem.
Depois das sete a conta é outra
O que não vende hoje é perda, e é a única categoria de negócio desta lista em que isso é literal. Uma condição que vale só nas duas últimas horas não cabe num cartaz impresso — que ficaria mentindo o resto do dia — e cabe perfeitamente num horário programado uma vez. É a forma mais barata de transformar perda em movimento numa faixa que hoje está vazia.
E o almoço não é o mesmo negócio
Ao meio-dia a padaria vira outra coisa: o prato do dia, o self-service, o preço por quilo bem visível. Quem entra às sete da manhã e quem entra ao meio-dia não vieram pela mesma coisa e não leem a mesma parede — e é a mesma parede. São dois conteúdos e um horário, definidos uma vez.

A encomenda não se perde no preço
se perde em não saber com quanto tempo pedir
O bolo de aniversário e a bandeja de salgados são a venda grande de uma padaria, e a maior parte das que não acontecem não é por dinheiro: é porque a pessoa lembrou tarde e não sabia que ainda dava tempo — ou achou que dava e não dava.
O prazo escrito faz o trabalho que o preço não faz. «Bolos com 48 horas, salgados com 24» é uma frase que não vende nada sozinha e que transforma uma dúvida em decisão. Quem lê isso numa terça já sabe que a festa de sábado cabe, e encomenda ali — em vez de deixar pra depois e acabar comprando pronto no mercado.
E o contrário também precisa estar escrito. Aceitar uma encomenda que não vai sair bem porque o cliente insistiu é a decisão que custa mais caro de todas: sai um bolo apressado, a festa é dele, e a história que ele conta depois é sobre a padaria. Um prazo visível na parede não é uma restrição — é o que permite dizer não sem parecer má vontade, porque a regra já estava lá antes de ele chegar.
O que a foto tem que mostrar não é o bolo bonito, é o tamanho. A pergunta real de quem encomenda é para quantas pessoas dá, e é a que ninguém responde: o cliente escolhe pela foto, erra o tamanho e a culpa fica com a padaria nos dois sentidos — sobra metade ou falta pra metade dos convidados. Uma linha com o número de fatias ao lado de cada opção resolve mais reclamação do que qualquer desconto.
Com franqueza: não gerenciamos pedidos nem agenda de encomendas. A tela mostra os prazos, os tamanhos e o que você carrega, e você atualiza pelo celular. O que ela faz é responder as três coisas — quando sai, até quando dá pra pedir e pra quantos serve — enquanto a pessoa ainda está na fila, que é o único momento em que ela vai perguntar.
Dúvidas comuns
de padeiros e confeiteiros
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ligada esta tarde.
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