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Para padarias, confeitarias e panificadoras

O pão francês e o café,
no ecrã do balcão

O cliente entra para comprar pão francês e sai só com o pão. Em vez de uma lousa escrita à mão, sobre o balcão ele vê o combo de café com pastel de nata por 2,20 €, o bolo de aniversário encomendado para o fim de semana e a torta recém-saída do forno. Sai com mais coisas do que veio buscar. Tu marcas o que esgotou pelo telemóvel.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h

PASTEL DE NATA + CAFÉ

2,20 € · bolos por encomenda · sem glúten

Atualizado pelo telemóvel

Confiança de padarias, confeitarias, panificadoras e padarias artesanais

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Para começar
99,9%
Uptime da plataforma

O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia

Modelos prontos para padaria de bairro e para confeitaria com forno próprio e cafeteria.

01

O produto do dia com preços

O pão francês, o pão de forma integral, o pão de queijo, o croissant, a torta e os bolos, cada um com o seu preço. Quando acaba o pão de centeio ou sai a fornada das cinco, tu marcas pelo telemóvel e o ecrã atualiza em 2-3 segundos. Ninguém pergunta por algo que já acabou.

02

Bolos e encomendas personalizadas

Os bolos de aniversário, casamento e celebração com foto e um QR para encomendar sem fila. Quem veio comprar pão vê o bolo do fim de semana e pede. É o produto de maior margem e o que enche o forno durante a semana, quando a venda no balcão diminui.

03

Combos de pequeno-almoço e lanche por horário

De manhã o café com pastel de nata por 2,20 €, à tarde o lanche com bolo e café, e no fechamento o que sobrou com desconto para não desperdiçar. O ecrã muda sozinho no horário que tu definires. Aumenta o ticket médio e aproveita as horas entre os picos.

04

Alérgenos, forno próprio, horários e avaliações

A informação de alérgenos visível, o selo de forno próprio e massa caseira, os horários e as avaliações reais. O cliente celíaco encontra o pão sem perguntar e quem passa confia num lugar que mostra o que faz. Tu cumpres a legislação de alérgenos sem esforço.

O plano que tua
padaria precisa

Padaria pequena com 1 ecrã sobre o balcão: Starter 9 €/mês. Padaria com ecrã de balcão + montra: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, a mais popular). Padaria com cafeteria e várias áreas: Business 59 €/mês. Rede de padarias multiunidade: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.

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A informação mais valiosa da padaria
é a que muda todos os dias: a que horas sai o pão

Não é o preço nem a foto do bolo. É o horário do forno. O bairro inteiro organiza a ida em função dele, e quem chega vinte minutos antes espera de pé — mas quem não sabe simplesmente vem quando dá, e leva o que sobrou. É um dado que muda com a fornada e que nenhum cartaz consegue acompanhar.

Diz a hora, não a qualidade

«Pão quentinho» está escrito em todas as padarias do país e não informa ninguém. «Próxima fornada 17h20» muda o comportamento de quem lê: volta, espera, ou avisa alguém. É a diferença entre um adjetivo e uma instrução, e é a mesma diferença que separa um ecrã útil de um cartaz decorativo.

O que acabou também é informação

Custa admitir e evita a pior conversa do balcão: a pessoa que entra decidida a levar aquilo e descobre no fim da fila que acabou. Escrito na porta, ela escolhe outra coisa antes de entrar e sai comprando; escondido, ela sai sem nada e com a sensação de ter perdido a viagem.

Depois das sete a conta é outra

O que não vende hoje é perda, e é a única categoria de negócio desta lista em que isso é literal. Uma condição que vale só nas duas últimas horas não cabe num cartaz impresso — que ficaria a mentir o resto do dia — e cabe perfeitamente num horário programado uma vez. É a forma mais barata de transformar perda em movimento numa faixa que hoje está vazia.

E o almoço não é o mesmo negócio

Ao meio-dia a padaria vira outra coisa: o prato do dia, o self-service, o preço por quilo bem visível. Quem entra às sete da manhã e quem entra ao meio-dia não vieram pela mesma coisa e não leem a mesma parede — e é a mesma parede. São dois conteúdos e um horário, definidos uma vez.

Montra iluminada de padaria com croissants e folhados na bandeja de baixo, massas recheadas no meio e pães trançados com gergelim em cima
É no balcão que a compra se decide: um ecrã ali mostra os preços de hoje sem precisar reescrever a lousa.

A encomenda não se perde no preço
se perde em não saber com quanto tempo pedir

O bolo de aniversário e a bandeja de salgados são a venda grande de uma padaria, e a maior parte das que não acontecem não é por dinheiro: é porque a pessoa lembrou tarde e não sabia que ainda dava tempo — ou achou que dava e não dava.

O prazo escrito faz o trabalho que o preço não faz. «Bolos com 48 horas, salgados com 24» é uma frase que não vende nada sozinha e que transforma uma dúvida em decisão. Quem lê isso numa terça já sabe que a festa de sábado cabe, e encomenda ali — em vez de deixar para depois e acabar comprando pronto no mercado.

E o contrário também precisa estar escrito. Aceitar uma encomenda que não vai sair bem porque o cliente insistiu é a decisão que custa mais caro de todas: sai um bolo apressado, a festa é dele, e a história que ele conta depois é sobre a padaria. Um prazo visível na parede não é uma restrição — é o que permite dizer não sem parecer má vontade, porque a regra já estava lá antes de ele chegar.

O que a foto tem que mostrar não é o bolo bonito, é o tamanho. A pergunta real de quem encomenda é para quantas pessoas dá, e é a que ninguém responde: o cliente escolhe pela foto, erra o tamanho e a culpa fica com a padaria nos dois sentidos — sobra metade ou falta para metade dos convidados. Uma linha com o número de fatias ao lado de cada opção resolve mais reclamação do que qualquer desconto.

Com franqueza: não gerimos pedidos nem agenda de encomendas. O ecrã mostra os prazos, os tamanhos e o que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel. O que ela faz é responder as três coisas — quando sai, até quando dá para pedir e para quantos serve — enquanto a pessoa ainda está na fila, que é o único momento em que ela vai perguntar.

Ninguém sabe quanto custa um croissant,
toda a gente sabe quanto custa o pão

É o único produto do balcão cujo preço os clientes conseguem dizer de memória, e por isso qualquer alteração se nota no primeiro dia. Quando a farinha sobe e a padaria tem de acompanhar, o problema não é a decisão : é a forma como se conta.

O que as pessoas aceitam é uma data, não uma explicação

Uma justificação longa sobre custos soa a desculpa e convida a discutir : cada cliente responde com a sua própria opinião sobre o mercado. Uma linha com a data —«a partir de segunda-feira»— fecha o assunto, porque com uma data não se discute, organiza-se. É a diferença entre dar uma notícia e pedir permissão, e quase todas as padarias fazem a segunda sem se aperceberem.

A subida que não se anuncia é a que se comenta

Se ninguém disse nada, descobre-se na caixa — e a partir daí a versão que circula é a que os clientes constroem entre eles, que é sempre pior do que a verdadeira. Duas semanas com uma frase visível antes da mudança, e depois retirá-la, custa dois minutos e substitui vinte conversas ao balcão feitas com pressa, com fila e com a pessoa errada a ter de explicar uma decisão que não tomou.

O que não se deve fazer é encolher o pão

Manter o preço e baixar o peso parece a saída suave e é a mais cara a prazo. Ninguém repara no primeiro dia e toda a gente repara ao fim de um mês, e nessa altura já não é uma questão de preço : é a sensação de que houve uma manobra. Uma subida honesta esquece-se em três semanas ; um pão que ficou mais pequeno sem aviso comenta-se durante anos, e é o género de coisa que passa de cliente para cliente sem que a padaria saiba.

E o momento certo é antes, não no próprio dia

Anunciar na véspera não dá tempo a ninguém e parece um aviso legal ; anunciar com duas semanas transforma a mudança em algo previsto. Há ainda uma vantagem prática que quase ninguém aproveita : quem sabe que sobe na segunda compra na sexta, e essa semana costuma ser boa. Não é o motivo para o fazer, mas é uma razão a mais para não deixar a comunicação para o último momento.

Vale a pena dizê-lo com todas as letras porque é o oposto do instinto : numa padaria, uma subida de preço bem comunicada custa menos clientes do que uma subida silenciosa e mais pequena. O que se está a proteger não é a margem daquele mês — é a única coisa que uma padaria de bairro tem e o supermercado não, que é saber-se com quem se está a falar.

Domingo às dez, fila até à porta
e «quem é a seguir?» a cada minuto

Numa padaria a fila anda depressa, mas ninguém sabe a ordem. O balcão vira um jogo de olhares, e quem é tímido fica sempre para o fim.

A ordem passa a estar escrita. Um QR no vidro da montra dá a cada cliente o seu número no telemóvel. A empregada chama «P-047 → Balcão» do telemóvel, a TV por cima do balcão mostra-o com um «ding-dong», e acabou a discussão sobre quem chegou primeiro.

No Natal, as encomendas não se misturam com o pão. Uma segunda letra para levantamento de encomendas — o bolo-rei, o pão de ló de sábado — com o seu QR, e quem vem buscar o que já pagou não fica atrás de dez pessoas a pedir carcaças.

E a TV continua a vender. Entre chamadas passa o pastel de nata acabado de sair e o pão do dia, que é o que quem está na fila tem tempo de ler. A configuração completa vem nas senhas por QR.

Com franqueza: numa padaria pequena, com uma pessoa ao balcão e a fila a andar em dois minutos, isto não compensa: a senha serve quando há fila a sério, ao domingo ou nas festas. E quem não traz telemóvel pede o número a quem atende.

Dúvidas comuns
de padeiros e confeiteiros

O produto do dia com preços (pão francês, pão de forma, pão de queijo, croissant, tortas, bolos), as encomendas de bolos personalizados com QR para pedir, os combos de pequeno-almoço e lanche (café + pastel de nata 2,20 €), a informação de alérgenos e o forno próprio, os horários e as avaliações. Tudo se muda pelo telemóvel em segundos, e tu marcas o que esgotou na hora.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen recente, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se a TV é antiga, um Fire Stick ou Chromecast (~30 €) o transforma em ecrã digital. Instalação: conecta a TV, abre o Digisini no navegador, insere o PIN de 6 dígitos. 5 minutos por ecrã.
Sim. Cada ecrã tem o seu conteúdo e a sua programação. A do balcão mostra o produto do dia e os combos, que o cliente vê enquanto espera na fila. A da montra exibe os bolos encomendados e os doces recém-saídos, que atraem quem passa na rua. Tudo independente e alterável pelo telemóvel.
Sim. Tu programas faixas: de manhã o combo de pequeno-almoço com café, à tarde o lanche com bolo e café, e no fechamento o que sobrou com desconto para não desperdiçar. O ecrã muda sozinho no horário que tu definires, sem precisar tocar em nada.
Padaria pequena com 1 ecrã sobre o balcão: plano Starter 9 €/mês. Padaria com ecrã de balcão + montra: plano Pro 19 €/mês (3 ecrãs, a mais popular). Padaria com cafeteria e várias áreas: plano Business 59 €/mês. Rede de padarias multiunidade: plano Network 199 €/mês (50 ecrãs, conta por unidade). Ver todos os planos.
Sim. O player guarda até 48 horas de conteúdo em cache. Se o Wi-Fi da padaria cair no meio da manhã, os ecrãs continuam a mostrar o produto, os combos e os preços sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza só as últimas alterações.
Não. Cancela quando quiseres, sem multa. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5% de slots de anúncios de parceiros. Quando quiser removê-los, passa para Starter por 9 €/mês.
Muito, porque o pão e o doce se compram pelos olhos. A compra na padaria é impulso e apetite: uma foto quente de uma fornada recém-saída, de um bolo caseiro ou de um salgado dourado dá mais vontade que o produto visto de lado no balcão. Um ecrã com as fotos apetitosas do produto do dia acende a compra e faz o cliente descobrir o doce ou o salgado que não tinha pensado em levar até vê-lo — é impulso que vira um item a mais em cada pedido na fila.
Sim, e é o ticket grande muitas vezes perdido. O pão do dia é o pão do dia; o bolo de aniversário, a bandeja de salgados para festa e o coffee break para empresa são a venda importante. Mas muitos clientes não sabem que tu fazes: compram o pão e vão em outro lugar para o bolo. Mostrar na montra os bolos por encomenda e os serviços para festa faz descobrir essa oferta e transforma o cliente do pão no cliente da festa — é venda grande que nasce só tornando visível o que tu já sabes fazer.
Sim, e é o que te distingue do pão industrial do mercado. O teu pão custa mais, e o cliente paga com gosto só se entende por quê: a fermentação natural, as farinhas selecionadas, a produção lenta. Contar no ecrã o que torna o teu produto artesanal desloca a percepção do preço para o valor e transforma « é mais caro » em « é outra coisa ». É a história que fideliza quem busca qualidade de verdade, e tu a comunicas sem precisar repetir a cada cliente o que há por trás do teu pão.
Só quando há fila a sério: ao domingo de manhã, nas festas, com encomendas para levantar. Aí um QR na montra dá a cada cliente o seu número, quem atende chama do telemóvel e a TV mostra-o. Num dia calmo, com a fila a andar em dois minutos, não faz falta e podes pausar a fila no painel.

O teu primeiro ecrã,
ligado esta tarde.

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