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Para floriculturas, floristas e lojas de plantas

A montra, as ocasiões e a entrega,
nos ecrãs da floricultura

Quem passa vê na montra o buquê do dia e os arranjos por ocasião — aniversário, casamento, condolências. Dentro, o cliente vê a flor da estação, as plantas com dicas de cuidados e os serviços: entrega local, casamentos e assinatura semanal. Tu mudas o buquê em destaque e a promo pelo telemóvel, principalmente em datas comemorativas como Dia dos Namorados, Dia das Mães e Finados.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h

ROSAS · DIA DOS NAMORADOS

Buquê do dia · entrega local · assinatura semanal

Mudado pelo telemóvel

A confiança de floriculturas, floristas e lojas de plantas

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios cadastrados
5 min
Do zero ao primeiro ecrã
99,9%
Uptime da plataforma

O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia

Templates prontos para a floricultura de bairro e para a loja de plantas com montra na rua.

01

Montra: buquês do dia por ocasião

A montra mostra o buquê do dia e os arranjos por ocasião — aniversário, casamento, condolências — e atrai quem passa na rua. Tu mudas a mensagem pelo telemóvel em segundos: novo destaque da semana, promo de data comemorativa ou liquidação de plantas sazonais sem reimprimir um cartaz e sem colar adesivos.

02

Catálogo, flor da estação e plantas e cuidados

O ecrã interno exibe o catálogo completo de arranjos, a flor da estação em destaque e as plantas com dicas de cuidados. O cliente que está na loja sabe o que está disponível, descobre a planta ideal para presentear e leva mais do que veio buscar — sem que tu precises explicar tudo do zero.

03

Pedidos com entrega, casamentos e assinatura semanal

Mostre os serviços que geram receita recorrente: entrega local, decoração para casamentos e eventos, e a assinatura semanal de flores frescas. O ecrã comunica a proposta de valor enquanto o cliente espera ou escolhe, sem que tu precises interromper o atendimento para explicar os serviços.

04

Datas comemorativas, Instagram e fidelidade

Dia dos Namorados, Dia das Mães, Finados e outras datas de pico: o ecrã já tem o layout pronto e tu só trocas o buquê em destaque e o preço pelo telemóvel. Completa com o feed do Instagram para mostrar os arranjos reais e um programa de fidelidade para trazer o cliente de volta na próxima semana.

O plano que a sua
floricultura precisa

Floricultura pequena com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Floricultura com montra + ecrã interno de catálogo: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja maior com múltiplas zonas: Business 59€/mês. Rede de floriculturas multiunidade: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.

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Onde vai o ecrã
na floricultura

Uma floricultura vive das ocasiões e do que vai além da montra. Cada ecrã trabalha uma frente: o impulso que passa e o catálogo que não cabe na montra.

Montra

O arranjo do dia e a ocasião da estação: Dia dos Namorados, Dia das Mães, formatura, Natal. A montra é impulso puro — quem passa e vê o buquê certo para data que vem entra —, e um ecrã que muda com a ocasião capta esse momento sem refazer a montagem.

Balcão

O catálogo completo que não cabe na montra: plantas de interior, arranjos, vasos, a flor de corte do dia e a entrega. O cliente descobre que tu fazes muito mais do que o exposto, e escolhe com calma entre toda a oferta em vez dos quatro buquês da montra.

Zona de eventos

Os casamentos, as decorações e o portfólio dos seus trabalhos. É a venda grande de uma floricultura, e mostrar as fotos dos teus eventos passados a quem entra por um buquê faz descobrir que tu podes cuidar do casamento ou do evento da empresa.

Serviços

A entrega, o pedido online e — sobretudo — a assinatura floral recorrente para empresas, restaurantes e hotéis. É a receita fixa que estabiliza a conta de uma floricultura, além do impulso da data comemorativa.

Canto de uma floricultura junto à montra com baldes de ranúnculos e papoulas, uma taça de latão e galhos secos encostados no vidro
O preço da rosa muda duas vezes em fevereiro, e o cartão é refeito à mão toda vez.

A ocasião vende por impulso,
a assinatura estabiliza

Uma floricultura vive de duas coisas: o impulso da ocasião e a receita recorrente. O ecrã trabalha as duas, e ainda mostra tudo o que não cabe na montra.

A ocasião é impulso, e o impulso se capta na hora. Boa parte da venda de uma floricultura nasce da data — Dia dos Namorados, Dia das Mães, um aniversário, um luto — e de quem passa e vê a flor certa para o momento. Um ecrã na montra que muda com a ocasião da estação capta esse impulso justo quando ele está vivo, e tu atualizas pelo telemóvel sem refazer a montagem toda semana.

O catálogo vende o que a montra não mostra. Na montra cabem quatro buquês; mas tu fazes plantas, arranjos, vasos, eventos. Um ecrã no balcão com o catálogo completo faz o cliente descobrir toda a sua oferta, e quem entrava por um buquê simples sai com a planta ou o arranjo maior. É o ticket médio que sobe só mostrando o que tu já tens mas não cabia na montra.

A assinatura é a receita que estabiliza. O impulso é irregular por natureza; a assinatura floral para empresas, restaurantes e hotéis é caixa fixo todo mês. Mostrá-la no ecrã — a quem entra e talvez toque um estabelecimento — abre uma linha de receita recorrente que poucas floriculturas aproveitam, e transforma um cliente ocasional na conta que te paga toda semana.

Com toda a franqueza: não gerenciamos o seu software nem os pedidos online. O ecrã mostra as ocasiões, o catálogo, os eventos e os serviços que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel conforme a data; os pedidos continuam no seu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que vende o impulso e abre a assinatura.

O preço da rosa muda duas vezes em fevereiro
e o que está no balde hoje não é o que estará amanhã

Numa floricultura as duas coisas que um cartaz precisa fixar — o preço e o que tem — são justamente as duas que se mexem sozinhas. O atacado sobe antes da data, o que chegou na segunda acaba na quarta, e o cartãozinho é refeito à mão toda vez. Nenhum outro negócio desta lista tem esse problema nos dois eixos ao mesmo tempo.

Daí sai uma consequência prática que quase nenhuma loja aplica: o que se mostra não é o catálogo, é o que existe hoje. Um catálogo bonito com o que tu às vezes tem produz a pior conversa possível do balcão — a pessoa entra pedindo aquilo e sai sem nada, porque já tinha decidido antes de ouvir a alternativa.

  • «Hoje tem» vale mais do que «fazemos». Três ou quatro linhas com a flor de corte que chegou, escritas quando se desencaixota, mudam a conversa de «não tem» para «tem isto». Leva o mesmo tempo que rabiscar um cartão e não precisa ser refeito quando o preço muda.
  • O preço com a data, não sem ela. Escrever o valor sabendo que vai mudar em duas semanas é o que obriga a refazer o cartaz. Com uma data de validade decidida na hora de criar, o preço da alta sai sozinho quando a data passa — e ninguém fica com um valor de fevereiro exposto em março.

E há a parte que decide a reputação do ano inteiro, porque um punhado de dias concentra boa parte do faturamento: até quando dá para encomendar. No Dia das Mães, nos Namorados e em Finados chega sempre alguém tarde demais, e o que ele leva embora não é um arranjo bom — é o que sobrou. Depois a lembrança que fica não é «pedi em cima da hora», é «a floricultura me deu isso».

Publicar o corte com antecedência — encomendas até quinta às 18h — não perde vendas: perde as vendas que iam sair mal. E deixa a loja livre para dizer sim a quem chegou a tempo, que é o cliente que volta no ano seguinte.

O mesmo vale para a entrega, que nessas datas é metade do movimento e é onde nascem quase todas as reclamações: até que bairro, até que hora, e o que acontece se não tiver ninguém. Três linhas fixas, sempre visíveis, que não mudam o ano inteiro — e que evitam a única discussão que estraga uma data comemorativa inteira.

Dúvidas comuns
de floriculturas

O buquê do dia e os arranjos por ocasião (aniversário, casamento, condolências), o catálogo com a flor da estação e as plantas com dicas de cuidados, os serviços de entrega local, casamentos e eventos, a assinatura semanal, e as promoções de datas comemorativas como Dia dos Namorados, Dia das Mães e Finados. Tudo se muda pelo telemóvel.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se o ecrã for antiga, um Fire Stick ou Chromecast (~R$ 200) a converte em ecrã digital. Tu conectas a TV, abre o Digisini no navegador, digita o PIN e em 5 minutos o primeiro ecrã já está a funcionar.
A montra, voltada para a rua, atrai quem passa: mostra o buquê do dia, a promo da semana e os arranjos por ocasião. O ecrã interno de catálogo serve quem já entrou: exibe a flor da estação, o guia de cuidados com as plantas, os serviços de assinatura e entrega, e sugere combinações ou upgrades. Tu podes ter as duas com o plano Pro (3 ecrãs).
Não existe integração nativa com softwares de gestão ou marketplaces de floricultura. O conteúdo dos ecrãs é gerenciado manualmente pelo telemóvel: tu atualizas o buquê em destaque, a promo do dia ou a disponibilidade em segundos. Para integrações automatizadas com o seu sistema de pedidos, o plano Business+ oferece soluções sob medida — fale com a equipa.
Floricultura pequena com 1 ecrã de montra: plano Starter 9 €/mês. Floricultura com montra + ecrã interno de catálogo: plano Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja maior com múltiplas zonas ou filiais: plano Business 59 €/mês. Rede de floriculturas multiunidade: plano Network 199 €/mês (50 ecrãs, conta por unidade). Ver todos os planos.
Sim. O player guarda até 48 horas de conteúdo em cache. Se o Wi-Fi da floricultura cair no meio de uma campanha do Dia das Mães, os ecrãs continuam a mostrar o buquê em destaque, os arranjos e os serviços sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza só as últimas mudanças.
Não. Tu cancelas quando quiser, sem penalidade. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5 % de slots de anúncios de parceiros. Quando quiser removê-los, passa para o Starter por 9 €/mês.
Muito, porque boa parte da venda de uma floricultura é impulso ligado à data. Dia dos Namorados, Dia das Mães, um aniversário, um luto: quem passa e vê a flor certa para o momento entra. Um ecrã na montra que muda com a ocasião da estação capta esse impulso justo quando ele está vivo, e tu atualizas pelo telemóvel sem refazer a montagem toda semana — desloca a mensagem para data que vem no exato momento em que as pessoas começam a pensar nela.
Sim, e é ticket médio recuperado. Na montra cabem quatro buquês, mas tu fazes plantas de interior, arranjos, vasos, flor de corte, eventos. Um ecrã no balcão com o catálogo completo faz o cliente descobrir toda a sua oferta, e quem entrava por um buquê simples sai com a planta ou o arranjo maior. É a conta que sobe só mostrando o que tu já tens mas não cabia fisicamente na montra, sem ocupar espaço na loja.
Pode, e é a receita que estabiliza a conta. O impulso da data é irregular por natureza; a assinatura floral para empresas, restaurantes e hotéis é caixa fixo todo mês. Mostrá-la no ecrã — a quem entra e talvez toque um estabelecimento — abre uma linha de receita recorrente que poucas floriculturas aproveitam, e transforma um cliente ocasional na conta que te paga toda semana. Destaque também a entrega, que amplia o alcance além de quem passa.

Seu primeiro ecrã,
acesa ainda hoje.

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