A montra, as ocasiões e a entrega,
nos ecrãs da floricultura
Quem passa vê na montra o buquê do dia e os arranjos por ocasião — aniversário, casamento, condolências. Dentro, o cliente vê a flor da estação, as plantas com dicas de cuidados e os serviços: entrega local, casamentos e assinatura semanal. Tu mudas o buquê em destaque e a promo pelo telemóvel, principalmente em datas comemorativas como Dia dos Namorados, Dia das Mães e Finados.
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Buquê do dia · entrega local · assinatura semanal
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para a floricultura de bairro e para a loja de plantas com montra na rua.
Montra: buquês do dia por ocasião
A montra mostra o buquê do dia e os arranjos por ocasião — aniversário, casamento, condolências — e atrai quem passa na rua. Tu mudas a mensagem pelo telemóvel em segundos: novo destaque da semana, promo de data comemorativa ou liquidação de plantas sazonais sem reimprimir um cartaz e sem colar autocolantes.
Catálogo, flor da estação e plantas e cuidados
O ecrã interno exibe o catálogo completo de arranjos, a flor da estação em destaque e as plantas com dicas de cuidados. O cliente que está na loja sabe o que está disponível, descobre a planta ideal para presentear e leva mais do que veio buscar — sem que tu precises explicar tudo do zero.
Pedidos com entrega, casamentos e assinatura semanal
Mostra os serviços que geram receita recorrente: entrega local, decoração para casamentos e eventos, e a assinatura semanal de flores frescas. O ecrã comunica a proposta de valor enquanto o cliente espera ou escolhe, sem que tu precises interromper o atendimento para explicar os serviços.
Datas comemorativas, Instagram e fidelidade
Dia dos Namorados, Dia das Mães, Finados e outras datas de pico: o ecrã já tem o layout pronto e tu só trocas o buquê em destaque e o preço pelo telemóvel. Completa com o feed do Instagram para mostrar os arranjos reais e um programa de fidelidade para trazer o cliente de volta na próxima semana.
O plano que a tua
floricultura precisa
Floricultura pequena com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Floricultura com montra + ecrã interno de catálogo: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja maior com múltiplas zonas: Business 59€/mês. Rede de floriculturas multiunidade: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
na floricultura
Uma floricultura vive das ocasiões e do que vai além da montra. Cada ecrã trabalha uma frente: o impulso que passa e o catálogo que não cabe na montra.
Montra
O arranjo do dia e a ocasião da estação: Dia dos Namorados, Dia das Mães, formatura, Natal. A montra é impulso puro — quem passa e vê o buquê certo para data que vem entra —, e um ecrã que muda com a ocasião capta esse momento sem refazer a montagem.
Balcão
O catálogo completo que não cabe na montra: plantas de interior, arranjos, vasos, a flor de corte do dia e a entrega. O cliente descobre que tu fazes muito mais do que o exposto, e escolhe com calma entre toda a oferta em vez dos quatro buquês da montra.
Zona de eventos
Os casamentos, as decorações e o portfólio dos teus trabalhos. É a venda grande de uma floricultura, e mostrar as fotos dos teus eventos passados a quem entra por um buquê faz descobrir que tu podes cuidar do casamento ou do evento da empresa.
Serviços
A entrega, o pedido online e — sobretudo — a assinatura floral recorrente para empresas, restaurantes e hotéis. É a receita fixa que estabiliza a conta de uma floricultura, além do impulso da data comemorativa.

A ocasião vende por impulso,
a assinatura estabiliza
Uma floricultura vive de duas coisas: o impulso da ocasião e a receita recorrente. O ecrã trabalha as duas, e ainda mostra tudo o que não cabe na montra.
A ocasião é impulso, e o impulso se capta na hora. Boa parte da venda de uma floricultura nasce da data — Dia dos Namorados, Dia das Mães, um aniversário, um luto — e de quem passa e vê a flor certa para o momento. Um ecrã na montra que muda com a ocasião da estação capta esse impulso justo quando ele está vivo, e tu atualizas pelo telemóvel sem refazer a montagem toda semana.
O catálogo vende o que a montra não mostra. Na montra cabem quatro buquês; mas tu fazes plantas, arranjos, vasos, eventos. Um ecrã no balcão com o catálogo completo faz o cliente descobrir toda a tua oferta, e quem entrava por um buquê simples sai com a planta ou o arranjo maior. É o ticket médio que sobe só mostrando o que tu já tens mas não cabia na montra.
A assinatura é a receita que estabiliza. O impulso é irregular por natureza; a assinatura floral para empresas, restaurantes e hotéis é caixa fixo todo mês. Mostrá-la no ecrã — a quem entra e talvez toque um estabelecimento — abre uma linha de receita recorrente que poucas floriculturas aproveitam, e transforma um cliente ocasional na conta que te paga toda semana.
Com toda a franqueza: não gerimos o teu software nem os pedidos online. O ecrã mostra as ocasiões, o catálogo, os eventos e os serviços que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel conforme a data; os pedidos continuam no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que vende o impulso e abre a assinatura.
O preço da rosa muda duas vezes em fevereiro
e o que está no balde hoje não é o que estará amanhã
Numa floricultura as duas coisas que um cartaz precisa fixar — o preço e o que tem — são justamente as duas que se mexem sozinhas. O atacado sobe antes da data, o que chegou na segunda acaba na quarta, e o cartãozinho é refeito à mão toda vez. Nenhum outro negócio desta lista tem esse problema nos dois eixos ao mesmo tempo.
Daí sai uma consequência prática que quase nenhuma loja aplica: o que se mostra não é o catálogo, é o que existe hoje. Um catálogo bonito com o que tu às vezes tens produz a pior conversa possível do balcão — a pessoa entra pedindo aquilo e sai sem nada, porque já tinha decidido antes de ouvir a alternativa.
- «Hoje tem» vale mais do que «fazemos». Três ou quatro linhas com a flor de corte que chegou, escritas quando se desencaixota, mudam a conversa de «não tem» para «tem isto». Leva o mesmo tempo que rabiscar um cartão e não precisa ser refeito quando o preço muda.
- O preço com a data, não sem ela. Escrever o valor sabendo que vai mudar em duas semanas é o que obriga a refazer o cartaz. Com uma data de validade decidida na hora de criar, o preço da alta sai sozinho quando a data passa — e ninguém fica com um valor de fevereiro exposto em março.
E há a parte que decide a reputação do ano inteiro, porque um punhado de dias concentra boa parte do faturamento: até quando dá para encomendar. No Dia das Mães, nos Namorados e em Finados chega sempre alguém tarde demais, e o que ele leva embora não é um arranjo bom — é o que sobrou. Depois a lembrança que fica não é «pedi em cima da hora», é «a floricultura me deu isso».
Publicar o corte com antecedência — encomendas até quinta às 18h — não perde vendas: perde as vendas que iam sair mal. E deixa a loja livre para dizer sim a quem chegou a tempo, que é o cliente que volta no ano seguinte.
O mesmo vale para a entrega, que nessas datas é metade do movimento e é onde nascem quase todas as reclamações: até que bairro, até que hora, e o que acontece se não tiver ninguém. Três linhas fixas, sempre visíveis, que não mudam o ano inteiro — e que evitam a única discussão que estraga uma data comemorativa inteira.
Dúvidas comuns
de floriculturas
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