A agenda, as salas e a orientação,
nos ecrãs da casa funerária
Uma casa funerária recebe várias salas com famílias distintas ao mesmo tempo. A informação precisa ser clara, sóbria e fácil de atualizar: qual velório em cada sala, horário da cerimônia, horário do cortejo, orientações às visitas. Com cartazes impressos, cada alteração implica reimpressão. Com Digisini, tu atualizas sala, horário e orientação pelo telemóvel, sem interromper o atendimento às famílias.
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SR. ANTONIO SILVA
Cerimônia 19h · Cortejo 20h30 · Sala 1 reservada
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Cada sala, cada família, cada momento — com a informação certa, no lugar certo, sem papel impresso e sem interromper o atendimento.
Agenda de salas
Cada ecrã mostra a sala, a pessoa homenageada, o horário da cerimônia, o horário do cortejo e a mensagem da família. A entrada exibe a agenda geral; cada sala, a tua própria informação. Quando o horário muda, tu atualizas pelo telemóvel em segundos — sem reimpressão, sem deslocar a equipa.
Orientação prática às famílias
Horários de visita, localização das salas e instalações, acesso ao café, estacionamento, rota de acessibilidade. A família encontra o que precisa nos ecrãs, sem precisar interromper a equipa com perguntas operacionais no momento mais difícil.
Serviços e trâmites
Cerimônias civis e religiosas, traslados, obituário online, livro de condolências digital, plano funerário. A informação fica visível para quem precisa conhecer os serviços disponíveis, de forma discreta e respeitosa, sem abordagem direta.
Espaço de memória
Com consentimento explícito da família: foto da pessoa homenageada, frase escolhida pelos familiares, agradecimentos aos presentes. O sistema permite mostrar apenas as iniciais ou ocultar a sala, conforme a preferência da família. Os dados são removidos da exibição ao término do serviço, em conformidade com a RGPD.
O plano adequado para
a tua casa funerária
Casa funerária pequena com 1 ecrã na entrada: Starter 9 €/mês. Casa com entrada e 2 a 3 salas: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, adequado para a maioria). Casa funerária maior com múltiplas salas e área administrativa: Business 59 €/mês. Rede de unidades ou grupo funerário: Network 199 €/mês (50 ecrãs, gestão centralizada). Todos com 14 dias de uso sem necessidade de cartão.
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Onde vai o ecrã
na casa funerária
Numa casa funerária o ecrã tem uma tarefa delicada: orientar e acompanhar as famílias com discrição, num momento de dor. Cada zona o faz com sobriedade.
Entrada e hall
A indicação, com discrição e sem alarde, dos velórios em andamento: a sala e o horário, para que cada família e cada visitante encontrem o seu lugar sem precisar perguntar. É uma informação essencial dada com a sobriedade que o momento pede.
Sala de velório
Uma homenagem recolhida à pessoa que se lembra: o nome e, somente com o consentimento da família, uma fotografia, num ambiente sóbrio e respeitoso. Um detalhe que dá dignidade à despedida, sempre dentro dos limites que a própria família decide.
Zona de informações
As indicações práticas que aliviam a família: o estacionamento, os horários, como chegar à igreja ou ao cemitério, os serviços disponíveis. Num momento difícil, ter essas informações claras evita à família uma preocupação a mais.
Zona administrativa
A comunicação interna e a organização da equipa, num ecrã que as famílias não veem. Coordena o trabalho com discrição, para que tudo transcorra com o cuidado e a pontualidade que o serviço exige.

Um acompanhamento discreto,
com a dignidade que o momento pede
Uma casa funerária não é uma loja: é um serviço às famílias num momento de dor. O ecrã, usada com sobriedade, ajuda a acompanhá-las com cuidado.
Orientar sem pesar. Quem chega a um velório está de luto e muitas vezes desorientado: procura uma sala, um horário, uma informação, e não quer ter de perguntar. Uma indicação clara e discreta na entrada — qual sala, a que horas — permite a cada um encontrar o seu lugar com serenidade. É um pequeno gesto de cuidado que alivia um momento já difícil.
A dignidade da despedida. Uma homenagem recolhida à pessoa que se lembra — o nome, e com o consentimento da família uma fotografia — dá à despedida uma nota de dignidade e de acolhimento, dentro de um ambiente sóbrio. Nunca é espetáculo: é respeito, e é sempre a família que decide o que mostrar e o que não. O ecrã apenas acompanha, com a medida que o momento impõe.
Aliviar a família das preocupações práticas. Na dor, cada detalhe prático pesa: onde estacionar, a que horas, como chegar à igreja. Manter essas informações claras e disponíveis evita à família uma preocupação a mais e permite que se concentre no que importa. É o jeito de uma casa funerária mostrar o teu cuidado mesmo nos detalhes mais simples.
Com toda a clareza: o respeito à privacidade das famílias é absoluto. Nada se mostra sem o consentimento delas, e os conteúdos — o nome, uma eventual fotografia — tu carregas e controla, conforme o que cada família autoriza. O Digisini é simplesmente o ecrã que ajuda a orientar e a acompanhar com discrição; a delicadeza do serviço continua, como sempre, nas tuas mãos.
«E agora, o que é que acontece?»
Ninguém sabe a sequência das próximas horas, e é isso que faz doer mais do que devia
Uma família que entra aqui pela primeira vez não sabe o que se passa a seguir: quando se decide, o que se decide hoje e o que pode esperar até amanhã, quem trata de quê, e a que horas terá de estar onde. A maior parte da ansiedade das primeiras horas não vem da perda — vem de não conseguir antecipar nada, num dia em que já não se tem cabeça para perguntar duas vezes.
Uma sequência escrita, com horas aproximadas, faz mais do que qualquer palavra de conforto. Não é uma lista de serviços: é o dia contado por ordem — o que está a acontecer agora, o que se decide dentro de duas horas, o que fica para amanhã de manhã. Quem lê isso encostado à parede do corredor recupera uma coisa que tinha perdido nessa manhã: a noção de que há um caminho e alguém que já o percorreu muitas vezes.
E resolve um problema concreto de quem trabalha aqui: a família chega em vagas. Primeiro um filho, depois o resto, e à noite os que vêm de longe. Cada um faz as mesmas cinco perguntas ao mesmo funcionário, que as responde com o mesmo cuidado da primeira vez, e é assim que uma tarde inteira desaparece. Escrito, o segundo e o terceiro chegam já a par: não substitui a conversa, tira-lhe a parte de logística e deixa-a para o que interessa.
O tom decide tudo, e aqui mais do que em qualquer outro sítio deste catálogo. Sem palavras técnicas, sem eufemismos e sem uma única menção a preços — « a certidão trata-se amanhã de manhã, connosco, não precisa de ir a lado nenhum » diz o que é preciso e diz também que a família não vai ser deixada sozinha com burocracia. É a diferença entre um ecrã que informa e um ecrã que se percebe que foi escrito por alguém que já esteve deste lado.
A parte que temos de dizer: os prazos, os documentos e o que é obrigatório variam com o caso e com o concelho, e não somos nós quem os pode escrever — essa sequência tem de ser redigida pela casa funerária, que a conhece de cor. E há um limite de bom senso: num velório, um ecrã que muda de conteúdo a toda a hora é a última coisa que essa sala precisa. Uma página parada, sóbria, chega e sobra.
Dúvidas comuns
de funerárias e câmaras mortuárias
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