A senha, os serviços e os avisos normativos,
nos ecrãs da agência
A sala de espera atende motivos muito diferentes — um depósito no caixa vai rápido, uma renegociação de financiamento com gerente leva tempo — e os cartazes impressos com horários, agência mais próxima ou informação de MB WAY ficam desatualizados a cada mudança normativa. No ecrã aparecem a senha em chamada, a fila por serviço, os horários de caixa e gerência, e os avisos obrigatórios ao cliente — RGPD, Livro de Reclamações, FGD, preçário — atualizados pelo telemóvel sem imprimir.
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Próximos: B05 conta · A03 gerente financiamento · E01 empresas · Reclamações à direita
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para agências de bairro, cooperativas e banca de empresas.
Senhas por serviço e fila visível
Caixa, atendimento geral, gestor de particulares e gestor de empresas cada um com a sua fila própria. A senha chamada aparece em destaque com o guiché de destino. O cliente vê no telemóvel quantos faltam e uma espera aproximada, sem precisar perguntar. A receção para de responder "quem é o próximo?". A fila flui por ordem e por tipo de demanda, sem confusão entre quem veio pagar uma conta e quem aguarda uma renegociação.
Serviços habituais da agência
Conta corrente e poupança, cartão de crédito e débito, financiamento imobiliário, crédito pessoal, PPR, investimentos e produtos para empresas — descritos como informação comercial sobre o serviço disponível. Sem recomendação personalizada e sem promessa de rentabilidade. O cliente sabe o que pode solicitar na agência antes de chegar ao guiché.Informação comercial. Não é recomendação personalizada de investimentos.
Avisos normativos obrigatórios
Provedor do Cliente e Livro de Reclamações com horário e canal de acesso, Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) — o que cobre e o limite vigente —, política RGPD e tratamento de dados, informação de adequação ao perfil de risco, avisos de MB WAY e transferências, e o preçário com a tabela de comissões de serviços prioritários. Todos atualizados a cada mudança normativa pelo telemóvel, sem reimprimir cartaz.Avisos exibidos conforme regulamentação do Banco de Portugal. Sem promessa de rendimento.
Informação prática ao cliente
Horários de caixa e de gerência diferenciada, feriados bancários com aviso antecipado, agências e correspondentes mais próximos, documentos necessários para cada trâmite (abertura de conta, domiciliação do ordenado, financiamento, leasing, cartão de empresa) e canais digitais — app, internet banking, WhatsApp corporativo — para resolver sem sair de casa. O cliente vai mais preparado ao guiché e o atendimento sai mais rápido.
O plano certo para
a tua agência
Agência com 1 ecrã na sala de espera: Starter 9 €/mês. Agência com sala de espera + caixa + entrada: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Agência maior com várias áreas: Business 59 €/mês. Rede de agências ou cooperativa multissede: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
na agência bancária
Numa agência bancária o ecrã informa e reduz a espera percebida, sempre com a discrição e a transparência que o setor exige.
Sala de espera
A senha chamada só pelo número (nunca o nome) e os produtos que educam: como funciona um empréstimo, quando vale consolidar dívidas, o que é a previdência privada. O cliente que espera é público atento para os serviços que tu queres apresentar, sem pressão.
Caixas
Os avisos operacionais, os horários, as medidas de segurança e os prazos. Uma informação clara no caixa reduz as perguntas repetidas e deixa o atendimento mais fluido, com a sobriedade que um banco pede.
Zona de consultoria
A oferta que se trata sentado: empréstimos, investimentos, previdência, crédito para empresas. Apresentada com calma e sem agressividade, prepara a conversa com o gerente e transforma a espera num agendamento de consultoria.
Receção e entrada
As obrigatoriedades: as taxas atualizadas, as condições, os canais de reclamação, a equipa responsável e os horários. Tudo o que a norma exige visível, sempre atualizado, sem o cartaz desbotado.
Número, não nome,
e a espera vira consultoria
Uma agência bancária se joga na confiança e na transparência. O ecrã reduz a espera percebida, educa sem pressão e é conforme, com a discrição do setor.
Número, não nome. A discrição no caixa não é negociável: a senha se chama pelo número, nunca com o nome nem qualquer dado do cliente. O Digisini não se conecta ao core bancário nem recebe dados: o sistema mostra o número da senha e os conteúdos que tu carregas, e nada do cliente sai da agência. Ordena a sala com a sobriedade que um banco pede, dentro do RGPD.
A espera pode virar consultoria. O cliente que espera tem alguns minutos e um interesse latente: um financiamento que está a avaliar, uma reserva para render, a previdência em que pensa há tempos. Educá-lo no ecrã — como funciona, quando vale, o que tu ofereces — sem agressividade prepara a conversa com o gerente e transforma uma espera passiva num agendamento de consultoria. É o jeito sóbrio de dar a conhecer os serviços, adequado ao tom de um banco.
A transparência sempre atualizada é conformidade e confiança. As taxas, as condições, os canais de reclamação: a norma exige que fiquem visíveis, e um ecrã os mantém atualizados sem o cartaz desbotado que dá a imagem de uma agência descuidada. Uma informação clara e atual é, num banco, parte da confiança que o cliente deposita em ti.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao core bancário nem ao dispensador de senhas, e não recebemos dados do cliente. A máquina da entrada pode continuar: o funcionário introduz no painel os números que ela emitiu e a TV chama-os, ao lado dos que vierem pelo QR. O ecrã mostra o número da senha, os produtos e os avisos que tu carregas, e tu atualizas tudo pelo telemóvel ou pelo painel. O Digisini é a camada de ecrã que informa e reduz a espera, com a discrição que o setor exige.
Quem empurra a porta
traz um problema ou vem assinar algo grande
O dia a dia mudou-se para o sofá há anos, e isso não esvaziou o balcão: mudou por completo quem lá entra.
O movimento de uma agência já vem filtrado de casa. O simples resolve-se sozinho, de noite, sem falar com ninguém. Sobram as duas coisas que a aplicação não sabe fazer: um problema que alguém tem mesmo de ver, e uma decisão grande que ninguém assina pelo telemóvel. Quase ninguém entra por curiosidade e quase ninguém entra contente — e isso muda a forma como é recebido tudo o que lá está escrito.
Por isso o cartaz de produto está escrito para um público que já não aparece. Uma agência cheia de campanhas fala com o cliente de há quinze anos, o que passava para levantar dinheiro e se deixava tentar. A quem está hoje sentado faz-lhe falta uma coisa bem mais simples: se o assunto dele fica resolvido hoje ou se terá de voltar, e em que secretária é que se trata. Ninguém oferece isso porque não vende nada, e é precisamente o que evita que uma espera seja vivida como abandono.
E fica o cliente para quem a agência é o único canal. Quem não usa a aplicação não é um cliente menos rentável: é o único que depende do edifício. Para ele, um horário de caixa que muda ou um serviço que passa a exigir marcação não é uma melhoria, é ficar de fora. E é exatamente aquele que não podes avisar pela aplicação — o que faz da parede da agência dele o único sítio onde esse aviso chega a tempo.
Com franqueza: o ecrã não abre processos nem substitui quem atende. Serve para que o que muda se saiba antes no único sítio onde certas pessoas o vão ler, e para que quem espera saiba se o assunto dele é de hoje.
Caixa ou atendimento?
Cada fila com o seu QR
Na agência, a máquina de senhas à entrada pede ao cliente que escolha o serviço num ecrã tátil. O QR faz o mesmo sem máquina.
Uma letra para a caixa, outra para o atendimento. C e A, cada uma com o seu QR afixado à entrada. O cliente lê o do serviço que quer e fica com o número no telemóvel. Quem não se entende com o telemóvel recebe a senha de quem está na caixa, sem mudar de lugar na fila.
A TV chama «A-018 → Gabinete 2». Com um «ding-dong», e no intervalo os avisos de transparência que tens de manter à vista e o crédito à habitação que queres apresentar. Cada funcionário escreve o seu posto uma vez e chama do seu telemóvel; a TV mostra o último em grande e os outros por baixo.
Sem dados obrigatórios. A senha não pede NIF nem número de cliente, e não toca no sistema do banco. O nome só entra se ativares essa opção na fila: o cliente escreve-o se quiser, o funcionário vê-o no telemóvel e o ecrã da sala continua a mostrar só o número. Os pormenores ficam nas senhas por QR.
Com franqueza: o sistema respeita só a ordem de chegada em cada fila; grávidas, idosos e clientes com deficiência passam à frente por decisão de quem está ao guiché, como hoje. Quem tem reunião marcada com o gestor de conta não precisa de senha.
Dúvidas comuns
de agências bancárias
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