A senha, os serviços e os avisos obrigatórios,
nos ecrãs do cartório
A sala de espera concentra atendimentos escalonados — escrituras, procurações, registos, autenticações. Um cartaz impresso com a tabela de emolumentos ou os horários fica desatualizado a cada mudança normativa. No ecrã aparecem a senha em atendimento, as próximas, a lista de serviços e os avisos obrigatórios — RGPD, ouvidoria, transparência, tabela vigente — atualizados pelo telemóvel sem editorar nada.
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Próximos: 12:00 procuração · 12:30 reconhecimento · 13:00 registo
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para o cartório com uma única sala de espera e para o cartório com várias salas de atendimento.
Fila do dia: senha em atendimento e próximas
A senha em atendimento e as seguintes, na TV. Quem chega tira a senha com um QR, sem dispensador, e vê no telemóvel quantos tem à frente, sem precisar de perguntar ao balcão. Quando um atendimento termina, chamas a seguinte pelo telemóvel e o ecrã muda na hora.
Serviços habituais do cartório
A lista completa dos serviços prestados: escritura pública, procuração, testamento, reconhecimento de firma, autenticação de documentos, registo de imóveis, registo civil (nascimento, casamento, óbito) e protesto de títulos. Cada serviço com o tempo médio de atendimento e se há disponibilidade no dia. O cidadão chega sabendo se pode ser atendido ainda hoje.
Avisos obrigatórios atualizados
A tabela de emolumentos vigente conforme a resolução do CNJ mais recente, as informações de RGPD e tratamento de dados pessoais, o canal de ouvidoria do cartório, o link de transparência e os horários de funcionamento. Quando há mudança normativa, tu atualizas o conteúdo pelo telemóvel em segundos — sem mandar reimprimir cartaz, sem colar por cima do antigo.
Orientação ao cidadão
Os documentos necessários para cada tipo de ato: Cartão de Cidadão, NIF, comprovativo de morada, certidão, matrícula do imóvel. Os lembretes de preparo antes do atendimento e os próximos passos após a lavratura ou o registo. O cidadão que aguarda na fila já sabe o que vai precisar apresentar quando chegar a tua vez — menos interrupções no balcão, menos atendimentos devolvidos por documento faltante.
O plano certo para
o teu cartório
Cartório pequeno com 1 ecrã na sala de espera: Starter 9 €/mês. Cartório com sala de espera + balcão de atendimento + área interna: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Cartório grande com várias salas e filas por serviço: Business 59 €/mês. Rede de cartórios ou grupo: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
no cartório
Um cartório lida com atos importantes e sigilosos. O ecrã informa e organiza a espera com discrição, e ajuda o cliente a chegar preparado.
Sala de espera
A senha chamada por número, com o sigilo que um ato exige, e a indicação dos documentos necessários por tipo de serviço: a escritura, o inventário, a procuração, a abertura de empresa, o reconhecimento de firma. O cliente informado chega preparado, com os documentos certos, e o ato acontece sem contratempos.
Salas de atendimento
A indicação das salas e o sigilo. Um ato de cartório é um momento importante e privado: uma organização clara e discreta das salas comunica a seriedade e a ordem que o cliente espera de um cartório.
Receção
Os avisos obrigatórios, os horários e as informações práticas. Manter clara a informação útil — onde ficam as salas, quando, o que trazer — alivia o cliente num serviço que muitas vezes ele vive com ansiedade e pouca familiaridade.
Zona administrativa
A comunicação interna e a organização do cartório, num ecrã que os clientes não veem. Coordena o trabalho com a discrição que o cargo exige.
O cliente chega preparado,
e a espera é discreta
Um cartório lida com atos que o cliente vive raramente e com pouca familiaridade. O ecrã o ajuda a chegar preparado e organiza a espera com sigilo.
O cliente informado poupa tempo de todos. Um ato de cartório — uma escritura, um inventário, uma procuração — pede documentos específicos que o cliente muitas vezes não sabe quais são, e chega sem. Indicar no ecrã, por tipo de serviço, os documentos necessários faz o cliente chegar preparado, com tudo em ordem, e o ato acontece sem remarcações. É tempo poupado para o cartório e para o cliente, e menos estresse num serviço já vivido com certa ansiedade.
O sigilo é obrigatório. Um ato de cartório é um momento importante e privado, e o cliente espera discrição. A senha chamada por número, sem citar nomes, e uma organização clara e sóbria das salas respeitam esse sigilo. O Digisini não trata os dados dos clientes nem se conecta ao sistema de gestão: mostra o número da senha e os conteúdos que tu carregas, e nada do cliente sai do cartório. A discrição é parte da seriedade que o serviço representa.
A ordem comunica a seriedade do cartório. O cliente vive o ato com solenidade e muitas vezes com pouca familiaridade: um atendimento claro, informações práticas visíveis e uma espera bem organizada comunicam a seriedade e a confiabilidade que se espera de um cartório. É o profissionalismo mostrado nos detalhes, que tranquiliza o cliente num momento em que ele encara um passo importante da própria vida.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu sistema de gestão nem tratamos os dados dos atos; a senha por número não expõe nenhum dado. O ecrã mostra os documentos necessários, os avisos e as informações práticas que tu carregas, e tu atualizas pelo painel. O Digisini é a camada de ecrã que informa o cliente e organiza a espera, com o sigilo devido.
Herdar dos pais não paga imposto.
Mas a declaração continua obrigatória — e tem data
É das poucas coisas boas do assunto e quase toda a gente a conhece pela metade: entre cônjuges, filhos e pais não se paga imposto sobre a herança. O que quase ninguém sabe é que a isenção não dispensa a participação às Finanças, que ela cabe a uma pessoa concreta da família e que tem um prazo curto — o fim do terceiro mês a seguir ao do óbito. Nas semanas em que ninguém está com cabeça para tratar de papéis, o relógio já está a contar, e a maior parte das famílias descobre isso quando o prazo vai a meio.
Há ainda um segundo detalhe que apanha toda a gente desprevenida: alguém tem de assumir o papel. A lei atribui essa responsabilidade a uma pessoa determinada — o cônjuge sobrevivo, ou o herdeiro que estiver em condições de o ser — e não é uma questão de boa vontade nem de quem tem mais tempo. Nas famílias grandes, ou nas que estão espalhadas por vários países, esse ponto sozinho consome semanas: toda a gente supõe que outra pessoa está a tratar disso. Uma frase escrita na parede de um cartório resolve a suposição antes que ela custe o prazo.
E depois há o problema dos papéis que vêm de fora, que num país com tanta gente a viver noutro é a regra e não a exceção. Uma procuração assinada em França ou na Suíça não serve por estar assinada: precisa de estar legalizada — apostila, quando o país aderiu à convenção que a prevê — e, conforme o caso, traduzida por quem tenha competência para o fazer. Quem não souber isto antes de marcar envia o documento, marca a escritura, e descobre no próprio dia que falta uma coisa que demora mais duas semanas a obter.
É por isso que estas três informações valem mais na parede do que em qualquer outro sítio. Nenhuma delas se procura na internet, porque para procurar é preciso saber que existe uma pergunta. Chegam a quem está sentado à espera de tratar de outro assunto — uma compra, uma autenticação, um reconhecimento de assinatura — e é precisamente essa pessoa que daqui a três meses vai precisar delas, na altura em que já não há margem para as descobrir.
Com toda a honestidade: isto não é aconselhamento jurídico, as regras e os prazos mudam e quem decide o que aparece és tu — o ecrã mostra o que carregas. O que te tiramos é a manutenção: corrigir uma linha no dia em que uma regra muda, em vez de retirar um aviso de cada sala.
Uma fotocópia certificada
atrás de uma escritura de uma hora
No cartório notarial, as escrituras têm hora. O que entope a sala são os atos rápidos sem marcação, que esperam sem saber por quanto tempo.
Os atos rápidos ganham fila própria. Uma letra para certificações, reconhecimentos de assinatura e termos de autenticação, com o seu QR na receção. Quem vem certificar três fotocópias tira a senha no telemóvel e sabe quantos tem à frente, sem perguntar à funcionária.
A sala chama por número. «R-008 → Balcão 1» na TV, com um «ding-dong», e nunca o nome de quem vai assinar uma procuração ou um testamento. Entre chamadas passam a tabela de honorários e os documentos que cada ato pede.
As escrituras continuam na agenda. O QR não as toca; ordena só quem chega sem hora. Detalhamos a montagem nas senhas por QR.
Com franqueza: não nos ligamos ao programa do cartório e a senha não sabe que ato traz cada pessoa: a fila é por ordem de chegada. Quem tem escritura marcada não passa por ela.
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