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Para negócios em Manaus — Amazonas Brasil

Sinalização digital
em Manaus

Cloud SaaS sem instalador: tela ativo em 5 minutos. Do Centro Histórico ao Adrianopolis, do Teatro Amazonas a Ponta Negra. Manaus = capital amazonas + Encontro das Aguas + Teatro Amazonas + porta para floresta.

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DIGISINI

Digital Signage

O que você pode fazer desde o primeiro dia

Tudo que o seu negócio precisa mostrar na tela.

Resto

Restaurantes (Centro, Ponta Negra)

Tambaqui, pirarucu, tucupi, jambu, guarana da Amazonia. Multi-idioma para turismo eco/aventura.

Hotel

Hotéis e jungle lodges (Centro + amazonas)

Multi-idioma (PT/EN/ES/FR/DE/IT — eco-tourism global), info Teatro Amazonas, Encontro das Aguas, Anavilhanas, Presidente Figueiredo cachoeiras.

Eco

Operadores eco-tour Amazonia

Tours selva, river cruises, fishing, indigenous communities. Cache offline critico (jungle WiFi inestavel). Cambios diarios condições.

Retail

Lojas Zona Franca de Manaus (eletrônicos)

Zona Franca = duty-free Brasil. Ofertas, novidades eletrônica. Multi-loja.

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Aqui o critério não é qual aparelho é melhor:
é qual se acha na cidade

Um equipamento comprado fora chega quando chega. Para uma tela que precisa ficar ligada, isso inverte a ordem das decisões.

A pergunta prática, e vale para tudo que compõe a instalação: se quebrar num sábado, onde eu compro outro hoje?

  • Equipamento de loja, não especializado. Uma TV e um aparelho de consumo se acham em Manaus no mesmo dia. Um player profissional pedido pela internet chega numa semana, e costuma falhar justamente quando mais está sendo usado.
  • Um reserva na gaveta. Um segundo aparelho, sem parear, custa pouco e transforma um defeito em dois minutos de trabalho em vez de uma semana de vitrine apagada. É o conselho mais barato desta página e o que mais vale aqui.
  • Nada que dependa de técnico. Um sistema que precisa de alguém para voltar a funcionar depende da agenda dessa pessoa; um que volta digitando um PIN depende só de quem está no balcão.

O segundo fator é a umidade, que é alta o ano inteiro. Não afeta uma tela atrás do vidro, mas afeta qualquer coisa instalada em área aberta ou semiaberta: o aparelho fica em local coberto e ventilado, atrás da tela e nunca no chão. É a precaução que decide se a instalação dura.

Nada disso é sobre software, e vale dizer: a parte digital funciona igual aqui e em São Paulo. O que muda é o que se compra e onde se coloca — duas decisões tomadas uma vez.

O rio sobe e desce metros todo ano
e com ele muda o que chega, quanto custa e por onde se passa

Em quase todo lugar a estação muda o que as pessoas querem comprar. Aqui muda antes uma coisa mais básica: o que existe para vender. É um ciclo anual, é previsível, e é público — e mesmo assim quase nenhum negócio programa nada em função dele.

Três efeitos que aparecem todo ano nas mesmas épocas:

  • O preço de algumas coisas muda muito. O que depende de transporte fluvial fica mais caro ou some por semanas. Um menu impresso com preço fica errado; a tela acompanha.
  • A oferta se inverte. Há épocas de fartura de um peixe e de escassez de outro. Anunciar o que não tem é o erro que mais custa, porque a pessoa entra, pergunta e sai.
  • O acesso muda. Em algumas ruas e comunidades, a época decide como o cliente chega — e portanto a que horas chega.

O que isso permite, e é raro em qualquer outro lugar, é programar com meses de antecedência sem adivinhar nada. A curva do rio se acompanha, as datas se repetem, e um conteúdo preparado em março para a época seguinte não é uma aposta: é uma leitura de um dado que já existe.

Existe um segundo uso que vale mais do que o comercial e custa o mesmo: dizer o que hoje não tem. Numa cidade onde a falta é sazonal e toda a gente entende isso, avisar antes de a pessoa perguntar é o oposto de uma má notícia — evita a viagem perdida e é exatamente o tipo de coisa que faz a pessoa voltar.

Anota em que semana do ano passado o preço do que você vende mudou de verdade. Duas ou três datas por ano bastam para programar a tela inteira com um ano de antecedência.

A queda de energia não apaga a tela
troca-lhe o canal

É a falha mais comum de uma tela de vitrine e quase nunca aparece nas listas de problemas, porque de dentro da loja não se percebe: quando a luz volta, a TV liga sozinha — só que na entrada errada. Do passeio aparece um canal aberto, um menu ou um «sem sinal».

O detalhe que faz isso durar dias é que a equipa está do lado de dentro. Ninguém trabalha olhando para as costas da tela, o cliente que passa não entra para avisar, e o dono só descobre quando alguém comenta de passagem. Uma vitrine pode ficar uma semana mostrando televisão aberta sem que a loja saiba.

São três ajustes, todos de uma vez só, e nenhum custa nada:

  • Ligar o HDMI-CEC. Cada marca dá um nome diferente — Anynet+, Bravia Sync, SimpLink —, e o que ele faz é justamente isto: quando o aparelho conectado acorda, a TV pula para a entrada dele sozinha. Vem desligado de fábrica na maioria dos aparelhos.
  • Conferir para onde a TV volta. Muitos modelos retornam à última entrada usada, e outros voltam ao sintonizador. Descobrir de qual tipo é a sua leva o tempo de tirar da tomada e ligar de novo, e é a única maneira de saber.
  • Um nobreak pequeno, só para o aparelho. Não para a TV — para o player, que consome quase nada. Se ele não reinicia, não há nada para reencaixar quando a energia volta, e a tela retoma sozinho.

E aqui essa última linha vale mais do que na maioria dos lugares, pela mesma razão que já organiza o resto desta página: o que protege o aparelho custa uma fração do que custa esperar por outro. Um filtro de linha decente é dinheiro pequeno; um player queimado é uma semana de vitrine apagada, e nesse intervalo o problema já não é técnico, é de quem passa na frente e vê uma tela morto.

Vale conferir também o que a tela faz sozinho às seis da manhã, quando ninguém está lá. Programar para ligar e desligar em horário fixo tira a decisão de toda a gente — e evita a outra versão do mesmo problema, que é a vitrine acesa a noite inteira mostrando o menu do almoço para uma rua vazia.

Perguntas
frequentes

Suporte por email em português. Cloud SaaS — localização do fornecedor não afeta o serviço.
5 minutos. Registro, conecta Chromecast/Fire Stick, escaneia PIN. Sem esperar instalador.
Sim, espalhados pelos nossos mercados. Maioria PMEs em restauração, retalho e serviços. Sem fidelidade.
Sim. Plano Network gere todos as telas de painel central.
O que se acha na cidade no mesmo dia: uma TV comum e um aparelho de consumo. Um player profissional pedido pela internet chega numa semana e costuma falhar justamente quando está sendo mais usado. O critério útil é um só — se quebrar num sábado, onde eu compro outro hoje?
Atrás do vidro não. Afeta o que fica em área aberta ou semiaberta, então o aparelho vai em local coberto e ventilado, atrás da tela e nunca no chão. É a precaução que decide se a instalação dura, e não tem nada a ver com o software.

Começa hoje.
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