Sinalização digital
em São Paulo
Cloud SaaS sem instalador físico: tela ativo em 5 minutos. De Vila Madalena a Itaim Bibi, de Oscar Freire a Faria Lima. Suporte em português.
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Digital Signage
O que você pode fazer desde o primeiro dia
Tudo que o seu negócio precisa mostrar na tela.
Restaurantes e bares (Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Centro)
Menu do dia, happy hour, almoço executivo. Muda tudo do celular sem reimprimir.
Lojas e franquias (Oscar Freire, Iguatemi, Cidade Jardim)
Ofertas semanais, lançamentos, Black Friday coordenado. Multi-loja de painel central.
Escritórios e coworkings (Faria Lima, Vila Olimpia, Itaim)
Boas-vindas a visitas, comunicação interna, KPIs em tempo real. Self-service sem TI.
Hotéis (Jardins, Centro, Itaim)
Boas-vindas multi-idioma (PT/EN/ES), eventos do dia, gastronomia interna.
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o plano Starter
Plano Starter (9€/mês): 1 tela, sem marca d'água. Network: multi-loja para redes em SP. 14 dias grátis.
Numa cidade de vinte milhões,
o seu cliente mora a dez minutos e não mais
A intuição diz que aqui há mercado para tudo. Na prática acontece o contrário: como atravessar a cidade custa uma hora, quase ninguém o faz por uma compra. O raio real de um comércio de rua em São Paulo é menor que o de uma cidade pequena, onde ir de uma ponta à outra leva dez minutos.
Isso inverte várias decisões que costumam ser tomadas ao contrário:
- Não vale a pena comunicar para «São Paulo». Vale comunicar para as ruas de onde alguém consegue vir a pé ou em quinze minutos. Tudo o resto é audiência que nunca vai aparecer.
- A concorrência que importa é a de duas quadras. Uma loja igual do outro lado da cidade não te tira um cliente. A padaria da esquina seguinte, sim.
- A repetição é altíssima. As mesmas pessoas passam pela sua porta todos os dias úteis, muitas vezes duas vezes. É o cenário em que um conteúdo parado se apaga mais rápido: numa semana já ninguém o vê.
A consequência prática é que a rotação semanal aqui não é um luxo, é o mínimo. Num lugar de passagem, um conteúdo pode ficar um mês. Num bairro paulistano com o mesmo fluxo diário, um mês é tempo suficiente para que a vitrine deixe de existir para quem passa — e a partir daí ela não está comunicando nada, está apenas acesa.
Há um segundo efeito, este a favor: com raio pequeno e repetição alta, dá para ser específico. Falar do que interessa àquelas ruas — o horário de saída daquela escola, o dia em que aquele mercado fecha, o que costuma faltar às sextas — funciona porque quem lê reconhece. É exatamente o tipo de conteúdo que uma rede grande não consegue produzir, e é grátis para quem está ali todos os dias.
Vale a pena dizer o que isto significa para quem tem mais de um ponto: duas lojas em São Paulo são dois negócios diferentes, com públicos, horários de pico e concorrentes distintos. Programar os dois telas com o mesmo conteúdo a partir do mesmo painel é a forma mais rápida de estar errado num dos dois todos os dias.
Antes de decidir o que colocar, desenhe no mapa o círculo de quinze minutos em volta da sua porta. Quase sempre é muito menor do que se imagina, e é a única audiência sobre a qual vale a pena tomar decisões.
Há ruas onde todos vendem o mesmo
e o cliente vem para comparar — não para descobrir você
Nas ruas especializadas o cliente já decidiu o que quer e veio ao lugar onde há quarenta opções. Isso muda completamente o trabalho da vitrine: ninguém precisa ser convencido do produto, e ninguém vai entrar nas quarenta. A decisão se toma andando, comparando fachadas.
O que decide numa rua assim, e não é o que se costuma pôr:
- O preço, sem rodeio. Numa rua de comparação, quem não mostra preço é descartado antes de ser considerado. Não é uma escolha de posicionamento: é ficar fora da lista.
- O que você tem que os outros não. Uma marca, um tamanho, um serviço. Uma coisa só, dita grande — porque é o único critério que resta quando o produto é igual.
- E se tem em stock agora. Depois de entrar em três lojas e ouvir «esse acabou», a quarta que escreve o que tem ganha a venda sem competir por preço.
Existe uma vantagem coletiva que às vezes se esquece por competir de perto: a rua inteira atrai porque tem quarenta lojas. Nenhuma delas traria essa gente sozinha. Isso significa que o inimigo não é o vizinho — é a compra online, e o que a rua tem contra ela é ver, tocar e levar hoje.
Há um detalhe físico próprio destas ruas: as fachadas são estreitas e coladas. Poucos metros por loja, tudo iluminado, tudo cheio. Nesse contexto o que destaca não é mais cor nem mais brilho — é o oposto: uma superfície limpa com uma informação só, que numa parede de ruído é o que o olho consegue ler.
Ande cem metros pela sua rua olhando as vitrines dos concorrentes. O que você conseguires ler de todas elas é o que o cliente também lê — e o que nenhuma diz é o espaço que você tem livre.
Perguntas
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