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Status em tempo real, calendário anual, override 1-clique

Ecrã de
horários
que muda sozinho

Bianca, dona da Padaria Sol em Belo Horizonte, configurou o calendário uma vez em março: ter-dom 7:00-14:00, segunda fechada, férias de 1 a 15 de agosto, Natal e feriados nacionais. O ecrã da montra troca ABERTO/FECHADO sozinho minuto a minuto e quem passa de noite descobre a que horas ela abre amanhã. Bianca não toca em nada o resto do ano.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão de crédito · Cancela quando quiseres

ABERTO
Fecha às 14:00
em 47 minutos
TER-DOM 7:00-14:00
SEG fechado
Férias 1-15 ago
📍 Padaria Sol · Rua do Sol 12 · Belo Horizonte
Troca automática a cada minuto

Horários visíveis 24/7 — quem passa de noite descobre a que horas tu abres amanhã

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Do telemóvel ao ecrã
99,9%
Uptime da plataforma

Seis coisas que faz
este ecrã

Cada função pensada para negócios que passaram anos imprimindo cartãozinho de horário e trocando à mão a cada feriado.

01

ABERTO / FECHADO em tempo real

O ecrã conhece o teu horário e troca o estado sozinho minuto a minuto. Às 14:00 passa de ABERTO para FECHADO e mostra "Amanhã 7:00". Quem passa de noite descobre a que horas tu abres sem precisar entrar.

02

Calendário anual de feriados programado

Tu configuras 24 e 31 dez fechado, 25 dez feriado, Sexta-feira Santa e Páscoa, Carnaval segunda e terça, Dia de Portugal, Independência, Finados, Proclamação e festa junina local — o ecrã aplica sozinho cada ano. Carnaval e Páscoa mudam de data e ele ajusta-se sozinho.

03

Férias programadas meses antes

Em março tu programas o fechamento de 1 a 15 de agosto. Desde 1 de julho o ecrã mostra "Férias de 1 a 15 ago, voltamos no 16". Os clientes habituais ficam a saber sem ti ter que colar cartaz à mão.

04

Multi-filial com horários diferentes por loja

Plano Network: cada filial gere o teu horário próprio pelo painel central. A do centro abre 7-14, a do bairro 8-15, a do shopping 10-22 todos os dias. Cada ecrã mostra o seu.

05

Override 1-clique emergência

Hoje tu fechas às 12:00 por inventário, falta luz, festa da rua ou casamento do filho. Toca em "fechamento temporário" no telemóvel e o ecrã muda na hora. Volta ao horário normal sozinho no dia seguinte.

06

Sync Google Calendar / iCal eventos

Conecta o teu Google Calendar e os eventos (degustação com o padeiro, oficina infantil, aniversário de funcionário, prova de vinho) aparecem no ecrã sem ti tocar no painel. Tu só adicionas o evento na agenda como sempre.

De 0 € a rede
de 50 lojas

Tu começas grátis com 1 ecrã para sempre. Sobe para Pro (19 €) quando quiseres Google Calendar e override 1-clique. Network (199 €) se tiver várias filiais com horários diferentes.

Free
1 ecrã para sempre
0 €/mês
1 ecrã
  • Horário semanal básico
  • Status aberto/fechado
  • Marca d'água Digisini
Começar grátis
Starter
1 loja, sem marca d'água
9 €/mês
1 ecrã
  • Calendário anual feriados
  • Férias programadas
  • Sem marca d'água
Testar 14 dias
Business
Loja grande até 10 ecrãs
59 €/mês
10 ecrãs
  • Permissões por utilizador
  • Subcontas por zona
  • Suporte prioritário
Testar 14 dias
Network
Rede de 3-50 lojas
199 €/mês
50 ecrãs
  • Horário diferente por filial
  • Feriados locais por cidade
  • Painel multi-loja
  • Suporte dedicado
Testar 14 dias
Enterprise
50+ lojas, integrações sob medida
Contacto
Ilimitado
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O horário que está na porta
não é o que a maior parte das pessoas consulta

Antes de sair de casa, quase toda a gente confere no telemóvel. Se o que aparece ali não bate com o que está na porta, quem decide é o telemóvel — e a discrepância só se descobre quando alguém aparece à hora errada e o diz ao balcão.

As duas fontes desalinham-se sempre pelos mesmos motivos, e nenhum é descuido:

  • Mudam-se os horários na porta e não online. A porta está à mão e o perfil online não; passam meses até alguém se lembrar.
  • Os feriados são a exceção que ninguém carrega. Online é preciso indicá-los um a um, e é trabalho que se faz uma vez por ano ou não se faz.
  • E há alterações que só existem num sítio. «Hoje fechamos mais cedo» aparece num papel na porta e em mais lado nenhum.

A consequência prática é que o horário tem de se manter em dois sítios ou não se mantém em nenhum. E como um deles é o que a maioria consulta, a ordem correta é atualizar primeiro o que está online e depois o que está na rua — que é exatamente a ordem inversa à que se faz.

Um ecrã não resolve esse trabalho, mas muda uma coisa concreta: a informação da rua deixa de ser um papel e passa a ser algo que se muda de onde tu estiveres, no mesmo momento em que se muda a outra. As duas atualizações passam a caber no mesmo minuto, e é isso que faz com que a segunda deixe de ficar por fazer.

Há ainda uma informação que só a porta pode dar e que nenhuma ficha online mostra bem: o que se passa hoje. Fecho antecipado, obra na rua, entrega a chegar. É o conteúdo mais lido de qualquer montra e o mais impossível de manter em papel.

Verifica hoje o que diz o teu perfil online e compare com a porta. Na maior parte dos casos há pelo menos uma diferença, e costuma ser um feriado ou um horário de verão que ficou de um ano para o outro.

Metade dos dias confusos
nem sequer são feriado

O problema não são os feriados: esses toda a gente reconhece. O problema é a categoria do meio — o ponto facultativo, que não é feriado, não obriga ninguém e mesmo assim esvazia a cidade. Ninguém consegue deduzir o que a tua loja faz nesses dias, porque não existe regra para deduzir.

O carnaval é o caso que se repete todo ano e nunca fica resolvido. Segunda e terça não são feriado nacional por lei, e ainda assim quase tudo para. Uns abrem, outros fecham, outros abrem meio período — e o cliente, que sabe disso, nem tenta. E a quarta-feira de cinzas é a mais ambígua de todas: a convenção diz expediente a partir do meio-dia, quase toda a gente já ouviu falar, e praticamente ninguém escreve na porta se é o que faz. Quem chega às nove e encontra fechado não conclui que era cinzas: conclui que essa loja abre quando quer.

E há os feriados municipais, que mudam de cidade em cidade dentro da mesma região metropolitana. Aniversário da cidade, padroeiro: quem mora a quinze minutos daqui está num município com outro calendário e não tem como saber o teu. Numa rua comercial que atende gente de três cidades vizinhas, isso não é um detalhe — é um dia inteiro de gente batendo na porta errada, ou pior, um dia inteiro de gente que nem saiu de casa.

A conta é o contrário do que parece: o trabalho é pequeno e concentrado. Não são trezentos e sessenta e cinco dias, são oito ou dez datas ambíguas por ano, e todas são conhecidas com meses de antecedência. Programadas de uma vez, numa tarde, aparecem sozinhas no dia certo e somem sozinhas no dia seguinte. É o único conteúdo do negócio que se resolve inteiro uma vez por ano — e é justamente o que quase sempre se resolve com um papel escrito à mão na véspera.

O que se escreve importa tanto quanto quando. «Feriado» não informa nada a quem está no passeio: informa «hoje fechado, amanhã abre às 9» ou «hoje só até as 13». A palavra que resolve é a próxima abertura, não o motivo do fechamento — o cliente não precisa saber por que tu fechaste, precisa saber quando voltar. E se o dia for de meio período, dizer qual metade vale mais do que dizer que é meio período.

Com toda a franqueza: a gente mostra as datas que tu programas e não conhece o calendário do teu município nem a convenção do teu setor. O que a tua categoria pode ou deve fazer em cada data é assunto do sindicato e do teu contador — o ponto aqui é só que essas datas existem, são poucas, são previsíveis, e quase ninguém as programa.

O feriado municipal fecha a rua toda.
E quem veio de outro concelho — ou de outro país — chegou a uma porta fechada sem perceber porquê

Em Portugal cada concelho tem o seu: um dia em que o comércio local fecha e a cidade ao lado trabalha normalmente. Para quem vive ali é evidente e não precisa de aviso nenhum; para toda a gente que vem de fora — turistas, gente que trabalha noutro concelho, quem só vem cá às compras — é um dia perdido que não estava marcado em lado nenhum. E a culpa, no fim, fica associada à loja fechada, não ao calendário.

O aviso útil não é o do próprio dia: é o da semana anterior. No dia do feriado a porta está fechada e já não há nada a comunicar a quem lá está; o que evita a viagem é a linha que se lê nos sete dias antes, quando ainda dá para trocar os planos. É o mesmo raciocínio de qualquer encerramento — férias, obras, um dia de formação —, e é o único caso em que uma informação sobre estar fechado gera vendas em vez de as perder: quem sabe que fechas na terça vem na segunda.

Depois há a metade que quase ninguém escreve e que vale mais: o que abre. Num feriado municipal a cidade não pára toda — há cafés, farmácias de serviço, uma padaria. Uma loja que aproveita o teu ecrã para dizer « hoje estamos fechados: o café da esquina está aberto » não está a mandar clientes embora, está a fazer aquilo que faz voltar as pessoas. É de graça, custa uma linha, e é o tipo de gesto de que um bairro se lembra.

E há um detalhe operacional que transforma isto de intenção em hábito: escrever os quatro ou cinco dias do ano de uma vez. Feriado municipal, encerramento de férias, o dia da formação, a véspera de Natal com horário reduzido. Meia hora em janeiro, programados com data, e o assunto desaparece da cabeça de toda a gente durante doze meses — que é exactamente o contrário do que acontece hoje, quando alguém se lembra na véspera e escreve um papel à pressa.

Com clareza sobre o que fazemos: nós não sabemos qual é o feriado do teu concelho nem temos calendário nenhum embutido, e por isso essas datas escreve-as quem abre a porta. O que fazemos é permitir programá-las com antecedência, e sobretudo que a mensagem desapareça sozinha no dia seguinte — porque um aviso de encerramento esquecido no ecrã durante uma semana faz mais estragos do que o próprio encerramento.

O que mais nos
perguntam

O ecrã conhece os teus horários e troca o estado sozinho minuto a minuto. Às 14:00 passa de ABERTO para FECHADO e mostra a próxima abertura. Não precisa tocar em nada.
Sim. Tu defines o calendário anual uma vez (24 e 31 dez fechado, 25 dez feriado, Sexta-feira Santa e Páscoa, Carnaval segunda e terça, Dia de Portugal, Independência, Finados, Proclamação, festa junina local) e o ecrã aplica sozinho. Útil para Carnaval e Páscoa que mudam de data todo ano.
Sim. Plano Network (199 €/mês até 50 ecrãs) gere cada filial com o seu próprio horário num painel central. A filial do centro abre 7-14, a do bairro 8-15, cada uma mostra o seu.
Sim. Conecta o teu Google Calendar ou iCal e os eventos especiais (degustação, oficina, fechamento por inventário, aniversário de funcionário) aparecem no ecrã sem ti fazer nada a mais.
Sim. O ecrã guarda em cache as próximas 48 horas. Se o wifi cai às 13:30 e às 14:00 é hora de fechar, o ecrã troca ABERTO→FECHADO igual. Quando a internet volta, sincroniza.
Sim. Tu configuras qualquer combinação: seg-sex 9-14 e 17-20, sábado só de manhã, quarta fechado por descanso. O ecrã mostra o status atual e a próxima troca.
Não. Cancela quando quiseres sem multa e a programação de calendário é ilimitada. Não cobramos por dia especial programado nem por troca de horário.

O horário tu configuras
uma vez. O ecrã faz
o resto do ano.

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