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Para hostels, hostels mochileiros, party hostels, hostels boutique e pousadas urbanas

A receção, o bairro e o programa de hoje,
nos ecrãs do hostel

Um hostel recebe hóspedes a toda hora, de muitos países, com perguntas iguais: como chegar, onde comer barato, o que visitar, que horas é o free walking tour, onde fica a lavandaria, que evento tem hoje. Com cartazes impressos tu sempre atrasas, e quatro idiomas em post-its não funciona. Com Digisini tu mostras hora local, clima, eventos do hostel, programa do dia e infos do bairro no ecrã — receção, sala comum e quintal sincronizados — e atualiza tudo pelo telemóvel em segundos.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Multi-idioma automático

FREE WALKING TOUR · 11:00

Jantar coletivo 20:00 · Café 7-10 · Receção 24h · WiFi: HOSTEL2026

Atualizado da receção

A confiança de hostels, hostels mochileiros, party hostels e pousadas

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Para começar
99,9%
Uptime da plataforma

O que aparece no ecrã
desde o primeiro dia

Templates prontos para hostel mochileiro, party hostel, hostel boutique e pousada urbana. Multi-idioma automático PT/EN/ES/FR/DE/IT.

01

Boas-vindas e receção

Hora local, clima, mensagem de boas-vindas multi-idioma (PT/EN/ES/FR/DE/IT), wifi e senha, horários da receção. O hóspede de qualquer país vê as infos no próprio idioma quando o slide rotaciona — sem precisar perguntar na receção.

02

Eventos do hostel

Free walking tour, jantar coletivo, pub crawl, tour gastronómico, passeios de fim de semana, intercâmbio de idiomas, troca de livros e festas. A receção atualiza horários e pontos de encontro pelo telemóvel em segundos.

03

City info e bairro

Como chegar ao aeroporto e ao centro, pontos imperdíveis da cidade, supermercados perto, caixas eletrónicos, lavandarias, restaurantes recomendados e transporte público. O ecrã vira concierge digital 24h.

04

Serviços e infos práticas

Pequeno-almoço (horário e local), armários, cozinha comum, lavandaria, academia, política de check-in/check-out, regras da casa e contacto de emergência. Hóspedes informados, menos perguntas repetidas na receção.

O plano adequado
para o teu hostel

Hostel pequeno com 1 ecrã na receção: Starter 9 €/mês. Hostel multi-quartos com receção + sala comum: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Rede de hostels: Business 59 €/mês ou Network 199 €/mês. Todos os planos com 14 dias de teste sem cartão.

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Onde vai o ecrã
no hostel

Um hostel vive da experiência social e das avaliações. O ecrã acolhe o viajante internacional e cria a comunidade que enche as camas.

Receção

A boas-vindas multilíngue, o check-in, o mapa e as dicas da cidade. O viajante chega de meio mundo, muitas vezes à noite e cansado: um ecrã que o acolhe no idioma dele e diz o essencial o deixa à vontade desde o primeiro minuto, e a primeira impressão pesa muito na avaliação.

Sala comum

Os eventos da noite, os tours, as atividades sociais e quem está hoje. O hostel se escolhe pela experiência e pela gente que se conhece: um ecrã que anuncia o happy hour, o pub crawl ou o free tour enche as atividades e cria a comunidade que é a real razão pela qual o mochileiro escolhe um hostel em vez de um hotel.

Corredores

Quem chega às duas da manhã encontra a receção fechada e um corredor às escuras. Quatro linhas acesas ali — a tua cama, o código, a casa de banho, pequeno-almoço às oito — são a diferença entre uma chegada e uma avaliação de três estrelas. Um hotel tem porteiro de noite; aqui o corredor é tudo o que há.

Cozinha e bar

O menu, os horários, as noites temáticas e o mural da comunidade. É o coração social do hostel: o ecrã aqui alimenta o clima que faz os viajantes ficarem, socializarem e contarem nas redes.

Quarto compartilhado de hostel com beliches de metal azul, uma moça sentada na cama de cima e outra em pé conversando com ela
Quem chega às onze da noite larga a mochila e vai dormir. O que não vir na entrada, não vai ver.

A acolhida multilíngue,
e a comunidade que traz avaliações

Um hostel se joga a ocupação nas avaliações, e as avaliações nascem da experiência. O ecrã acolhe o viajante internacional e alimenta a comunidade.

O viajante é internacional, e a acolhida precisa falar com ele. Num hostel convivem viajantes do mundo todo, que chegam cansados e muitas vezes sem falar português. Um ecrã que os acolhe no idioma deles e dá o essencial — a cama, o wifi, os horários — os deixa à vontade desde o primeiro momento. Essa primeira impressão entra direto na avaliação, e num hostel a avaliação no Hostelworld ou no Google é o que enche as camas do mês seguinte.

A comunidade é a real razão para escolher um hostel. O mochileiro não escolhe o hostel pelo quarto, que é uma cama num dormitório: escolhe pela gente que conhece e pela experiência. Um ecrã que anuncia os eventos da noite, os tours e as atividades sociais enche essas atividades e cria a comunidade que transforma uma pernoite numa experiência. É exatamente o que o viajante conta na avaliação e para os amigos, e é o teu melhor marketing.

Entre a uma e as sete da manhã não está ninguém ao balcão, e continua a chegar gente. É a hora do voo atrasado e do último autocarro, e é exatamente quando a receção fecha. O que o hóspede encontra é uma entrada às escuras e uma campainha a que ninguém responde — e é essa a noite que acaba na avaliação. Um ecrã que fica ligado e diz as quatro coisas que interessam às três da manhã (a tua cama é no quarto 4, o código da porta, a cozinha é por ali, pequeno-almoço às oito) transforma uma receção vazia em algo que ainda se parece com um acolhimento. Um hotel tem porteiro de noite. Um hostel tem isto.

Com toda a franqueza: não somos um PMS e não gerimos as reservas. Se tu usas Cloudbeds, Mews ou Hostelworld, continua com eles; o ecrã mostra a boas-vindas, os eventos, as informações e as dicas que tu carregas, e funciona na receção como na sala comum. O Digisini é a camada de ecrã que acolhe e cria comunidade.

O maior risco de um hostel na baixa não é ficar com camas vazias.
É a queixa do terceiro andar, porque essa não se resolve com uma promoção

Ninguém se porta mal de propósito. Um grupo sai à uma da manhã, fala num tom perfeitamente normal, e numa rua estreita com fachadas de pedra esse tom chega a três janelas abertas. Eles não sabem que o prédio é residencial nem que a senhora do terceiro se levanta às seis. E o que se acumula não é uma discussão: é um registo de queixas que acaba na câmara, e do outro lado desse processo está a licença.

As regras na parede fazem pouco, e por um motivo que vale a pena aceitar em vez de combater: lidas por quem está de férias, soam a repreensão, e uma repreensão à porta de saída não muda o comportamento de ninguém a duzentos metros dali. O que funciona é o contrário — dar-lhes para onde ir. Que está aberto a esta hora, em que direção, e por que rua se vai lá ter. O hóspede tem uma noite melhor e o barulho acontece onde já havia barulho.

É a mesma informação que eles pediriam na receção se a receção estivesse aberta, e à uma da manhã não está. Esse é exatamente o intervalo em que um ecrã na sala comum é a única pessoa acordada do edifício: pode dizer o que é preciso dizer sem ninguém para o repetir, na língua de quem está a ler, e sem o tom de quem manda calar — que é o tom que garante o efeito contrário.

Com toda a honestidade: um ecrã não silencia uma rua e seria ridículo prometê-lo. O que faz é substituir uma proibição por uma indicação, na única hora em que já não há ninguém ao balcão para a dar — e mudar o sítio onde a conversa acontece é, na prática, tudo o que está ao alcance de qualquer hostel.

Dúvidas comuns
de donos e rececionistas de hostel

Free walking tour (horário e ponto de encontro), jantar coletivo, pub crawl, tour gastronómico, passeios de fim de semana, wifi e senha do hostel, hora local e clima, pequeno-almoço (horário e local), horário da receção 24h, lavandarias próximas, supermercados e caixas eletrónicos, transporte público para o aeroporto e centro. Tudo gerido pelo telemóvel da receção em segundos.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen, LG webOS, Android TV) funciona diretamente. TVs mais antigas ganham vida com um Fire Stick ou Chromecast (~30 €). A instalação é simples: conectar a TV, abrir o Digisini no navegador e inserir o PIN de 6 dígitos. 5 minutos por ecrã, sem técnico.
Sim. Cada ecrã recebe uma playlist própria. Receção: boas-vindas, wifi, check-in/check-out e contacto de emergência. Sala comum: programa do dia, eventos sociais, city info e restaurantes recomendados. Quintal ou varanda: eventos da noite, pub crawl e clima. Tudo sincronizado pelo painel e atualizável pelo telemóvel.
Sim — até 6 idiomas rotacionando a cada 8-10 segundos. Ideal para hostels internacionais: cada slide aparece em PT, EN, ES, FR, DE e IT (ou só os idiomas dos teus hóspedes). O hóspede italiano vê o horário do free walking tour em italiano quando o slide rotaciona, sem precisar perguntar na receção.
A integração nativa ainda não está disponível para Cloudbeds, Mews e Hostelworld. Por enquanto a atualização é manual — a receção edita pelo telemóvel em segundos. Para integrações sob medida via API, o plano Business+ atende redes de hostels com volume maior. Entre em contacto para avaliar a tua necessidade.
Hostel pequeno com 1 ecrã na receção: plano Starter 9 €/mês. Hostel multi-quartos com receção + sala comum: plano Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Rede de hostels multi-unidade: plano Business 59 €/mês (até 10 ecrãs) ou Network 199 €/mês (50 ecrãs, multi-conta por unidade). Todos os planos incluem 14 dias de teste gratuito sem cartão.
O player Digisini guarda até 48 horas de conteúdo em cache offline. Se o Wi-Fi cai durante o check-in da madrugada, os ecrãs continuam a mostrar eventos, wifi e horários sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza sozinho. Quanto à fidelidade: não há contrato de fidelidade — cancela quando quiseres, sem multa.
Sim, e é decisivo pras avaliações. Num hostel convivem viajantes do mundo todo, que chegam cansados e muitas vezes sem falar português: um ecrã que os acolhe no idioma deles e dá o essencial — a cama, o wifi, os horários — os deixa à vontade desde o primeiro momento. Essa primeira impressão entra direto na avaliação no Hostelworld ou no Google, que num hostel é o que enche as camas do mês seguinte. Tu mostras vários idiomas ao mesmo tempo, sem multiplicar os cartazes.
Sim, e é a própria razão pela qual se escolhe um hostel. O mochileiro não o escolhe pelo quarto — uma cama num dormitório —, mas pela gente que conhece e pela experiência. Um ecrã que anuncia os eventos da noite, os tours, o pub crawl e as atividades sociais enche essas atividades e cria a comunidade que transforma uma pernoite numa experiência para contar. É exatamente o que o viajante escreve na avaliação e diz para os amigos, e é o teu melhor marketing, praticamente de graça.
Sim, nitidamente. Num hostel a receção está sempre ocupada, e metade das perguntas são as mesmas — a que horas é o pequeno-almoço, quando é o check-out, onde é a lavandaria, qual é o wifi. Tê-las no ecrã da receção e dos corredores, nos idiomas dos teus hóspedes, faz o viajante achar a resposta sozinho e alivia a equipa, que recupera tempo para acolhida de verdade e para criar aquele vínculo que o viajante lembra e premia na avaliação.

O teu primeiro ecrã,
ligado esta tarde.

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