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Para lojas de conveniência, 24 horas e minimercados

Os combos, o fresco e os serviços,
nos ecrãs da loja

Às 8h a montra já mostra o combo pequeno-almoço com café e pão na chapa. Às 13h, o combo almoço. Às 22h, os snacks e as bebidas. Dentro, o cliente vê o que está fresco naquela hora e os serviços extra — ATM, recarga de telemóvel, retirada e envio de encomendas, lotaria. Tu mudas o combo e o preço pelo telemóvel sem trocar um cartaz a cada hora.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h

Pequeno-almoço 7-11 · 3,50 €

Café+pão · combo almoço 7,50 € · ATM 24h · levantamento de encomendas

Mudado pelo telemóvel

A confiança de lojas de conveniência, 24 horas e minimercados

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Do zero ao primeiro ecrã
99,9%
Uptime da plataforma

O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia

Templates prontos para o minimercado de bairro e para a loja de conveniência 24h.

01

Montra & combo por horário

A montra capta quem passa na rua com o combo certo para cada momento: pequeno-almoço das 7h às 11h, combo almoço das 11h às 14h, lanche das 14h às 18h, jantar e snacks noturnos a partir das 18h. O ecrã muda sozinho no horário que tu programares — sem trocar cartaz, sem depender de ninguém.

02

Fresco do momento e ofertas relâmpago

Pão do dia acabou de sair do forno? Coloca no ecrã. Café recém-passado, salgado quentinho, fruta do dia, sandes especial ou pizza individual — o cliente vê o que está disponível naquela hora. Ofertas relâmpago para queimar stock antes do fechamento funcionam da mesma forma: tu mudas pelo telemóvel em segundos.

03

Serviços extra no ecrã: ATM, recargas e encomendas

Muitos clientes entram só pela conveniência dos serviços. Mostra no ecrã interno: ATM 24h disponível, recarga de telemóvel de todas as operadoras, retirada e envio de encomendas, lotaria e levantamento de pedidos online. Tu aumentas o ticket médio sem que o atendente precise anunciar nada.

04

Horários, fidelidade, redes e avisos úteis

Informe horários de funcionamento (inclusive feriados e madrugada), o programa de fidelidade ou cashback, as tuas redes sociais e avisos que fidelizam: farmácia 24h mais próxima, transporte público, números de emergência. O ecrã vira um serviço para o bairro — e o cliente volta.

O plano que a tua
loja precisa

Loja com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Loja com montra + ecrã interno: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja maior com várias zonas: Business 59€/mês. Rede de lojas ou franquias: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.

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Onde vai o ecrã
na loja de conveniência

Uma loja de conveniência vive do impulso, dos horários e dos serviços. Cada ecrã trabalha uma dessas alavancas do comércio de proximidade.

Entrada e montra

A oferta do dia que muda com a faixa: o pequeno-almoço de manhã, o almoço rápido ao meio-dia, o happy hour à noite. A loja de conveniência vive de momentos diferentes com a mesma clientela, e um ecrã que segue o dia oferece sempre o que vende agora, sem trocar um cartaz três vezes por dia.

Caixa

O impulso puro: o salgado, a bebida gelada, o chiclete, o isqueiro. O caixa é onde se adiciona a compra não planejada, e um ecrã que mostra a oferta de impulso ali sobe o ticket de cada cliente que já veio por outra coisa.

Zona de serviços

As recargas de telemóvel, os pagamentos de serviços, a recolha de encomendas, a lotaria e a raspadinha. São os serviços que trazem movimento recorrente e que o cliente nem sempre sabe que tu ofereces: torná-los visíveis no ecrã transforma a loja no ponto de referência do bairro.

Balcão de frescos e promo

A validade do dia, a promoção-relâmpago e as ofertas. Uma loja de conveniência tem pouco espaço e produtos que vencem: sinalizar no ecrã a promoção do fresco no dia gira o stock antes que se perca, recuperando margem que senão vai para o lixo.

A faixa certa,
o impulso e os serviços

Uma loja de conveniência não compete no preço com o supermercado: vence na proximidade, no horário e nos serviços. O ecrã trabalha o impulso, as faixas e o movimento.

A mesma clientela, momentos diferentes. Uma loja de conveniência serve o mesmo bairro no pequeno-almoço, no almoço rápido e no happy hour, e cada faixa quer coisas diferentes. Um ecrã que muda com o dia — o café e o pão de manhã, o lanche ao meio-dia, a cerveja e os salgados à noite — oferece sempre o que vende agora, e faz isso sozinha, sem ti trocar um cartaz três vezes por dia.

O impulso no caixa é ticket de graça. O cliente da conveniência já está dentro e decide rápido: o salgado, a bebida gelada, a raspadinha no caixa são a compra não planejada que sobe o ticket sem custo de atração. Um ecrã que mostra a oferta de impulso justo na hora do pagamento recupera essa margem em cada cliente que veio por outra coisa.

Os serviços fazem da loja o ponto de referência. As recargas, os pagamentos de serviços, a recolha de encomendas, a lotaria: são os serviços que te fazem visitar repetidamente e que fidelizam o bairro. Muitos clientes não sabem que tu os ofereces até verem no ecrã — torná-los visíveis traz movimento que depois compra outra coisa, e transforma a loja no ponto onde o bairro resolve tudo.

Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu PDV nem ao caixa. O ecrã mostra as ofertas, as faixas, os serviços e as promoções que tu carregas, e tu atualizas ou programa por horário pelo telemóvel; as vendas continuam no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que segue o dia e sobe o ticket.

Vem levantar uma encomenda
e sai com ela na mão

Ser ponto de recolha traz à loja pessoas que não iam entrar, a uma hora previsível e com trinta segundos parados ao balcão. É o movimento mais barato que uma loja de conveniência consegue — e é também o que menos se converte, porque ninguém no percurso lhes diz o que está a dois metros.

Os trinta segundos são no balcão, não na montra

Quem vem buscar uma encomenda já decidiu entrar: a montra não tem trabalho nenhum com essa pessoa. O tempo aproveitável é o que passa entre dizer o código e receber a caixa, de pé, à altura dos olhos de quem está a olhar para o telemóvel. É por isso que um ecrã na zona de recolha rende mais do que outro à entrada, e é uma diferença de dois metros que quase ninguém faz. Uma coisa só, barata e imediata — café, água, pão — e não o catálogo da loja.

O pagamento de serviços traz outro público e outra hora

Payshop, carregamentos e contas mudam completamente quem está à tua frente: público mais velho, concentrado no início do mês, e uma espera mais longa do que a de uma encomenda. É a mesma superfície a trabalhar para duas pessoas diferentes em duas horas diferentes, e por isso o conteúdo dessa faixa não é o mesmo — quem espera três minutos lê uma frase inteira, quem espera trinta segundos lê um preço. Vale a pena separar as duas coisas no horário antes de escrever seja o que for.

É a única parte da loja com um número já contado

Cada recolha fica registada, porque cada uma se lê. Isso significa que sabes exatamente quantas pessoas a mais entraram por dia — o número que qualquer outro comércio tem de estimar a olho. E torna esta a parte da loja onde se pode medir a sério: as recolhas por dia são constantes, por isso qualquer diferença nas vendas de café ou de pão nessa faixa é atribuível ao que estiveste a mostrar, e não ao tempo que fez.

O risco é tratá-lo como um favor

A comissão por encomenda é pequena e o trabalho é real: guardar caixas, procurar caixas, aguentar quem chega irritado com uma transportadora que não é tua. Visto como serviço isolado, compensa pouco. Visto como o que é — pessoas a entrar todos os dias a uma hora conhecida — passa a ser a melhor lista de contactos que uma loja pequena consegue sem pagar publicidade a ninguém. O que decide entre as duas leituras não é a comissão: é se alguma coisa acontece nos trinta segundos ao balcão.

A ordem de montagem é curta: primeiro separar no horário a faixa das recolhas da faixa dos pagamentos, depois pôr um único produto em cada uma, e só ao fim de um mês comparar. É provavelmente o teste mais limpo que se pode fazer num comércio, e é assim porque a parte difícil — contar quem entrou — já está feita pelo próprio serviço.

Dúvidas comuns
de lojas de conveniência

Os combos por faixa horária (pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar/noite), os produtos frescos do momento (pão do dia, café, salgado, fruta, sandes, pizza individual), as ofertas relâmpago, os serviços extra (ATM 24h, recarga de telemóvel, levantamento e envio de encomendas, lotaria) e avisos úteis como farmácia de serviço, transporte e emergências. Tudo se muda pelo telemóvel.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se o ecrã for antigo, um Fire Stick ou Chromecast (~30 €) o converte em ecrã digital. Tu conectas a TV, abre o Digisini no navegador, digita o PIN e em 5 minutos o primeiro ecrã já está a funcionar.
A montra fica virada para a rua e capta quem passa: mostra o combo do momento e os preços para atrair o cliente a entrar. Os combos por horário são programados de antemão — às 7h entra o combo pequeno-almoço, às 11h o combo almoço, às 14h o lanche, às 22h os snacks e bebidas — e o ecrã muda sozinho sem ti tocar em nada.
Não há integração nativa com PDV. Tu atualizas preços e combos manualmente pelo telemóvel em segundos. Para integrações sob medida com sistemas de gestão ou redes de franquias, consulta o plano Business+.
Loja com 1 ecrã de montra: plano Starter 9 €/mês. Loja com montra + ecrã interno: plano Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja maior com várias zonas ou múltiplas TV: plano Business 59 €/mês. Rede de lojas ou franquias: plano Network 199 €/mês (50 ecrãs, conta por unidade). Ver todos os planos.
Sim. O player guarda até 48 horas de conteúdo em cache. Se o Wi-Fi da loja cair no meio da madrugada, os ecrãs continuam a mostrar os combos, os serviços e os preços sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza só as últimas mudanças.
Não. Tu cancelas quando quiseres, sem penalidade. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5 % de slots de anúncios de parceiros. Quando quiser removê-los, passa para o Starter por 9 €/mês.
Sim, e é ticket adicionado sem custo. O cliente da conveniência já está dentro e decide rápido: o salgado, a bebida gelada, o chiclete e a raspadinha no caixa são a compra não planejada que sobe o ticket sem custo de atração. Um ecrã que mostra a oferta de impulso justo na hora do pagamento recupera essa margem em cada cliente que veio por outra coisa, e tu deslocas a oferta em destaque conforme o que quer empurrar naquele dia.
Traz, e é movimento que fideliza o bairro. As recargas de telemóvel, os pagamentos de serviços, a recolha de encomendas e a lotaria são os serviços que te fazem visitar repetidamente, e muitos clientes não sabem que tu os ofereces até verem. Torná-los visíveis no ecrã traz gente que depois compra outra coisa e transforma a loja no ponto de referência onde o bairro resolve tudo — que é a defesa melhor contra o supermercado grande.
Pode, na hora pelo telemóvel. Uma loja de conveniência tem pouco espaço e produtos frescos que vencem: sinalizar no ecrã a promoção ou o desconto no fresco no dia gira o stock antes que se perca, recuperando margem que senão vai para o lixo. É flexibilidade em tempo real — tu baixas o preço do que está para vencer quando precisa e comunica na hora — que um cartaz escrito à mão não dá, e transforma uma perda quase certa numa venda.

O teu primeiro ecrã,
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