Os combos, o fresco e os serviços,
nos ecrãs da loja
Às 8h a montra já mostra o combo pequeno-almoço com café e pão na chapa. Às 13h, o combo almoço. Às 22h, os snacks e as bebidas. Dentro, o cliente vê o que está fresco naquela hora e os serviços extra — ATM, recarga de telemóvel, retirada e envio de encomendas, lotaria. Tu mudas o combo e o preço pelo telemóvel sem trocar um cartaz a cada hora.
Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h
Café+pão · combo almoço 7,50 € · ATM 24h · levantamento de encomendas
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para o minimercado de bairro e para a loja de conveniência 24h.
Montra & combo por horário
A montra capta quem passa na rua com o combo certo para cada momento: pequeno-almoço das 7h às 11h, combo almoço das 11h às 14h, lanche das 14h às 18h, jantar e snacks noturnos a partir das 18h. O ecrã muda sozinho no horário que tu programares — sem trocar cartaz, sem depender de ninguém.
Fresco do momento e ofertas relâmpago
Pão do dia acabou de sair do forno? Coloca no ecrã. Café recém-passado, salgado quentinho, fruta do dia, sandes especial ou pizza individual — o cliente vê o que está disponível naquela hora. Ofertas relâmpago para queimar stock antes do fechamento funcionam da mesma forma: tu mudas pelo telemóvel em segundos.
Serviços extra no ecrã: ATM, recargas e encomendas
Muitos clientes entram só pela conveniência dos serviços. Mostra no ecrã interno: ATM 24h disponível, recarga de telemóvel de todas as operadoras, retirada e envio de encomendas, lotaria e levantamento de pedidos online. Tu aumentas o ticket médio sem que o atendente precise anunciar nada.
Horários, fidelidade, redes e avisos úteis
Informe horários de funcionamento (inclusive feriados e madrugada), o programa de fidelidade ou cashback, as tuas redes sociais e avisos que fidelizam: farmácia 24h mais próxima, transporte público, números de emergência. O ecrã vira um serviço para o bairro — e o cliente volta.
O plano que a tua
loja precisa
Loja com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Loja com montra + ecrã interno: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja maior com várias zonas: Business 59€/mês. Rede de lojas ou franquias: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
na loja de conveniência
Uma loja de conveniência vive do impulso, dos horários e dos serviços. Cada ecrã trabalha uma dessas alavancas do comércio de proximidade.
Entrada e montra
A oferta do dia que muda com a faixa: o pequeno-almoço de manhã, o almoço rápido ao meio-dia, o happy hour à noite. A loja de conveniência vive de momentos diferentes com a mesma clientela, e um ecrã que segue o dia oferece sempre o que vende agora, sem trocar um cartaz três vezes por dia.
Caixa
O impulso puro: o salgado, a bebida gelada, o chiclete, o isqueiro. O caixa é onde se adiciona a compra não planejada, e um ecrã que mostra a oferta de impulso ali sobe o ticket de cada cliente que já veio por outra coisa.
Zona de serviços
As recargas de telemóvel, os pagamentos de serviços, a recolha de encomendas, a lotaria e a raspadinha. São os serviços que trazem movimento recorrente e que o cliente nem sempre sabe que tu ofereces: torná-los visíveis no ecrã transforma a loja no ponto de referência do bairro.
Balcão de frescos e promo
A validade do dia, a promoção-relâmpago e as ofertas. Uma loja de conveniência tem pouco espaço e produtos que vencem: sinalizar no ecrã a promoção do fresco no dia gira o stock antes que se perca, recuperando margem que senão vai para o lixo.
A faixa certa,
o impulso e os serviços
Uma loja de conveniência não compete no preço com o supermercado: vence na proximidade, no horário e nos serviços. O ecrã trabalha o impulso, as faixas e o movimento.
A mesma clientela, momentos diferentes. Uma loja de conveniência serve o mesmo bairro no pequeno-almoço, no almoço rápido e no happy hour, e cada faixa quer coisas diferentes. Um ecrã que muda com o dia — o café e o pão de manhã, o lanche ao meio-dia, a cerveja e os salgados à noite — oferece sempre o que vende agora, e faz isso sozinha, sem ti trocar um cartaz três vezes por dia.
O impulso no caixa é ticket de graça. O cliente da conveniência já está dentro e decide rápido: o salgado, a bebida gelada, a raspadinha no caixa são a compra não planejada que sobe o ticket sem custo de atração. Um ecrã que mostra a oferta de impulso justo na hora do pagamento recupera essa margem em cada cliente que veio por outra coisa.
Os serviços fazem da loja o ponto de referência. As recargas, os pagamentos de serviços, a recolha de encomendas, a lotaria: são os serviços que te fazem visitar repetidamente e que fidelizam o bairro. Muitos clientes não sabem que tu os ofereces até verem no ecrã — torná-los visíveis traz movimento que depois compra outra coisa, e transforma a loja no ponto onde o bairro resolve tudo.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu PDV nem ao caixa. O ecrã mostra as ofertas, as faixas, os serviços e as promoções que tu carregas, e tu atualizas ou programa por horário pelo telemóvel; as vendas continuam no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que segue o dia e sobe o ticket.
Vem levantar uma encomenda
e sai com ela na mão
Ser ponto de recolha traz à loja pessoas que não iam entrar, a uma hora previsível e com trinta segundos parados ao balcão. É o movimento mais barato que uma loja de conveniência consegue — e é também o que menos se converte, porque ninguém no percurso lhes diz o que está a dois metros.
Os trinta segundos são no balcão, não na montra
Quem vem buscar uma encomenda já decidiu entrar: a montra não tem trabalho nenhum com essa pessoa. O tempo aproveitável é o que passa entre dizer o código e receber a caixa, de pé, à altura dos olhos de quem está a olhar para o telemóvel. É por isso que um ecrã na zona de recolha rende mais do que outro à entrada, e é uma diferença de dois metros que quase ninguém faz. Uma coisa só, barata e imediata — café, água, pão — e não o catálogo da loja.
O pagamento de serviços traz outro público e outra hora
Payshop, carregamentos e contas mudam completamente quem está à tua frente: público mais velho, concentrado no início do mês, e uma espera mais longa do que a de uma encomenda. É a mesma superfície a trabalhar para duas pessoas diferentes em duas horas diferentes, e por isso o conteúdo dessa faixa não é o mesmo — quem espera três minutos lê uma frase inteira, quem espera trinta segundos lê um preço. Vale a pena separar as duas coisas no horário antes de escrever seja o que for.
É a única parte da loja com um número já contado
Cada recolha fica registada, porque cada uma se lê. Isso significa que sabes exatamente quantas pessoas a mais entraram por dia — o número que qualquer outro comércio tem de estimar a olho. E torna esta a parte da loja onde se pode medir a sério: as recolhas por dia são constantes, por isso qualquer diferença nas vendas de café ou de pão nessa faixa é atribuível ao que estiveste a mostrar, e não ao tempo que fez.
O risco é tratá-lo como um favor
A comissão por encomenda é pequena e o trabalho é real: guardar caixas, procurar caixas, aguentar quem chega irritado com uma transportadora que não é tua. Visto como serviço isolado, compensa pouco. Visto como o que é — pessoas a entrar todos os dias a uma hora conhecida — passa a ser a melhor lista de contactos que uma loja pequena consegue sem pagar publicidade a ninguém. O que decide entre as duas leituras não é a comissão: é se alguma coisa acontece nos trinta segundos ao balcão.
Dúvidas comuns
de lojas de conveniência
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