Os lançamentos, as specs e o pagamento a prestações,
nos ecrãs da loja
Quem passa na rua vê na montra o último telemóvel e a TV 8K em oferta, não um pôster de um modelo de dois anos atrás. Dentro da loja, o cliente compara specs de dois modelos no ecrã e vê o pagamento a prestações sem esperar o vendedor. E quando o preço muda — o que em eletrónicos acontece todos os dias — tu atualizas pelo telemóvel em segundos.
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Smartphone 5G · specs comparadas · 12x sem juros
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para a loja de bairro e para a multimarca com montra na rua.
Montra: lançamentos & ofertas relâmpago
A montra mostra o lançamento do mês, o smartphone 5G e a oferta relâmpago do dia para atrair quem passa na rua. Tu mudas o preço e a promoção pelo telemóvel em segundos — porque em eletrónicos os preços mudam todos os dias — sem reimprimir um cartaz nem pedir banner à gráfica.
Specs & comparativos no ecrã + pagamento a prestações
Dois modelos lado a lado no ecrã interno: processador, câmera, bateria e o pagamento a prestações em destaque. O cliente decide sem precisar esperar o vendedor ficar livre. Tu aumentas a conversão e reduz o tempo de atendimento na loja.
Black Friday, queima & stock por modelo
Na Black Friday, na queima de stock ou quando precisa girar um modelo específico, tu sobes a campanha pelo telemóvel em dois toques. Countdown, destaque de preço e disponibilidade no ecrã. Nada de reimprimir e colar em cada secção da loja.
Serviços, fidelidade & avaliações
Assistência técnica, garantia estendida, configuração e levantamento na loja nos ecrãs de espera. Mostra o programa de fidelidade, as avaliações de clientes e os serviços adicionais enquanto o cliente aguarda o atendimento ou o reparo.
O plano que a tua
loja precisa
Loja pequena com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Loja com montra + ecrã de comparativos: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Loja grande ou multimarca com várias secções: Business 59€/mês. Rede multiunidade: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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O preço não é um número:
são dois, e o cliente tem que fazer a conta
No telemóvel dele aparece um valor. Na tua loja aparecem dois — a pronto por MB WAY e a prestações — e qual dos dois compensa depende de quem está a comprar. Essa conta é o momento em que a venda se ganha ou se perde, e quase sempre ela acontece em silêncio, com o cliente olhando a etiqueta sem perguntar nada.
Os dois preços, lado a lado
«699 € a pronto por MB WAY ou 12× de 60 € sem juros» diz mais do que qualquer um dos dois sozinho, porque o cliente não está a escolher produto: está a escolher como pagar. Quem tem o dinheiro olha o desconto do MB WAY; quem não tem olha se a parcela cabe no mês. Mostrar só um dos dois manda embora metade da loja sem que ninguém perceba.
«Sem juros» é a palavra que decide, e some da etiqueta
Entre 12x com juros e 10x sem, o cliente escolhe as 10 quase sempre — e essa informação costuma estar em letra pequena embaixo, ou não estar. Num ecrã cabe grande, e cabe também o que ninguém escreve: até quantas parcelas é sem juros. É a pergunta mais feita no balcão de uma loja de eletrónicos e a que menos aparece escrita.
Tem aqui, leva hoje — e isso vence amanhã
É a única coisa que um centro de distribuição a cinco dias não consegue dizer. Mas só vale se for verdade hoje: uma lista de disponibilidade da semana passada faz mais estrago que o silêncio, porque na segunda vez o cliente não acredita mais. Por isso essa informação vive num ecrã e não num cartaz.
A zona de comparação, com dois modelos e não com oito
Quem chega já reduziu a dois. Uma comparação no ecrã serve se colocar lado a lado as três diferenças que importam para o uso daquele cliente — não a ficha técnica inteira, que é exatamente o que ele já está a ler no telemóvel e que não o ajudou a decidir.
O que uma caixa entregue na portaria
não faz por ninguém
Contra o preço do online a loja não ganha, e insistir nisso é a forma mais rápida de perder a conversa. O que a loja tem são três coisas concretas que a entrega não tem — e as três são desconhecidas da maior parte dos clientes, o que é uma forma cara de não ter nenhuma.
A garantia legal é da loja, e não é a mesma coisa que a do fabricante. Em Portugal a lei dá 3 anos de garantia aos bens novos, contados da entrega, e quem responde é o vendedor — a loja. A garantia do fabricante, quando existe, é comercial: soma, não substitui. Quase ninguém sabe disso, e é a diferença entre resolver um defeito a falar com alguém no balcão e abrir um processo num call center.
O aparelho velho tem para onde ir. A recolha de resíduos de equipamentos elétricos (REEE) põe pontos de entrega no próprio comércio: a TV antiga, o carregador que não serve mais, as pilhas. É gratuito, resolve um problema real —onde é que deito isto fora— e praticamente nenhuma loja escreve que faz. Uma caixa entregue na portaria não leva nada embora.
E a troca do usado não trava no preço: trava nas fotos que estão dentro. Quando a troca não fecha, a explicação confortável é que a avaliação foi baixa. Quase nunca é. O cliente não entrega um aparelho com as fotos, as contas e o banco dele dentro, não sabe como tirar, e não fala — porque perguntar parece admitir que não entende de tecnologia. Três linhas no ecrã resolvem: copiar as fotos, sair da conta (iCloud ou Google) e restaurar. O passo do meio é o que toda a gente pula, e é o que deixa o aparelho preso à conta anterior e impossível de revender — prejuízo que fica com a loja, não com quem trocou.
Com franqueza: não nos conectamos ao teu PDV, catálogo nem sistema de preços. O ecrã mostra o que tu carregas e tu atualizas pelo telemóvel; o stock continua no teu sistema. O que ela faz é dizer essas três coisas enquanto o cliente ainda está na loja, e não depois, em casa, comparando preço.
A caixa volta aberta,
e aberta já não vale o mesmo
Em eletrónica a maior parte das devoluções não são aparelhos avariados: são aparelhos que funcionam lindamente noutra casa.
A falha quase nunca está no aparelho, está entre o aparelho e aquilo que o cliente já tinha. O televisor é de 2012 e não percebe aquele formato; o router só dá 2,4 GHz e o aparelho pede 5; o cabo que fazia falta não vinha na caixa. Ninguém se enganou na marca nem na gama: enganou-se no encaixe. E isso não se descobre a ler a ficha, porque uma ficha diz o que o aparelho faz, nunca com o que é que não funciona.
E aqui uma devolução custa bastante mais do que o reembolso. Uma caixa aberta já não se vende como nova: passa a artigo de exposição, a saldo ou a devolução ao fornecedor com a respetiva papelada. É um dos poucos comércios em que o artigo perde uma fatia séria do seu preço só por ter saído e ter voltado. A margem não se perde uma vez, perde-se duas.
Por isso o que compensa é publicar aquilo que o aparelho não faz. Com que versões não funciona, do que precisa em casa, o que não vem lá dentro. Parece que trava vendas e o que trava são caixas abertas: quem compra com o limite à frente não volta zangado daí a três dias, e quem precisa mesmo desse limite leva o modelo do lado, que também é teu. É a informação que te sai mais barata dar e a única que ninguém dá.
Com franqueza: o ecrã não verifica compatibilidades nem conhece o televisor do teu cliente. Serve para que os limites de cada modelo estejam escritos onde se decide, em vez de acabarem explicados ao balcão das devoluções.
Levantar a encomenda online
não devia custar vinte minutos
Numa loja de eletrónica, o balcão de apoio junta três coisas: quem levanta o que comprou online, quem devolve e quem traz um portátil para reparar.
Uma fila para cada coisa. L para levantamentos, D para trocas e devoluções, R para reparações, cada uma com o seu QR junto ao balcão. Quem traz o código da encomenda despacha-se e não fica atrás de uma devolução com a fatura perdida.
Entretanto, anda pela loja. O cliente vê no telemóvel quantos tem à frente e pode ir ver as televisões; quando o chamam, o telemóvel vibra e toca se a página estiver aberta. A TV por cima do balcão mostra «R-009 → Apoio 1» com um «ding-dong», e entre chamadas as promoções e as especificações.
Cada funcionário chama a sua. Escreve o posto uma vez e carrega em «Próximo». Cada fila cria-se em minutos, como mostramos nas senhas por QR.
Com franqueza: a senha não sabe que encomenda ou que avaria traz cada cliente: quem escolhe a fila é ele, ao ler o QR. E não estamos ligados ao teu sistema de encomendas.
Dúvidas comuns
de lojas de eletrónicos
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