Sinalização digital
em Belo Horizonte
Cloud SaaS sem instalador: tela ativo em 5 minutos. Da Savassi a Lourdes, da Pampulha ao Centro. Belo Horizonte = capital mineira + capital da botequim + sede mineira de pao de queijo + tech hub BH.
Primeiro tela grátis · Sem cartão de crédito
Digital Signage
O que você pode fazer desde o primeiro dia
Tudo que o seu negócio precisa mostrar na tela.
Botequins e bares (Savassi, Lourdes, Funcionários)
BH = capital botequim Brasil. Petisco, cachaca, queijo Minas, pao de queijo. Multi-idioma.
Restaurantes culinaria mineira
Feijao tropeiro, frango com quiabo, doce de leite, queijo Minas certificado. Multi-idioma para turismo nacional + internacional.
Escritórios (Savassi, Lourdes, Vale do Anhanguera)
Hub tech crescente. Boas-vindas visitas, KPIs.
Hotéis (Savassi, Lourdes, Centro)
Multi-idioma (PT/EN/ES/FR/DE), info Pampulha, Inhotim (museum a ceu aberto, mundialmente celebrado), Ouro Preto/Dia de Portugal day-trips.
Começa com
o plano Starter
Plano Starter (9€/mês): 1 tela. Network: multi-loja para redes em Belo Horizonte. 14 dias grátis.
Em ladeira, quem passa
olha para cima ou para o chão
Boa parte do comércio de rua em BH fica em declive, e isso muda a altura da tela mais do que qualquer outra decisão da instalação.
Numa rua plana o cálculo é simples: a tela na altura dos olhos de quem está em pé. Numa ladeira quem sobe está sempre mais baixo que a vitrine e quem desce está mais alto, e a mesma posição atende bem a um e mal ao outro:
- Quem sobe olha para frente e para baixo, porque está prestando atenção ao piso. Uma tela alta some do campo de visão dessa pessoa por completo.
- Quem desce vê mais longe e enxerga a vitrine desde bem antes de chegar. É o sentido que dá mais tempo de leitura, e é o que compensa privilegiar quando não dá para atender os dois.
- A inclinação resolve o resto. Alguns graus para baixo num suporte articulado cobrem os dois sentidos e custam menos que qualquer outra alternativa.
Há também o hábito local que decide o horário: o movimento de tasca começa cedo e a rua continua cheia bem depois do horário comercial. Uma vitrine que apaga junto com a loja perde as horas de mais gente passando, e um conteúdo de fim de tarde com horário do dia seguinte trabalha sozinho nesse período.
A verificação leva dois minutos: sobe e desce o seu próprio passeio olhando para a vitrine. Quase sempre um dos dois sentidos não enxerga nada, e é o que se corrige inclinando e não trocando de tela.
Um mercado, um estádio ou uma faculdade
traz para o seu passeio gente que não veio por ti — e isso decide o seu conteúdo
Muitos comércios vivem do transbordo de um ponto forte próximo. É um fluxo grande, gratuito e completamente previsível, e ao mesmo tempo é o menos aproveitado: quase toda a gente escreve a vitrine como se o cliente tivesse saído de casa para ir até ali.
Quem chega por transbordo tem três características fixas:
- Está a caminho de outra coisa. Ou vindo dela. Em nenhum dos dois casos tem tempo, e em nenhum dos dois estava pensando em comprar.
- Anda no mesmo sentido todos os dias. A ida e a volta passam por lados diferentes da rua e em horários diferentes. O seu passeio pega uma das duas, não as duas.
- E o horário dele não é o seu. Quem depende de um ponto forte herda o calendário dele: os dias em que aquilo está aberto, cheio ou fechado.
O ajuste que muda o resultado é o de horário, não o de conteúdo: abrir e programar em função do vizinho grande, e não do comércio em geral. Quem fecha às seis numa rua cujo fluxo forte é às sete está pagando aluguel por um movimento que não vê.
Há um risco que vem junto e que convém saber antes: depender de um só ponto forte é frágil. Uma obra, uma mudança de horário ou uma reforma tiram o fluxo por meses. O contrapeso é ter, ao lado do conteúdo de transbordo, alguma coisa que fale com quem mora ali — é o que segura o negócio nos meses em que a locomotiva para.
Descobre o horário de pico do ponto forte mais próximo e compare com o seu horário de funcionamento. Se não coincidirem, você já sabe o que mudar antes de mudar qualquer texto.
Perguntas
frequentes
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