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Para negócios em Goiânia — Goias Brasil

Sinalização digital
em Goiânia

Cloud SaaS sem instalador: tela ativo em 5 minutos. Do Setor Bueno a Marista, do Setor Oeste a Setor Sul. Goiânia = capital goiana + planejada + agro hub Centro-Oeste + sertaneja capital.

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Resto

Restaurantes (Setor Bueno, Marista)

Empadao goiano, pequi, galinhada, arroz com pequi. Multi-idioma.

Agro

Escritórios agroindustriais (Centro, Setor Bueno)

Hub agro Centro-Oeste — soja/milho/boi gordo export. Boas-vindas a compradores asiaticos, multi-idioma (PT/EN/CN/JP), KPIs.

Sertanejo

Bares e shows (Setor Bueno, Bairro Aeroporto)

Capital sertanejo Brasil. Eventos shows música sertaneja, festivals (Festa do Divino, Caldas Novas day-trips). Multi-idioma.

Retail

Lojas (Flamboyant Shopping, Buena Vista, Cerrado)

Ofertas semanais, novidades, campanhas. Multi-loja.

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Numa avenida, a vitrine
é lida a cinquenta por hora

Goiânia foi desenhada em torno do carro, e boa parte do comércio fica em avenidas largas. Quem passa não está caminhando: está dirigindo, a dez ou quinze metros de distância e sem chance de voltar.

É um público completamente diferente do peão, e quase tudo que se escreve sobre vitrines assume o peão. O que muda:

  • Uma informação por vez, em corpo enorme. O que se lê confortavelmente andando é ilegível a cinquenta por hora. Aqui o limite não é o bom gosto, é a física.
  • Rotação lenta. Um conteúdo que muda a cada três segundos pega o motorista no meio da transição. Dez segundos garantem que sempre há algo legível no instante em que alguém passa.
  • Nada que dependa de detalhe. Preço e o que você é. Menu completo, condições, explicações: isso é para quem já parou.

E existe o outro lado, que é onde a tela realmente decide: a vaga. Quem dirige só entra se puder parar. Informar que há estacionamento, ou onde ele fica, resolve mais conversões numa avenida do que qualquer promoção — e é a informação que praticamente ninguém coloca.

A verificação é literal: passe de carro pela frente da sua loja na velocidade da via. O que você não conseguiste ler, ninguém leu — e ao contrário de você, eles não vão dar a volta no quarteirão.

Aqui o nome do setor
diz mais sobre a sua clientela do que o nome do bairro em outras cidades

Uma cidade planeada e organizada por setores tem uma vantagem que quase ninguém usa: a divisão administrativa coincide bastante com a divisão real do comércio. Isso permite decidir o conteúdo a partir do endereço, sem estudos e sem adivinhar.

Três perguntas que o setor responde por si só:

  • As pessoas vêm a pé ou de carro? Determina a distância de leitura e o tamanho da letra, e muda de setor para setor mais do que muda de cidade para cidade.
  • É zona de trabalho ou de moradia? A primeira esvazia ao fim do dia e ao fim de semana; a segunda faz o contrário. São horários de conteúdo opostos.
  • Há um polo que atrai gente de fora? Um hospital, uma universidade, um centro administrativo. Se há, uma parte do seu movimento não é do bairro, e essa parte precisa do básico e não das novidades.

Há uma consequência prática para quem tem mais de um ponto: dois pontos em setores diferentes são dois negócios diferentes, mesmo com a mesma insígnia e o mesmo produto. Programar os dois telas iguais a partir do mesmo painel garante que um dos dois está errado todos os dias — e o setor diz de antemão qual.

E uma nota sobre as avenidas largas, que aqui são muitas: quem passa de carro por uma avenida com canteiro não vê a vitrine do outro lado. O seu público é literalmente metade da avenida. Isso reduz o alcance à metade e, ao mesmo tempo, torna muito mais previsível quem passa — o que é uma boa notícia para quem escreve o conteúdo.

Escreve o seu setor e responde às três perguntas de cima. Em quinze minutos você tem um perfil de público mais confiável do que o de qualquer ferramenta, e não custou nada.

Abrir a loja sem troco
é abrir com uma parte das vendas já perdida, e ninguém anota essa perda

Quem trabalha com dinheiro em espécie precisa de um fundo de caixa montado antes de abrir: nota pequenas e moedas em quantidade suficiente para atravessar a manhã. Falta pouco para dar errado — e quando falta, a venda não é adiada, ela vai embora, porque o cliente que não recebe troco desiste ou compra menos do que ia comprar.

O que costuma resolver, sem virar uma rotina pesada:

  • Separar o fundo do faturamento. Se o troco sai do próprio caixa do dia, ele some junto com o movimento. Um valor fixo, contado na abertura e no fechamento, transforma um susto numa conferência de dois minutos.
  • Saber em que horário some. O troco acaba sempre no mesmo intervalo: aquele em que entram muitas vendas pequenas seguidas. Quem conhece esse horário reforça antes dele, não depois.
  • E dar ao cliente um motivo para não usar dinheiro justamente ali. Não é impor: é deixar claro, onde ele decide, que existe outra forma de pagar.

Esse último ponto é onde a coisa deixa de ser operacional e vira comercial. O meio de pagamento não é escolhido no balcão, é escolhido na fila — enquanto a pessoa espera e ainda tem tempo de pegar o cartão ou abrir o aplicativo. Depois que ela chega na frente com a nota na mão, já é tarde para conversar sobre isso.

E vale dizer o contrário também: o dinheiro em espécie não é um problema a ser eliminado. Ele entra na hora, não paga taxa e não depende de sinal. O problema não é receber em espécie: é receber em espécie sem ter planeado o troco.

Conte quanto foi o fundo de caixa nos últimos cinco dias e em que hora ele ficou curto. Se ficou curto sempre no mesmo horário, você não tem um problema de dinheiro: tem um horário para reforçar.

Perguntas
frequentes

Suporte por email em português. Cloud SaaS — localização do fornecedor não afeta o serviço.
5 minutos. Registro, conecta Chromecast/Fire Stick, escaneia PIN. Sem esperar instalador.
Sim, espalhados pelos nossos mercados. Maioria PMEs em restauração, retalho e serviços. Sem fidelidade.
Sim. Plano Network gere todos as telas de painel central.
Uma informação por vez e em corpo bem grande, com rotação lenta de uns dez segundos. O que se lê andando é ilegível a cinquenta por hora, e um conteúdo que muda a cada três segundos pega o motorista no meio da transição — ele não vai dar a volta no quarteirão para conferir.
Que existe onde estacionar. Quem dirige só entra se puder parar, então avisar que há vaga ou onde ela fica converte mais numa avenida do que qualquer promoção — e é justamente o que quase ninguém coloca na tela.

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