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Para concessionários de motos, scooters e motos elétricas

Os modelos, o financiamento e a oficina,
nos ecrãs do concessionário

A montra mostra a moto destaque com o pagamento a prestações e a oferta do mês. Dentro, o cliente compara naked vs scooter vs custom vs off-road, vê a moto elétrica com os benefícios e a economia em relação à combustão, sabe que a oficina faz revisão e troca de pneus, e leva o capacete com desconto na compra. Tu mudas o destaque e a promo pelo telemóvel.

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Mudado pelo telemóvel

A confiança de concessionários de motos, scooters e motos elétricas

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Do zero ao primeiro ecrã
99,9%
Uptime da plataforma

O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia

Templates prontos para o concessionário independente e para a rede multiunidade com montra na rua.

01

Montra por tipo de moto e oferta do mês

A montra exibe os modelos por categoria — naked, scooter, custom, trail, elétrica — e a oferta do mês com o preço e o pagamento a prestações. Quem passa na rua vê de imediato qual modelo está em destaque. Tu mudas o modelo, o preço e a promoção pelo telemóvel em segundos, sem reimprimir cartazes e sem pedir banner à gráfica.

02

Financiamento, leasing, consórcio e comparativo

As condições de financiamento, leasing e consórcio do mês, o comparativo de modelos e os benefícios da moto elétrica vs combustão (economia de combustível, isenções fiscais, custo de manutenção menor) no ecrã da área de receção. O cliente chega informado à conversa com o vendedor e o ticket médio sobe.

03

Oficina pós-venda e equipamento

Os serviços de revisão, troca de óleo e pneus no ecrã da espera da oficina, e o catálogo de equipamento — capacetes, botas, luvas, roupa técnica — com os preços e as promoções do mês. O cliente que veio para a revisão sai com o capacete novo sem que o vendedor precise insistir.

04

Habilitação A, passeios, eventos e fidelidade

O cross-link com a autoescola parceira para a habilitação categoria A, os passeios e eventos do clube de motociclistas, e o programa de fidelidade para revisões e acessórios. Tu fidelizas o cliente além da compra e gera tráfego recorrente no concessionário sem app e sem custo extra.

O plano que a tua
concessionário precisa

Concessionário pequena com 1 ecrã de montra: Starter 9€/mês. Com montra + área de espera: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Com montra, receção e oficina: Business 59€/mês. Rede multiunidade: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.

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Moto parada
é dinheiro parado

É o que separa um concessionário de motos de uma de carros. Uma parte grande da tua clientela usa a moto para trabalhar, e para ela um dia na oficina não é um transtorno: é um dia sem faturar. Tudo o que o ecrã mostra se organiza a partir disso.

Na oficina a única pergunta é «quando»

Não é quanto custa: é a que horas fica pronta. E a informação que realmente decide é outra, que quase nenhuma oficina expõe — o que sai no mesmo dia e o que depende de peça encomendada. Óleo, corrente, pneu, pastilha: hoje. Peça de motor: amanhã ou depois. Com isso no ecrã o cliente escolhe deixar a moto ou voltar, e para de perguntar de meia em meia hora.

As sete da manhã são a hora de pico

Quem trabalha deixa a moto antes do turno, e a oficina enche na primeira hora. Um ecrã na entrada que diga quantas vagas de serviço rápido ainda há hoje evita a cena que custa cliente: chegar às sete, esperar vinte minutos na fila e ouvir que não dá para hoje.

Quem entra no showroom já escolheu o modelo

O comprador de moto chega decidido muito mais do que o de carro — leu, viu vídeo, comparou. O que continua em aberto são duas coisas: quanto fica por mês e quando ele leva. Um ecrã que mostra a gama inteira fala do que já está resolvido; uma que mostra parcela, entrada e prazo de entrega fala do que falta.

O balcão de equipamento é o que se esquece

Capacete, jaqueta, luvas, baú. É margem alta e é a compra que acompanha a moto — mas só acontece se estiver à vista no momento em que o cliente ainda está ali. Depois de sair da loja com a moto, ele compra o resto na internet.

Salão de um concessionário de motos com as fileiras de motos novas ainda embaladas em plástico e um cliente olhando uma
Quem usa a moto para trabalhar não pergunta o preço da revisão: pergunta a que horas ela fica pronta.

O capacete não é um acessório
e é por isso que ele não se vende sozinho na prateleira

Numa prateleira um capacete é um preço, e comparado por preço ele sempre perde para a internet. Num ecrã cabem as três coisas que fazem o cliente chegar ao balcão já sabendo o que perguntar — e nenhuma delas é o preço.

A certificação não é um detalhe do rótulo. O capacete tem de estar homologado pela norma ECE. Um capacete sem isso não é um capacete mais barato — é outra coisa, com outra finalidade, e é exatamente o que o cliente compra sem saber quando decide só pelo preço numa montra online. Dizer isso no ecrã, com a etiqueta que ele tem de procurar, é a informação mais útil que a loja pode dar de graça.

O tamanho quase sempre está errado, e para o lado do maior. Um capacete novo aperta, e aperta de propósito: a espuma cede com o uso. Quem prova na loja tende a escolher o número acima porque é o que parece confortável nos dois minutos da prova — e aí ele fica folgado seis meses depois, que é quando importa. Uma tabela de medida no ecrã, com a fita e onde se mede, resolve mais do que dez minutos de vendedor.

E tem prazo, embora não pareça. Os fabricantes recomendam trocar por volta dos cinco anos mesmo sem queda: a espuma interna perde a capacidade de absorver e o forro se desfaz. Ninguém pensa nisso porque por fora o capacete continua bonito. É o único produto da loja em que lembrar a data da compra gera venda — e a data está na etiqueta, dentro do próprio capacete.

Com franqueza: não nos conectamos ao teu DMS nem ao sistema de stock. O ecrã mostra o que tu carregas e tu atualizas pelo telemóvel; a gestão continua no teu sistema. O que ela faz é chegar antes — ao cliente que ainda está na loja com a moto nova, e não à noite, no telemóvel, comparando preço.

O que a moto vale na retoma decide-se agora.
E decide-se com papéis, não com o estado da pintura

Quem compra hoje está a pensar na prestação e no seguro, não em 2029. Mas grande parte de quem entra aqui vai trocar de moto dentro de três ou quatro anos, e nessa altura a diferença entre duas motos iguais — mesmos quilómetros, mesmo ano — está no histórico: revisões feitas na data, peças identificáveis, faturas guardadas. Ninguém explica isto no dia da compra, e é o dia em que ainda serve para alguma coisa.

Escrito na oficina, este argumento faz um trabalho que nenhuma promoção faz: transforma uma despesa em investimento. Uma revisão de duzentos euros é sempre uma despesa antipática, feita porque « toca ». A mesma revisão, ao lado de uma linha que diz que o histórico completo defende algumas centenas na retoma, deixa de ser um custo e passa a ser uma decisão de quem sabe o que faz. E é verdade — não é um argumento de vendas montado ao contrário: qualquer pessoa que avalie motas usadas confirma-o.

Há um efeito prático imediato para a casa, e é o que interessa a quem paga o ecrã: as revisões atrasadas. A maior parte não se perde por dinheiro, perde-se por adiamento — passa o mês, passa o verão, e quando a pessoa aparece já não é uma revisão, é uma reparação. Uma parede que liga a revisão a uma coisa concreta e futura recupera parte desses adiamentos, e recupera-os sem telefonar a ninguém.

A terceira linha é a que quase ninguém escreve e vale para os dois lados: o que fazer com os papéis. Guardar as faturas juntas, tirar fotografia ao livrete de revisões carimbado, apontar quando se mudou o pneu. Parece exagerado até ao dia em que se vende — e nesse dia, quem tem essa pasta discute o preço em pé de igualdade, e quem não tem aceita o que lhe oferecem porque não consegue provar nada.

Para não vender fumo: nada disto muda a avaliação que a casa faz de uma moto, que depende do mercado e do modelo muito mais do que de qualquer papel. O que muda é a conversa — e o que aqui se propõe é dizê-lo antes, quando ainda é útil, em vez de o explicar no fim, quando já só serve para justificar um número que a pessoa não esperava.

Dúvidas comuns
de concessionários de motos

A montra com os modelos por tipo (naked, scooter, custom, trail, elétrica) e a oferta do mês, o comparativo de modelos com financiamento e leasing, os benefícios da moto elétrica vs combustão, os serviços de oficina (revisão, troca de óleo, pneus) e o catálogo de equipamento (capacete, botas, luvas, roupa técnica). Tudo se muda pelo telemóvel.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se o ecrã for antigo, um Fire Stick ou Chromecast (~30 €) o converte em ecrã digital. Tu conectas a TV, abre o Digisini no navegador, digita o PIN e em 5 minutos o primeiro ecrã já está a funcionar.
Sim. No plano Pro (19 €/mês) tu tens 3 ecrãs independentes: uma na montra com os modelos e a oferta do mês, uma na área de receção com financiamento e comparativo, e uma na espera da oficina com os serviços e o catálogo de equipamento. Cada ecrã exibe um conteúdo diferente e muda de forma independente pelo telemóvel.
Não existe integração nativa com DMS ou sistemas de stock de motos. Tu atualizas os modelos, preços e disponibilidade manualmente pelo painel, o que leva menos de 2 minutos. Para integrações automáticas sob medida, consulta o plano Business+ (199 €/mês).
Concessionário pequena com 1 ecrã de montra: plano Starter 9 €/mês. Concessionário com montra + área de espera: plano Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Concessionário grande com montra, receção e oficina: plano Business 59 €/mês. Rede multiunidade: plano Network 199 €/mês (50 ecrãs, conta por unidade). Ver todos os planos.
Sim. O player guarda até 48 horas de conteúdo em cache. Se o Wi-Fi do concessionário cair no meio de um lançamento ou promoção de financiamento, os ecrãs continuam a mostrar os modelos, os preços e os serviços de oficina sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza só as últimas mudanças.
Não. Tu cancelas quando quiseres, sem penalidade e sem contrato mínimo. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5 % de slots de anúncios de parceiros. Quando quiser removê-los, passa para o Starter por 9 €/mês.
Vende, e é o melhor momento, porque num concessionário o cliente sempre espera — o vendedor, o test-drive, o orçamento — e esses minutos são ouro. Um ecrã com a gama (naked, sport, scooter, big trail), as versões, as promoções e o financiamento mostra a oferta justo enquanto ele pensa em comprar. O cliente chega ao vendedor com o olho já num modelo, em vez de esperar à toa.
Aumenta, e é margem que costuma ficar parada. Quem compra a moto quase sempre completa com capacete, jaqueta e luvas, e quem já anda volta para troca sazonal — pneus, luvas de inverno, baú. É margem alta que só gira se está à vista: mostrar no ecrã faz nascer a compra que senão se perde porque o cliente não sabia que tu tinhas. Tu destacas o equipamento da temporada pelo telemóvel conforme a época.
Sim, e é a margem que volta toda temporada. A venda da moto é pontual; a oficina — revisão, pneus, peças originais — é a recorrência. O motociclista que leva a moto para revisão é um cliente que tu vês toda temporada e a quem, na hora certa, vende a próxima moto. Lembrar no ecrã que a revisão ou a troca de pneus está a vencer o traz de volta antes de ele ir na oficina do bairro.

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