A sala de espera da tua oficina,
que explica o conserto
O cliente entra com um barulho estranho e fica a esperar com o telemóvel na mão, meio convencido de que tu vais inflar a fatura. Em vez de uma TV com noticiário, ele vê por que a correia dentada precisa ser trocada antes de partir e o que inclui a revisão pré-IPO. Aprova o orçamento sem discutir. Tu mudas tudo pelo telemóvel.
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Freios · distribuição · óleo · 49€
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Modelos prontos para a oficina de bairro e para a multimarca com várias baias.
Orçamentos e serviços em dia
TROCA DE ÓLEO 49€ · PASTILHAS DE FREIO · PNEUS · REVISÃO PRÉ-IPO · DISTRIBUIÇÃO · AR-CONDICIONADO. Quando tu mudas uma tarifa ou lança uma promo de pneus de inverno, sobe pelo telemóvel e o ecrã atualiza em 2-3 segundos.
O porquê de cada reparação
A correia dentada, os freios, a suspensão — explicados com o que acontece se não fizer a tempo. O cliente que chega por um barulho entende que a avaria grande se evita agora e aprova o orçamento sem briga. É o que mais sobe o ticket médio e baixa as discussões na receção.
Lembretes de IPO, revisão e óleo
IPO / inspeção periódica a vencer, revisão dos 30.000 km, troca de óleo por quilometragem e a campanha de ar-condicionado antes do verão. Tu educas o cliente, antecipa a visita e enche a agenda na temporada baixa, onde a oficina costuma sofrer mais.
Confiança + horários e avaliações
Fotos da oficina limpa e organizada, as marcas e certificações com que tu trabalhas, os teus horários, o telefone e as tuas avaliações reais. Uma oficina que se mostra transparente converte a primeira visita por uma avaria em cliente fixo nas revisões.
O plano que a tua
oficina precisa
Oficina pequena com 1 ecrã na sala de espera: Starter 9€/mês. Oficina com ecrã da sala de espera + ecrã da receção ou zona de entrega: Pro 19€/mês (3 ecrãs, o mais popular). Oficina grande com várias baias e zona de funilaria: Business 59€/mês. Rede de oficinas multisede: Network 199€/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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Onde vai o ecrã
na oficina
Uma oficina se joga tudo na confiança e na recorrência. Cada ecrã trabalha uma dessas duas frentes, contra a desconfiança histórica com o mecânico.
Sala de espera
O porquê da reparação explicado com clareza — o que é uma revisão, por que os freios precisam ser trocados, o que acontece se pular a correia —, os prazos e o carro reserva. O cliente que espera e entende o que tu estás a fazer confia, e a confiança é tudo num setor onde o cliente teme ser passado para trás.
Receção e balcão
A tabela transparente: o preço da revisão, dos freios, dos pneus, e o orçamento claro. Mostrar os preços abertamente, sem surpresa, derruba a desconfiança principal e comunica uma oficina honesta, que é o que o cliente procura desesperadamente.
Zona de lembretes
Os avisos que trazem de volta: « a revisão está a vencer », « é hora de trocar o óleo », « chegou a época de trocar os pneus ». São os lembretes que trazem o cliente justo quando precisa, antes de ele ir em outro lugar ou esquecer o prazo.
Receção
Os serviços além da reparação básica: o diagnóstico eletrónico, a recarga do ar-condicionado, os pneus, a funilaria, o carro reserva. Muitos clientes não sabem tudo o que tu ofereces, e mostrar abre vendas além do motivo que os trouxe.

A confiança traz o cliente,
os lembretes o trazem de volta
Uma oficina tem um problema histórico — a desconfiança — e um recurso — a recorrência. O ecrã trabalha os dois: constrói confiança e traz o cliente de volta.
A confiança é o verdadeiro problema do setor. O cliente chega à oficina desconfiado, temendo pagar por reparações que não entende e talvez não precise. É o preconceito histórico com o mecânico. Explicar no ecrã, na sala de espera, o porquê de cada reparação — com palavras simples ou um vídeo — e mostrar uma tabela transparente derruba essa desconfiança. O cliente que entende o que paga e por quê confia, e o cliente que confia volta e te recomenda.
Os lembretes são a recorrência automática. A revisão, a troca de óleo, o câmbio de pneus da estação: são prazos certos que o cliente esquece. Lembrá-los no ecrã — e, quando dá, com um aviso na hora certa — traz o cliente antes de ele ir em outro lugar ou adiar. É fidelização que se ativa sozinha nos prazos do veículo, e transforma a reparação ocasional na relação que dura anos e passa de um carro para o seguinte.
Os serviços extra são margem que ninguém pede. O diagnóstico eletrónico, a recarga do ar-condicionado, os pneus, a funilaria: muitos clientes não sabem que tu fazes, e o que não conhecem não pedem. Mostrar esses serviços no ecrã, enquanto o cliente espera a reparação que o trouxe, faz nascer o pedido a mais e transforma a visita por um problema na chance de resolver outro. É margem adicional sem custo de atração.
Com toda a franqueza: não nos conectamos ao teu software de oficina nem gerimos os orçamentos. O ecrã mostra as explicações, a tabela, os lembretes e os serviços que tu carregas, e tu atualizas pelo telemóvel; a gestão continua no teu sistema. O Digisini é a camada de ecrã que constrói confiança e traz o cliente de volta.
O carro está no elevador
e o cliente não atende
A paragem mais cara de uma oficina não é uma avaria: é uma autorização que não chega.
O que aparece com o carro aberto não estava no orçamento. Entra-se pela distribuição e aparece a bomba de água. A partir daí o carro não sai dali até alguém dizer que sim, e esse alguém está a trabalhar, numa reunião ou a conduzir. Meia manhã de elevador parado não a paga o cliente: pagas tu, e não aparece em fatura nenhuma.
«Deixa-me pensar» quase sempre quer dizer «não sei se aquilo vale aquilo». Quando o preço do que apareceu se ouve pela primeira vez ao telefone, soa a improviso mesmo quando não é. O mesmo número, lido com calma na sala de espera meia hora antes — pastilhas, discos, distribuição, bomba de água, com as suas margens —, deixa de ser surpresa quando chega a chamada: é um valor que o cliente reconhece.
E quem está ali à espera é justamente quem vai dizer que sim. O cliente que espera na oficina aprova na hora; o que voltou para o trabalho decide amanhã. Pôr nessa sala quanto custam os trabalhos que costumam aparecer, e porque se fazem agora e não daqui a dois meses, é falar com a única pessoa que pode libertar o elevador sem ninguém ter de telefonar.
Com franqueza: isto não substitui a chamada nem o orçamento assinado, que continuam a ser teus. O que faz é que, quando ligares, o cliente já saiba do que lhe estás a falar.
Oito e meia, seis carros para entregar
e um só rececionista
Na oficina, a manhã é uma fila de pessoas com as chaves na mão, à espera de explicar o barulho que o carro faz.
Quem entrega o carro tira senha à porta. O QR na receção dá-lhe o número no telemóvel; fica sentado no carro, com o rádio ligado, em vez de fazer fila de pé junto ao balcão. Na vez dele, o telefone dá sinal e a TV mostra «E-004 → Receção».
Pneus e óleo numa fila à parte. Uma letra para o serviço rápido, com o seu QR, e o cliente que veio trocar dois pneus não fica atrás de um diagnóstico. O mecânico do serviço rápido chama a seguinte do telemóvel dele.
E quem espera na sala lê o porquê da reparação. No intervalo, a TV explica a correia de distribuição, as pastilhas e a revisão antes da inspeção. Para criar as duas filas, consulta as senhas por QR.
Com franqueza: a senha não sabe que carro é de quem nem marca serviços; ordena quem chega. As marcações continuam no teu programa de oficina.
Dúvidas comuns
de donos de oficina
O teu primeiro ecrã,
ligado hoje à tarde.
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