Calculadora TCO
Open Source vs SaaS
+ Guia PDF
Excel com seus números reais (ecrãs, salários, horas) + guia PDF de 22 páginas. Custo de três anos em cada modelo: Xibo, Anthias, info-beamer e Digisini.
Será gratuito · Email opcional · LGPD compliant
Calculadora TCO
Digital Signage Open Source vs SaaS
O que tu vais receber
quando lançarmos
Calculadora em Excel
Insere seus dados reais: número de ecrãs, custo/hora do sysadmin, custo/hora do dono, plano de cloud que te interessa. O Excel te dá o custo de 3 anos em cada modelo lado a lado.
Guia PDF de 22 páginas
Metodologia das fórmulas, premissas usadas, como ajustar para o seu mercado (Brasil, Portugal, Europa). Inclui o checklist de auditoria antes de migrar.
Atualizações de mercado
Preços de VPS, salários de sysadmin e custo de hardware mudam. Quem deixa email recebe aviso quando atualizarmos as cifras para o cálculo continuar válido.
Checklist de migração
Lista completa para auditar o que tu tens antes de migrar: playlists, mídia, calendário, integrações, hardware reutilizável. Sem surpresas no meio.
O que a calculadora
já mostra
Esses números já estão detalhados no artigo do blog. A calculadora permite inserir os seus valores reais em vez dos médios de mercado.
| Modelo | Caso A — 2 ecrãs | Caso B — 5 ecrãs | Caso C — 30 ecrãs |
|---|---|---|---|
| Xibo self-hosted / 3 anos | ~4.218€ | ~7.890€ | ~28.380€ |
| Digisini SaaS / 3 anos | 570€ | 1.770€ | 5.970€ |
| Diferença (€) | ~3.648€ | ~6.120€ | ~22.410€ |
| Horas poupadas | 129 h | 234 h | variável |
Premissas: sysadmin 35€/h, dono 25€/h, horizonte 3 anos. A calculadora permite ajustar cada valor. Ver metodologia completa no blog →
Calculadora TCO + Guia PDF
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Enquanto isso:
Enquanto aguarda,
os números já estão online
Os casos de uso, as tabelas TCO e a metodologia completa já estão no artigo pillar do blog. A calculadora em Excel vai permitir inserir os seus números reais em vez dos médios. Mas se quiser fazer a conta agora, o artigo tem tudo que precisa.
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Um número por si só não aprova nada
o que aprova é conseguir explicar de onde saiu
Se a decisão passa por outra pessoa — um sócio, uma direção, quem assina — o resultado do cálculo é o princípio da conversa e não o fim. E a forma de o apresentar decide mais do que o próprio número, porque quem decide vai testar as premissas antes de olhar para o total.
Três coisas que convém levar à conversa além do total:
- As entradas, visíveis. Quantos ecrãs, que valor por hora, quantas alterações por mês. Um total sem as entradas parece uma opinião com decimais.
- O cenário pessimista. Corre outra vez com a hipótese mais desfavorável que ainda consideras realista. Se a conclusão aguenta, deixa de haver discussão sobre otimismo.
- O que não está incluído. Dizer tu mesmos o que o cálculo deixa de fora tira essa objeção da mesa antes de ser feita, e dá credibilidade ao resto.
Há um erro de apresentação que costuma custar a aprovação e é fácil de evitar: apresentar a poupança em vez do custo. Quem decide ouve «poupamos X» e pergunta-se comparado com o quê. Apresentar o custo total de cada opção ao longo de três anos, lado a lado, faz a mesma afirmação sem exigir que ninguém aceite uma linha de base.
E uma nota sobre o horizonte: três anos é o mínimo para que este cálculo signifique alguma coisa. A um ano, a compra inicial domina tudo e o resultado favorece sempre a opção sem hardware; a cinco, entram substituições que ninguém consegue prever. Três é o intervalo em que as duas colunas são comparáveis.
Guarda a folha com as entradas preenchidas, não só o resultado. Daqui a um ano vais querer refazer a conta com os números reais — e a comparação entre o que estimaste e o que aconteceu vale mais do que qualquer projeção nova.
A conta muda de resultado
dependendo de qual orçamento a paga — e isso é decidido antes de olhar o número
Quando essa despesa é lançada como infraestrutura, ela disputa espaço com servidor, backup e licença, e ali qualquer coisa nova entra como custo. Quando é lançada como comunicação com o cliente, ela disputa com impressão, montra e campanha, e ali a pergunta deixa de ser quanto custa e passa a ser quanto rende. É a mesma quantia nos dois casos.
Por que isso não é uma formalidade contábil:
- Quem aprova é outra pessoa. E essa pessoa avalia com critérios diferentes. Um pedido bem argumentado no critério errado é recusado por motivos que nada têm a ver com o mérito.
- O que se compara é outro. Contra um servidor, qualquer mensalidade parece cara. Contra a reimpressão trimestral de material que fica desatualizado em três semanas, a comparação anda sozinha.
- E o prazo de avaliação é outro. Infraestrutura se julga por estabilidade ao longo de anos; comunicação se julga por efeito em semanas. Prometer o prazo errado é preparar uma decepção com data marcada.
Existe um caso em que a distinção some, e é justamente o mais comum aqui: na empresa pequena, quem decide é a mesma pessoa nos dois papéis. Isso não elimina o problema, só o esconde — a decisão continua a ser tomada com um critério ou com o outro, e quase sempre com o de custo, que é o que aperta no fim do mês.
Há uma consequência prática nisso, e é de calendário: orçamento de infraestrutura costuma ser anual e fechado; verba de comunicação costuma ser revista várias vezes por ano. Pedir na janela errada significa esperar meses por uma resposta que, no outro caminho, sairia numa reunião.
Antes de preencher os campos, escreva numa linha com o que essa despesa vai ser comparada. Se a resposta for «com o servidor», o número vai parecer alto faça tu o que fizer.