Ir para o conteúdo
Feito para PMEs, autonomos e pequenas franquias

Sinalização digital
para PME e autonomos

Sinalização digital desenhada do zero para PMEs e autonomos. Sem contratos enterprise, sem preços em USD, sem formação obrigatório. Começa grátis e cresca quando puder.

Primeiro ecrã grátis · Sem cartão de crédito

DIGISINI

Digital Signage

O que tu podes fazer desde o primeiro dia

Tudo que o teu negócio precisa mostrar no ecrã.

Free

Plano grátis para sempre

1 ecrã grátis com marca d'água. Sem cartão. Validar antes de pagar e a norma.

Preço

Starter desde 9€/mês

Cobrado em euros, sem fidelidade e sem cartão para começar. O preço que aparece é o que se paga.

Sem TI

Sem departamento de TI

Tu montas o ecrã. Sem instaladores, sem orçamentos, sem pré-venda. Self-service total.

Crescer

Cresca quando crescer

Começa com 1, chega a 50 com o plano Network. Mesmo painel, mesmo fluxo.

Começa com
o plano Starter

Plano Free: 1 ecrã com marca d'água. Starter (9€/mês): 1 sem marca. Pro (19€/mês): até 3 ecrãs. Network: multi-loja para pequenas franquias.

Testar grátis 14 dias

Ver todos os planos

O custo de um ecrã
não é mensal, é semanal

A mensalidade é a parte fácil de comparar e a menos importante. O que decide se o ecrã vai funcionar num negócio pequeno é quanto tempo ele pede por semana — e esse número ninguém coloca no anúncio.

A conta real de um comércio com um ecrã, medida em minutos e não em reais:

  • Primeira montagem: 20 a 40 minutos. Escolher o que entra, montar duas ou três playlists, definir horário. É a parte que dá trabalho e é uma vez só. Quem faz isso com pressa paga depois toda semana.
  • Manutenção: 2 a 10 minutos por semana. Trocar um preço, tirar uma promoção que acabou, entrar com a do sábado. Se está a levar mais que isso toda semana, a montagem ficou complicada demais para o tamanho do problema.
  • Quando muda alguma coisa grande: 15 minutos. Menu novo, mudança de horário, reforma. Acontece duas ou três vezes por ano.

Somando, dá pouco mais de quatro horas no primeiro ano e cerca de três nos seguintes. Vale comparar isso com o tempo que já se gasta hoje reimprimindo cartaz, reescrevendo a lousa e imprimindo o A4 que vai para o vidro — na maioria dos casos o ecrã sai na frente já no tempo, antes de qualquer conversa sobre retorno.

O número que estraga a conta é outro e é sempre o mesmo: zero minutos por semana. Um ecrã que ninguém atualiza custa a mensalidade inteira e devolve nada, e é o cenário mais comum entre quem desiste. Não é falta de recurso no programa; é que nunca ficou definido de quem era a tarefa.

Antes de assinar qualquer coisa, vale responder uma pergunta só: quem, com nome, vai mexer no ecrã na segunda-feira de manhã? Se não houver nome, o plano gratuito é o lugar certo para começar — e não custa nada descobrir ali.

Uma rede não pode falar do bairro
e tu podes falar da rua, do tempo e do que aconteceu hoje

Quase todo o material sobre ecrãs é escrito olhando para as redes: campanha nacional, calendário aprovado, tudo igual em cinquenta pontos. Um negócio de um ponto só costuma ler isso como uma desvantagem, e é exatamente o contrário — é a única vantagem estrutural que ele tem.

Três coisas que só um negócio pequeno consegue colocar no ecrã:

  • O que aconteceu hoje. Chegou fruta boa, o forno atrasou, hoje tem o prato que só sai às quintas. Numa rede isso passa por aprovação e chega na semana seguinte; aqui leva trinta segundos.
  • O nome das pessoas. «Parabéns, dona Cleusa, 20 anos de casa» funciona porque é verdade e porque quem lê conhece a pessoa. Uma rede não tem como escrever isso sem soar falso.
  • O que está a acontecer na rua. A obra, o desvio do autocarro, a festa do fim de semana. Quem passa está a pensar nisso, e o ecrã que responde ao que a pessoa já tem na cabeça é o que ela lê.

O que isso muda na prática é o critério: não vale a pena competir no que a rede faz bem — produção, fotos caras, campanha caprichada. Vale a pena ocupar o espaço que ela não alcança, que é o de agora e o daqui.

Existe um custo nessa escolha e é honesto dizer: conteúdo do dia exige alguém no dia. Não são horas, são dois minutos, mas são dois minutos que ninguém agenda. A saída que funciona é prender esses dois minutos a algo que já acontece todos os dias — abrir a caixa, conferir a entrega — em vez de tratar como uma tarefa nova.

Amanhã escreve no ecrã uma coisa que só quem trabalha aí poderia saber. Se ninguém comentar em três dias, o problema é onde o ecrã está; se comentarem, tu acabaste de encontrar o teu conteúdo.

Quem lá trabalha não to vai dizer
e o cliente também não

Uma cadeia tem alguém cujo trabalho é olhar para o que se está a mostrar. Um negócio de quatro pessoas não tem esse posto, e não é um descuido: é que não existe.

Quem está ao turno não corrige quem lhe paga. Veria o cartaz da promoção que acabou em fevereiro e não diria nada, porque não é função dele e porque apontá-lo é incómodo. E o cliente ainda menos: não avisa que o preço da ardósia já não é o da ementa, repara e tira a sua conclusão. Entre estes dois silêncios, um erro pode viver meses sem ser mencionado uma única vez.

E estas coisas não falham de repente: envelhecem. Um preço ou uma promoção não deixam de ser verdade de um dia para o outro. São certos no primeiro dia, discutíveis ao vigésimo e falsos ao quadragésimo, sem que em momento algum dispare seja o que for. E o dano também não é que alguém se zangue: é que o sítio começa a ler-se como desleixado, e essa é uma conclusão que ninguém diz em voz alta e à qual, por isso, não podes responder.

O que substitui um revisor não é mais disciplina: é uma data de fim posta ao escrevê-lo. Decidir quando uma coisa desaparece custa cinco segundos no momento em que a estás a criar, e é impossível de recordar três semanas depois a meio de um sábado. É a única maneira de o velho cair sozinho num sítio onde ninguém vai ter tempo de o ir tirar.

Com franqueza: nada disto faz com que o conteúdo seja bom. Só faz com que o que caducou deixe de estar lá, que é metade do problema — e a metade que não depende de ter ideias.

Perguntas
frequentes

Real. Estrutura de preços sem letras pequenas, sem contratos anuais, sem chamada pré-venda. Regista-te, escolhe o plano, pronto.
Não. Qualquer TV + Chromecast/Fire Stick. Sem servidor, sem rede empresarial, sem TI.
Plano Network gere multi-loja de painel central. Mesmo fluxo, mesmo suporte.
Não. Cancela quando quiseres sem penalidades.
Vale, e é justamente o caso para o qual o plano gratuito existe. Um ecrã ativo, playlists ilimitadas e programação por horário cobrem um comércio pequeno inteiro. A troca para um plano pago faz sentido quando aparece o segundo ecrã ou quando a marca no canto começa a incomodar.
Não. O aparelho se conecta à TV, mostra um código de seis dígitos no ecrã e tu digitas esse código no telemóvel. O que continua a ser o teu é decidir onde a TV fica na parede, escrever os textos e definir com que frequência mudam — e essas três coisas nenhum programa resolve no teu lugar.

Começa hoje.
Os teus ecrãs estão apagados há tempo demais.

Primeiro ecrã grátis. Sem cartão de crédito.

Começar grátis
PRONTO OU PENSANDO?

Leve o botão no teu email

Mandamos o link de 1 clique para criar a tua conta quando quiseres. Sem senha, sem cartão, sem compromisso. O teu primeiro ecrã GRÁTIS para sempre.

Sem spam. Só o link — tu decides quando entrar.

Sem hardware caroPronto em 5 minutosTu geres pelo telemóvelMulti-ecrãSuporte humanoPlano grátis para sempreSem instaladoresCancela quando quiseres