Sinalização digital
fácil de verdade
Sem instalador. Sem formação. Sem TI. Três passos: registas-te, ligas a TV, carregas o conteúdo. Em 5 minutos o teu ecrã está ativo e a vender.
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Digital Signage
O que podes fazer desde o primeiro dia
Tudo o que o teu negócio precisa de mostrar no ecrã.
Registo em 30 segundos
Email e palavra-passe. Sem cartão. Conta criada em menos de 1 minuto.
Liga a TV em 2 minutos
Qualquer TV com HDMI. Ligas um Chromecast, uma Fire Stick ou um Android TV, abres o navegador e introduzes o PIN.
Carrega o teu conteúdo
Arrasta fotos, vídeos ou cola um URL. A TV atualiza-se em segundos.
Sem formação técnica
Se sabes tirar uma foto com o telemóvel, sabes usar o Digisini. Zero curva de aprendizagem.
Começa com
o plano Starter
Plano Free: 1 ecrã grátis para sempre com marca de água. Starter (9€/mês): sem marca d'água. 14 dias grátis nos planos pagos.
E quando a televisão
não é tua?
Boa parte de quem pergunta não tem o ecrã em casa nem numa loja própria: tem-no num espaço partilhado, num centro comercial ou numa sala que é de outra pessoa. Aí a pergunta muda.
O que precisas mesmo de pedir
Não precisas de mexer na rede de ninguém nem de instalar nada num computador alheio. O que precisas é de duas coisas físicas: uma entrada HDMI livre e uma tomada. Antes de comprar o aparelho, confirma que consegues chegar à parte de trás da televisão e que ninguém a desliga da corrente ao fechar — é o que trava a maioria dos casos, e não a tecnologia.
Funciona com a rede que houver
O aparelho liga-se ao wifi do espaço como qualquer telemóvel, e usa pouca largura de banda porque só descarrega quando mudas alguma coisa. Se a rede for do centro comercial e exigir um registo no portal, vale a pena resolvê-lo no início. E se cair, o ecrã continua: guarda até 48 horas de conteúdo no próprio aparelho.
Se saíres do espaço, levas tudo contigo
O Chromecast com Google TV é uma compra a tua e desliga-se num segundo. A conta fica onde está, com as tuas listas e as tuas imagens, e volta a funcionar assim que ligares o aparelho noutra televisão qualquer com HDMI. Não há nada preso ao sítio — nem contrato mínimo, nem equipamento alugado.
Na demonstração é tudo simples
a prova é deixá-lo uma semana sem tocar
Simples é a palavra mais usada neste setor e a menos verificável. Há no entanto uma forma de a medir que não exige perceber de tecnologia e que se faz antes de assinar seja o que for.
Sete dias sem lhe tocar, e depois olha
O que o ecrã mostra ao sétimo dia é a descrição verdadeira do produto. Se continua com o teu conteúdo, é simples de ter. Se mostra um menu do fabricante, uma paisagem ou um ecrã de acesso, é simples de instalar — que é outra coisa e a que quase toda a gente chama igual. Este teste não custa nada, faz-se durante o período experimental, e é o único desta página que se pode fazer sem ter pago.
Simples de montar e simples de manter não são a mesma coisa
Quase todos estes produtos arrancam sem dificuldade: liga-se, acende-se, carrega-se uma imagem. A dificuldade chega à terceira semana, quando é preciso mudar alguma coisa e quem o configurou está de férias. Um sistema é simples quando essa alteração a faz quem está, não quem sabe. E isso não se vê numa demonstração, porque a demonstração é sempre feita pela única pessoa que domina a ferramenta — precisamente a que não vai estar nesse dia.
Põe outra pessoa a fazê-lo à tua frente
Pede que mudem uma linha enquanto vês, mas não ao comercial: a alguém da tua equipa, sem ajuda e sem indicações. Se conseguir num minuto, o produto é simples para o teu negócio. Se for preciso alguém ao lado, é simples para quem o vende. O teste não custa nada, demora um minuto e pode fazer-se durante a própria demonstração — e nunca ninguém o propõe, o que já é uma informação.
Do telemóvel, de pé, com gente à espera
Ninguém atualiza um ecrã sentado com calma: faz-se atrás do balcão, com uma mão livre e alguém à espera. Tudo o que obrigue a sentar-se ao computador fica para o dia seguinte, e no dia seguinte a ementa já está errada. A pergunta útil não é «é fácil de atualizar», que não tem resposta, mas «atualiza-se do telemóvel, de pé, em menos de um minuto» — a isso responde-se sim ou não.
Ninguém mexe nisto todos os dias
e o que não se usa, não se aprende
Muda-se alguma coisa quando há promoção, quando muda a ementa ou quando entra alguém novo: de várias em várias semanas, não todas as manhãs.
Um sistema que se usa de seis em seis semanas não se aprende: ou nos lembramos, ou não. Aquilo em que se mexe todos os dias acaba por se aprender mesmo quando é incómodo, porque a repetição compensa tudo. Aqui não há repetição que compense coisa nenhuma. Entre uma vez e a seguinte passaram seis semanas, houve férias e mudou a pessoa do turno da tarde. Isto não é um caso raro: é o uso normal de um ecrã.
Por isso a curva de aprendizagem quase não é o assunto. Qualquer coisa se aprende em duas horas, e todas as demonstrações se fazem com a explicação ainda fresca. A pergunta que decide é outra: quanto disso continua de pé três meses depois, quando o abres à pressa a uma quinta-feira, sem quem to mostrou e com o cartaz velho já lá posto. Um sistema que se sai bem numa demonstração pode ser o pior possível precisamente nesse momento.
E o que torna uma ferramenta memorável não é o manual. É que o caminho seja sempre o mesmo — os mesmos passos, no mesmo sítio, sem depender de onde estavas — e que a última coisa que publicaste esteja à vista, para copiares e lhe mudares duas palavras. Ninguém se lembra de uma sequência de passos ao fim de três meses; toda a gente reconhece uma coisa que já fez. Duplicar é a forma de memória que funciona mesmo.
Com franqueza: isto não se demonstra em meia hora, e desconfia de quem disser o contrário. A única versão honesta é que o faças hoje, o deixes quieto seis semanas e voltes — e que até lá ninguém te cobre nada.
Perguntas
frequentes
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