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Sinalização digital
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Sem instalador. Sem formação. Sem TI. Três passos: registas-te, ligas a TV, carregas o conteúdo. Em 5 minutos o teu ecrã está ativo e a vender.

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O que podes fazer desde o primeiro dia

Tudo o que o teu negócio precisa de mostrar no ecrã.

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Email e palavra-passe. Sem cartão. Conta criada em menos de 1 minuto.

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Liga a TV em 2 minutos

Qualquer TV com HDMI. Ligas um Chromecast, uma Fire Stick ou um Android TV, abres o navegador e introduzes o PIN.

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Arrasta fotos, vídeos ou cola um URL. A TV atualiza-se em segundos.

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Se sabes tirar uma foto com o telemóvel, sabes usar o Digisini. Zero curva de aprendizagem.

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E quando a televisão
não é tua?

Boa parte de quem pergunta não tem o ecrã em casa nem numa loja própria: tem-no num espaço partilhado, num centro comercial ou numa sala que é de outra pessoa. Aí a pergunta muda.

O que precisas mesmo de pedir

Não precisas de mexer na rede de ninguém nem de instalar nada num computador alheio. O que precisas é de duas coisas físicas: uma entrada HDMI livre e uma tomada. Antes de comprar o aparelho, confirma que consegues chegar à parte de trás da televisão e que ninguém a desliga da corrente ao fechar — é o que trava a maioria dos casos, e não a tecnologia.

Funciona com a rede que houver

O aparelho liga-se ao wifi do espaço como qualquer telemóvel, e usa pouca largura de banda porque só descarrega quando mudas alguma coisa. Se a rede for do centro comercial e exigir um registo no portal, vale a pena resolvê-lo no início. E se cair, o ecrã continua: guarda até 48 horas de conteúdo no próprio aparelho.

Se saíres do espaço, levas tudo contigo

O Chromecast com Google TV é uma compra a tua e desliga-se num segundo. A conta fica onde está, com as tuas listas e as tuas imagens, e volta a funcionar assim que ligares o aparelho noutra televisão qualquer com HDMI. Não há nada preso ao sítio — nem contrato mínimo, nem equipamento alugado.

O que não fazemos: não vamos ao local, não montamos suportes e não tratamos de autorizações com o senhorio nem com a administração do centro comercial. O apoio é escrito, em português, em horário europeu. Os planos estão em euros; se pagares de fora da zona euro, o teu banco converte à taxa do dia.

Na demonstração é tudo simples
a prova é deixá-lo uma semana sem tocar

Simples é a palavra mais usada neste setor e a menos verificável. Há no entanto uma forma de a medir que não exige perceber de tecnologia e que se faz antes de assinar seja o que for.

Sete dias sem lhe tocar, e depois olha

O que o ecrã mostra ao sétimo dia é a descrição verdadeira do produto. Se continua com o teu conteúdo, é simples de ter. Se mostra um menu do fabricante, uma paisagem ou um ecrã de acesso, é simples de instalar — que é outra coisa e a que quase toda a gente chama igual. Este teste não custa nada, faz-se durante o período experimental, e é o único desta página que se pode fazer sem ter pago.

Simples de montar e simples de manter não são a mesma coisa

Quase todos estes produtos arrancam sem dificuldade: liga-se, acende-se, carrega-se uma imagem. A dificuldade chega à terceira semana, quando é preciso mudar alguma coisa e quem o configurou está de férias. Um sistema é simples quando essa alteração a faz quem está, não quem sabe. E isso não se vê numa demonstração, porque a demonstração é sempre feita pela única pessoa que domina a ferramenta — precisamente a que não vai estar nesse dia.

Põe outra pessoa a fazê-lo à tua frente

Pede que mudem uma linha enquanto vês, mas não ao comercial: a alguém da tua equipa, sem ajuda e sem indicações. Se conseguir num minuto, o produto é simples para o teu negócio. Se for preciso alguém ao lado, é simples para quem o vende. O teste não custa nada, demora um minuto e pode fazer-se durante a própria demonstração — e nunca ninguém o propõe, o que já é uma informação.

Do telemóvel, de pé, com gente à espera

Ninguém atualiza um ecrã sentado com calma: faz-se atrás do balcão, com uma mão livre e alguém à espera. Tudo o que obrigue a sentar-se ao computador fica para o dia seguinte, e no dia seguinte a ementa já está errada. A pergunta útil não é «é fácil de atualizar», que não tem resposta, mas «atualiza-se do telemóvel, de pé, em menos de um minuto» — a isso responde-se sim ou não.

Deixa o ecrã uma semana inteira sem lhe tocar e volta a olhar. O que mostra ao sétimo dia é a verdadeira descrição do produto: se continua com o teu conteúdo, é simples; se mostra um menu, uma paisagem ou um ecrã de acesso, é simples de instalar e não de ter.

Ninguém mexe nisto todos os dias
e o que não se usa, não se aprende

Muda-se alguma coisa quando há promoção, quando muda a ementa ou quando entra alguém novo: de várias em várias semanas, não todas as manhãs.

Um sistema que se usa de seis em seis semanas não se aprende: ou nos lembramos, ou não. Aquilo em que se mexe todos os dias acaba por se aprender mesmo quando é incómodo, porque a repetição compensa tudo. Aqui não há repetição que compense coisa nenhuma. Entre uma vez e a seguinte passaram seis semanas, houve férias e mudou a pessoa do turno da tarde. Isto não é um caso raro: é o uso normal de um ecrã.

Por isso a curva de aprendizagem quase não é o assunto. Qualquer coisa se aprende em duas horas, e todas as demonstrações se fazem com a explicação ainda fresca. A pergunta que decide é outra: quanto disso continua de pé três meses depois, quando o abres à pressa a uma quinta-feira, sem quem to mostrou e com o cartaz velho já lá posto. Um sistema que se sai bem numa demonstração pode ser o pior possível precisamente nesse momento.

E o que torna uma ferramenta memorável não é o manual. É que o caminho seja sempre o mesmo — os mesmos passos, no mesmo sítio, sem depender de onde estavas — e que a última coisa que publicaste esteja à vista, para copiares e lhe mudares duas palavras. Ninguém se lembra de uma sequência de passos ao fim de três meses; toda a gente reconhece uma coisa que já fez. Duplicar é a forma de memória que funciona mesmo.

Com franqueza: isto não se demonstra em meia hora, e desconfia de quem disser o contrário. A única versão honesta é que o faças hoje, o deixes quieto seis semanas e voltes — e que até lá ninguém te cobre nada.

Perguntas
frequentes

Não. Se sabes ligar uma TV com Chromecast, sabes instalar o Digisini. 5 minutos no total.
Não. Interface de arrastar e largar. Se já puseste uma foto no Instagram, sabes usar o Digisini.
Suporte por email. Respondemos rápido. A maioria das dúvidas se resolve com a documentação.
Não. Cancela quando quiseres sem penalidades.
Isso depende de quem gere o espaço e não de nós: num centro comercial há normalmente regras sobre o que fica visível para o corredor, e num escritório partilhado costuma bastar falar com quem o administra. O que podemos dizer é o lado técnico: não é preciso mexer na rede de ninguém nem instalar nada num computador que não seja teu.
Costuma funcionar, com um cuidado: se a rede exigir aceitar um portal de acesso de vez em quando, o aparelho fica à espera desse passo. Vale a pena testar isso no primeiro dia. Mesmo que a ligação caia, o ecrã não fica preto — mantém até 48 horas de conteúdo guardado e retoma sozinho quando a rede volta.
Não perdes nada. Desligas o aparelho, levas-o contigo e ligas-o noutra televisão com entrada HDMI; a conta e os conteúdos são os teus e continuam iguais. Não há equipamento alugado nem contrato ligado à morada, por isso mudar de sítio não implica avisar ninguém.
Deixando-o uma semana sem lhe tocar e voltando a olhar. O que mostra ao sétimo dia é a descrição verdadeira: se continua com o teu conteúdo é simples de ter; se mostra um menu do fabricante, uma paisagem ou um ecrã de acesso, é simples de instalar, que é outra coisa. Faz-se durante o período experimental, sem ter pago nada.
Que alguém da tua equipa mude uma linha à tua frente, sem ajuda — não o comercial. Se conseguir num minuto, o produto é simples para o teu negócio; se for preciso alguém ao lado, é simples para quem o vende.
Não «é fácil de atualizar», que não tem resposta, mas «atualiza-se do telemóvel, de pé, em menos de um minuto». Um ecrã atualiza-se atrás do balcão com alguém à espera: tudo o que obrigue a sentar ao computador fica para o dia seguinte, e no dia seguinte a ementa já está errada.

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