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Continua a funcionar mesmo se o WiFi cair

Sinalização digital
que funciona sem internet

O player baixa o conteúdo e continua a exibir mesmo se o WiFi cair. Quando a conexão volta, sincroniza automaticamente. Sem ecrãs pretos.

Primeiro ecrã grátis · Sem cartão de crédito

DIGISINI

Digital Signage

O que tu podes fazer desde o primeiro dia

Tudo que o teu negócio precisa mostrar no ecrã.

Cache

Cache offline robusto

Service Worker baixa imagens, vídeos e config. Se internet cair, o ecrã continua.

Sync

Sync automático no retorno

Quando o WiFi volta, o player sincroniza sozinho. Tu não fazes nada.

Tranquilidade

Sem ecrãs pretos

O medo dos clientes verem a TV apagada acaba. Mesmo com queda, a tua sinalização continua a vender.

Locais

Ideal para zonas com sinal ruim

Bares no campo, food trucks, feiras, eventos. Funciona onde o WiFi não chega.

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Uma coisa é «hoje caiu»,
outra é «aqui nunca houve»

Vale a pena separar os dois antes de comprar seja o que for, porque a resposta não é a mesma e o segundo caso tem um passo que não dá para pular.

A conexão caiu hoje: não faça nada

O ecrã continua com a última lista que baixou e ninguém do outro lado nota diferença. Quando a rede voltar, ela sincroniza sozinha e pega o que tu tiveres mudado nesse meio-tempo. Não precisa reiniciar nada nem parear de novo — reiniciar, aliás, costuma ser o que mais atrasa.

Aqui nunca teve rede: o pareamento é o passo crítico

A primeira conexão entre o aparelho e a tua conta precisa mesmo de internet. Faz esse passo onde tiver rede — em casa, no escritório — e só depois leve o aparelho para o lugar definitivo. É o único momento que não dá para adiar, e é onde as pessoas travam quando fazem na ordem errada.

Atualizar sem linha fixa

Tu compartilhas os dados do telemóvel durante os minutos que leva para publicar e depois desliga. Não precisa de conexão permanente: só uma janela curta na hora de subir o conteúdo novo. Depois disso o ecrã não pede nada a ninguém.

O que não fornecemos: modem, chip nem roteador, e a assinatura não inclui conexão nenhuma. O aparelho guarda até 48 horas de conteúdo e, passado isso, continua a repetir a última lista válida em vez de ficar preto — mas um ecrã que nunca vai ver rede, nem cinco minutos, não é um caso que a gente cubra.

Se a conexão cai às onze da manhã
o ecrã continua a mostrar o que tu deixaste lá — e é aí que se decide se isso ajuda ou atrapalha

A parte técnica costuma estar resolvida: o conteúdo fica guardado no aparelho e continua a rodar. O que quase ninguém pensa é em qual conteúdo é seguro deixar guardado, e essa decisão é de quem escreve, não de quem instala.

A regra é simples e separa tudo em duas pilhas:

  • Sobrevive o que não tem hora nem data. O que tu fazes, quanto custa, onde fica, o que é a casa. Isso pode ficar dias no ar sem ficar errado.
  • Não sobrevive o que diz «hoje». O prato do dia, a promoção da semana, o «último dia». Se a conexão cair na quinta, isso vai estar a mentir até alguém perceber.
  • E o pior dos dois mundos é a contagem regressiva. «Faltam 2 dias» congelado é a única coisa no ecrã que denuncia sozinha que ninguém está a olhar.

Na prática o que funciona é montar a playlist em camadas: uma base que vale sempre, e por cima o que muda. Se a conexão cair, o que resta no ecrã é a base — que continua correta — em vez de uma oferta vencida.

Tem um detalhe que muda a percepção do cliente e custa nada: não colocar a data no ecrã. Parece um capricho, mas uma data errada é o sinal mais visível de abandono que existe numa montra, mais até do que um preço desatualizado. Quem quiser mostrar data que mostre a hora, que se corrige sozinha no aparelho.

Olha agora para o teu ecrã e pergunte: se isto ficar assim três dias, alguma coisa aqui vira mentira? O que responder «sim» é o que não deve estar na camada de baixo.

A hora não vem da corrente
vem da internet

É a avaria mais silenciosa de todas as que traz trabalhar sem ligação, e a única que não se parece nada com uma avaria.

Depois de um corte de energia, muitos leitores baratos arrancam na data de fábrica. Não têm pilha para o relógio: quando voltam, perguntam a hora à internet, e sem internet ficam-se pela que traziam de série. A partir daí toda a programação por horário se desencontra de uma vez — a ementa do pequeno-almoço às oito da noite, o cartaz de domingo a uma terça-feira, uma promoção que acabou há um mês outra vez no ecrã.

E falha ao contrário do que esperarias, e é isso que a faz durar. O ecrã está ligado, a imagem vê-se na perfeição e não há mensagem de erro nenhuma. O conteúdo está correto: apenas é de outro momento. Ninguém telefona a avisar disso, porque de fora não parece que esteja nada partido — parece que foste tu que o puseste assim, e é exatamente essa a conclusão que o cliente tira.

A verificação que o apanha custa um minuto e faz-se antes de montar seja o que for. Desliga o aparelho da ficha, volta a ligá-lo sem rede e olha para as horas que ele julga que são. Se arranca em 1970 ou numa data de fábrica, já sabes que cada corte de energia te vai desarrumar o dia inteiro. Sabendo-o, escolhe-se de outra maneira: um leitor com relógio a pilha custa mais uns euros, e é a diferença entre um sítio sem rede que funciona e um a que é preciso ir lá ver.

Com franqueza: isto não o arranja programa nenhum, o nosso incluído. É uma peça dentro do aparelho, e por isso convém testá-lo com o leitor na mão antes de instalar quinze em sítios a que custa voltar.

Perguntas
frequentes

Indefinidamente, se o conteúdo já esta em cache. O ecrã repete a última playlist até o WiFi voltar.
O player detecta automaticamente o retorno da internet e descarrega as alterações pendentes em segundos.
Sim. Enquanto puder sincronizar de vez em quando (4G basta), o resto do tempo roda offline.
Não. Cancela quando quiseres sem penalidades.
Não, e é melhor que não. Faz o pareamento onde tiver rede e leve o aparelho já configurado para o local definitivo; a conexão entre o aparelho e a tua conta fica guardada. Só esse primeiro passo precisa mesmo de internet.
Não perdes. Ao arrancar volta a reproduzir a última lista válida que tem guardada, sem precisar de ligação. O que não consegue nesse momento é ir buscar conteúdo novo — isso fica à espera da próxima vez que apanhe rede, ainda que sejam poucos minutos.
Dá, e é o que muita gente faz em espaços sem linha fixa. Partilhas dados enquanto públicas e desligas a seguir; a reprodução não precisa da ligação. Tem só o cuidado de fazer o primeiro emparelhamento antes de ires para um sítio sem cobertura.

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