Sinalização digital
que funciona sem internet
O player baixa o conteúdo e continua a exibir mesmo se o WiFi cair. Quando a conexão volta, sincroniza automaticamente. Sem ecrãs pretos.
Primeiro ecrã grátis · Sem cartão de crédito
Digital Signage
O que tu podes fazer desde o primeiro dia
Tudo que o teu negócio precisa mostrar no ecrã.
Cache offline robusto
Service Worker baixa imagens, vídeos e config. Se internet cair, o ecrã continua.
Sync automático no retorno
Quando o WiFi volta, o player sincroniza sozinho. Tu não fazes nada.
Sem ecrãs pretos
O medo dos clientes verem a TV apagada acaba. Mesmo com queda, a tua sinalização continua a vender.
Ideal para zonas com sinal ruim
Bares no campo, food trucks, feiras, eventos. Funciona onde o WiFi não chega.
Começa com
o plano Starter
Plano Starter (9€/mês): 1 ecrã com cache offline incluído. Sem custo extra pela robustez offline. 14 dias grátis.
Uma coisa é «hoje caiu»,
outra é «aqui nunca houve»
Vale a pena separar os dois antes de comprar seja o que for, porque a resposta não é a mesma e o segundo caso tem um passo que não dá para pular.
A conexão caiu hoje: não faça nada
O ecrã continua com a última lista que baixou e ninguém do outro lado nota diferença. Quando a rede voltar, ela sincroniza sozinha e pega o que tu tiveres mudado nesse meio-tempo. Não precisa reiniciar nada nem parear de novo — reiniciar, aliás, costuma ser o que mais atrasa.
Aqui nunca teve rede: o pareamento é o passo crítico
A primeira conexão entre o aparelho e a tua conta precisa mesmo de internet. Faz esse passo onde tiver rede — em casa, no escritório — e só depois leve o aparelho para o lugar definitivo. É o único momento que não dá para adiar, e é onde as pessoas travam quando fazem na ordem errada.
Atualizar sem linha fixa
Tu compartilhas os dados do telemóvel durante os minutos que leva para publicar e depois desliga. Não precisa de conexão permanente: só uma janela curta na hora de subir o conteúdo novo. Depois disso o ecrã não pede nada a ninguém.
Se a conexão cai às onze da manhã
o ecrã continua a mostrar o que tu deixaste lá — e é aí que se decide se isso ajuda ou atrapalha
A parte técnica costuma estar resolvida: o conteúdo fica guardado no aparelho e continua a rodar. O que quase ninguém pensa é em qual conteúdo é seguro deixar guardado, e essa decisão é de quem escreve, não de quem instala.
A regra é simples e separa tudo em duas pilhas:
- Sobrevive o que não tem hora nem data. O que tu fazes, quanto custa, onde fica, o que é a casa. Isso pode ficar dias no ar sem ficar errado.
- Não sobrevive o que diz «hoje». O prato do dia, a promoção da semana, o «último dia». Se a conexão cair na quinta, isso vai estar a mentir até alguém perceber.
- E o pior dos dois mundos é a contagem regressiva. «Faltam 2 dias» congelado é a única coisa no ecrã que denuncia sozinha que ninguém está a olhar.
Na prática o que funciona é montar a playlist em camadas: uma base que vale sempre, e por cima o que muda. Se a conexão cair, o que resta no ecrã é a base — que continua correta — em vez de uma oferta vencida.
Tem um detalhe que muda a percepção do cliente e custa nada: não colocar a data no ecrã. Parece um capricho, mas uma data errada é o sinal mais visível de abandono que existe numa montra, mais até do que um preço desatualizado. Quem quiser mostrar data que mostre a hora, que se corrige sozinha no aparelho.
Olha agora para o teu ecrã e pergunte: se isto ficar assim três dias, alguma coisa aqui vira mentira? O que responder «sim» é o que não deve estar na camada de baixo.
A hora não vem da corrente
vem da internet
É a avaria mais silenciosa de todas as que traz trabalhar sem ligação, e a única que não se parece nada com uma avaria.
Depois de um corte de energia, muitos leitores baratos arrancam na data de fábrica. Não têm pilha para o relógio: quando voltam, perguntam a hora à internet, e sem internet ficam-se pela que traziam de série. A partir daí toda a programação por horário se desencontra de uma vez — a ementa do pequeno-almoço às oito da noite, o cartaz de domingo a uma terça-feira, uma promoção que acabou há um mês outra vez no ecrã.
E falha ao contrário do que esperarias, e é isso que a faz durar. O ecrã está ligado, a imagem vê-se na perfeição e não há mensagem de erro nenhuma. O conteúdo está correto: apenas é de outro momento. Ninguém telefona a avisar disso, porque de fora não parece que esteja nada partido — parece que foste tu que o puseste assim, e é exatamente essa a conclusão que o cliente tira.
A verificação que o apanha custa um minuto e faz-se antes de montar seja o que for. Desliga o aparelho da ficha, volta a ligá-lo sem rede e olha para as horas que ele julga que são. Se arranca em 1970 ou numa data de fábrica, já sabes que cada corte de energia te vai desarrumar o dia inteiro. Sabendo-o, escolhe-se de outra maneira: um leitor com relógio a pilha custa mais uns euros, e é a diferença entre um sítio sem rede que funciona e um a que é preciso ir lá ver.
Com franqueza: isto não o arranja programa nenhum, o nosso incluído. É uma peça dentro do aparelho, e por isso convém testá-lo com o leitor na mão antes de instalar quinze em sítios a que custa voltar.
Perguntas
frequentes
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