As vagas, as senhas e os horários,
nos ecrãs da tua agência
O candidato passa na frente, vê na montra as vagas do dia e escaneia o QR para se inscrever sem entrar. Quem entra retira senha e vê quanto falta. Lá dentro, a equipa tem os horários de entrevista e as admissões do dia. Em vez de um mural de papel com vagas vencidas, o ecrã mostra o que tem hoje. Tu a atualizas pelo telemóvel.
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Estoquista · Empregado de mesa/Empregada de mesa · Operador de empilhadeira · Lê o QR para se inscrever
O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia
Templates prontos para a agência de bairro e para a empresa com muito processo seletivo.
Montra de vagas com QR para se inscrever
As vagas do dia na montra e lá dentro, cada uma com o cargo, a jornada e a região, e um QR que leva ao formulário de inscrição. Quem passa na rua se candidata sem entrar, e o mural nunca exibe uma vaga já preenchida. Tu atualizas as vagas pelo telemóvel assim que elas entram ou são fechadas.
Fila de candidatos e sala de espera
O candidato tira senha com um QR ao chegar e vê no telemóvel quantos faltam e uma espera aproximada. Em dias de processo em massa — campanha de fim de ano, pico de logística, sazonalidade — a fila flui e ninguém vai embora sem saber quanto falta. A receção para de gerir a fila em voz alta e atende melhor.
Horários de entrevista e admissão
As entrevistas e dinâmicas do dia com horário e sala, e a documentação necessária para a admissão (Cartão de Cidadão, NIF, IBAN e declaração da Segurança Social, dados bancários). O candidato chega com os documentos certos e a admissão sai de primeira. A equipa de seleção tem a agenda do dia à frente sem trocar e-mails.
Colocações, clientes e comunicação interna
As colocações do mês, as vagas fechadas, os novos clientes e os avisos para a equipa. O escritório acompanha como vai a meta de colocações e o candidato percebe uma agência que realmente coloca, não uma caixa de entrada onde deixar o currículo e esperar.
O plano certo para
a tua agência
Agência pequena com 1 ecrã na montra: Starter 9 €/mês. Agência com montra + sala de espera + área de seleção: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Escritório grande com muito processo seletivo: Business 59 €/mês. Rede de agências multissede: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.
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O ecrã na montra:
o que funciona e o que falha
É o único ecrã que veem os candidatos que nunca entraram. E é o que pior se instala.
O brilho antes de tudo
Uma televisão de interior chega a 300 nits. Atrás de uma montra virada a sul, ao meio-dia, o candidato só vê o teu reflexo. Para uma montra precisas de um ecrã desde 700 nits, idealmente 1.000 se a rua está virada a sul ou a oeste. Aqui não se poupa: um ecrã pouco brilhante não custa menos, simplesmente não serve.
Vertical, e à altura dos olhos
O transeunte lê de pé, a metro e meio do vidro, durante quatro a seis segundos. Um ecrã vertical mostra três ofertas legíveis; um horizontal mostra seis, ilegíveis. Uma oferta por ecrã: cargo, cidade, tipo de contrato e um QR para se candidatar pelo telemóvel. O salário, se for bom, duplica as leituras.
A montra trabalha com a agência fechada
O argumento que quase ninguém usa. A tua agência abre 40 horas por semana; a montra vê-se 168. Ao sábado à tarde e à noite, quem passa à frente é justamente quem não pode vir no horário, porque já trabalha. Programa uma playlist "fora de horas": as ofertas do momento, o QR para se candidatar e a hora de abertura do dia seguinte.
O que custa
O software arranca em 9 € por mês. Um ecrã de montra de alto brilho de 43" ronda os 700 a 1.200 €, de compra e uma só vez. Se começas com o ecrã da receção que já tens, ficas em 9 € por mês e um Chromecast de 39 €, sem instalador e sem fidelização.
O que a Digisini
não faz
Para não testares quinze dias antes de descobrir que não fazemos o que procuras.
Não é um ATS
Não gerimos candidaturas, contratos de missão nem salários. A Digisini mostra o que lhe dás: as ofertas do dia, o número de senha, os horários de entrevista. O teu ATS ou o teu programa próprio ficam onde estão.
Não publicamos as tuas ofertas nos portais
O ecrã da montra não alimenta o Net-Empregos, nem o Indeed, nem o LinkedIn. Se as tuas ofertas já estão numa página web, podes mostrar essa página no ecrã e atualiza-se sozinho. Senão, adicionas a oferta à mão: trinta segundos pelo telemóvel.
Sem nomes de candidatos no ecrã
A fila mostra um número e uma mesa, nunca um nome. Não é um limite técnico, é RGPD: o nome de quem procura trabalho, exposto numa montra, é um dado pessoal à vista da rua. O número faz exatamente o mesmo trabalho. Para o resto, fala com o teu encarregado de proteção de dados — não somos assessoria jurídica.
Conta durante uma semana quantas perguntas
chegam ao balcão já respondidas em qualquer lado
Numa agência de emprego a maior parte do tempo de atendimento não é entrevista: é repetir a mesma informação. E ao contrário de quase tudo o resto neste sítio, isso é uma coisa que se pode contar antes de instalar seja o que for.
Os documentos são o que mais tempo consome
Identificação, número de segurança social, dados bancários e, conforme a função, algum certificado: metade das pessoas que entram sem marcação não traz alguma coisa, e isso custa uma conversa que não leva a lado nenhum. A mesma lista escrita onde se lê antes de entrar não traz mais candidatos — faz com que os que já vinham tragam o que é preciso. É o ganho menos vistoso deste setor e o único que se nota todos os dias às sete da tarde.
Uma vaga já preenchida à porta faz mal
Alguém lê a folha colada ao vidro, entra, e descobre que a vaga fechou na semana passada. Essa pessoa não volta, e conta. A falha não é de quem trata do placard: uma folha impressa não custa nada a deixar e custa tempo a tirar, por isso fica. Num ecrã, um anúncio com data de fim desaparece nesse dia sem ninguém ter de se lembrar, e nesta atividade é a única diferença que conta mesmo.
Nem toda a gente lê a língua local com à-vontade
Numa parte das agências há candidatos que percebem a língua o suficiente para trabalhar e não o suficiente para ler um anúncio corrido — e são precisamente os que menos perguntam, porque perguntar expõe. Repetir a informação essencial numa segunda língua não é uma cortesia: é a maneira mais barata de reduzir a fila ao balcão. Num ecrã as duas versões alternam sozinhas, o que em papel implicaria o dobro dos cartazes e metade do espaço.
À noite e ao sábado passa quem já trabalha
Quem tem emprego não entra numa agência a uma terça-feira às onze: passa à frente a caminho de casa ou ao sábado. Uma montra acesa com as vagas do momento e um código para se candidatar chega exatamente a essas pessoas, que são as que interessam e que no horário de expediente não aparecem. Um ecrã que se apaga com a porta trabalha um terço do tempo que podia, e logo no terço em que não é preciso ninguém ao balcão.
Recrutamento para a campanha de Natal
e quarenta candidatos à porta
Numa empresa de trabalho temporário, há manhãs em que toda a gente vem ao mesmo tempo: inscrever-se, entregar documentos, assinar o contrato.
Três motivos, três filas. I para inscrições, D para entrega de documentos, C para assinatura de contrato, cada uma com o seu QR na entrada. Quem só vem deixar o cartão de cidadão e o IBAN não espera atrás de uma entrevista.
O candidato espera onde quiser. No telemóvel vê quantos tem à frente; pode ficar na rua ou ir ao café, e o telemóvel vibra e toca quando o chamam, se tiver a página aberta. Quem ainda não fala bem português vê o número na TV — «D-031 → Mesa 3» — e não precisa de perceber um nome chamado ao balcão.
Entre chamadas, a TV mostra as vagas do dia. Quem espera pela entrevista lê as outras ofertas e às vezes candidata-se a duas. A montagem vem explicada nas senhas por QR.
Com franqueza: a senha não guarda a candidatura. É um número e, se ativares o nome, um nome opcional que só a mesa vê, que nunca sai na TV e que se apaga ao fechar a senha. Para inscrições e documentos continuas a usar o teu software de recrutamento.
Dúvidas comuns
de agências de emprego
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