Ir para o conteúdo
Para coworkings, espaços de trabalho compartilhados e centros de negócios

As salas livres e os eventos,
nos ecrãs do espaço

O membro chega, olha o ecrã do lobby e vê quais salas estão livres, que workshop tem às 18:00 e quem está hoje. Em vez de perguntar na receção ou olhar um mural de cortiça, cada área do espaço tem o teu ecrã com o conteúdo certo. Tu alteras os eventos e as reservas pelo telemóvel.

Primeiro ecrã grátis para sempre · Sem cartão · Offline 48 h

SALA A ● LIVRE

SALA B ocupada · 15 vagas livres · workshop 18h

Alterado pelo telemóvel

Confiança de coworkings, espaços de trabalho e centros de negócios

200+
Ecrãs ativos
50+
Negócios registados
5 min
Do zero ao primeiro ecrã
99,9%
Uptime da plataforma

O que tu mostras no ecrã
desde o primeiro dia

Modelos prontos para coworking de bairro e para espaço corporativo com vários andares.

01

Mapa de salas e mesas disponíveis

Quais salas de reunião estão livres ou ocupadas, quantas mesas de coworking restam hoje, com QR para reservar direto do ecrã. O membro vê se pode entrar para trabalhar sem perguntar na receção. Quando uma sala é ocupada, tu marcas pelo telemóvel e o mapa é atualizado na hora.

02

Agenda de eventos e workshops

Os workshops, palestras, networking e eventos sociais da semana com horário, sala e lotação. O membro sabe que hoje tem «Quinta de investimento» às 18:00 na sala C e só resta uma vaga. A agenda é atualizada automaticamente quando tu adicionas eventos pelo telemóvel.

03

Capacidade, regras e serviços do espaço

A lotação máxima por sala, as regras de uso (silêncio, chamadas, animais de estimação, convidados), os serviços disponíveis (café especial, impressora 3D, cabine telefónica, armários). O novo membro encontra as respostas sem perguntar, e o espaço passa uma imagem mais profissional.

04

Comunidade, membro do mês e Instagram

Os membros atuais com foto e projeto, o membro em destaque do mês, as ofertas de colaboração entre membros e o feed do Instagram do espaço. Tu constróis comunidade, dá visibilidade aos coworkers e transforma o espaço em algo mais que um lugar com mesas e WiFi.

O plano que teu
coworking precisa

Espaço pequeno com 1 ecrã no lobby: Starter 9 €/mês. Coworking com ecrã de lobby + área coworking + refeitório: Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Espaço grande com vários andares e áreas: Business 59 €/mês. Rede de coworkings multiunidades: Network 199 €/mês. Todos com 14 dias de teste sem cartão.

Começar grátis →

Sem cartão · Cancela quando quiseres · Ver todos os planos

Soluções para
cada tipo de negócio

Além de coworkings, o Digisini atende escritórios, hotelaria, retalho e muito mais. Um ecrã digital para cada ambiente.

Onde vai o ecrã
no coworking

Um coworking não vende mesas: vende comunidade e a renovação mensal. O ecrã trabalha o pertencimento e preenche os espaços vazios.

Lobby e entrada

A boas-vindas, os eventos da semana, o clima, quem está na casa e as salas de reunião disponíveis agora. É a primeira coisa que o membro vê ao entrar, e a primeira que vê o visitante avaliando se assina: um espaço vivo se nota daqui.

Área de coworking

As regras da casa — as calls em cabine, as zonas de silêncio —, o wi-fi e a disponibilidade em tempo real de estações e salas. Reduzir os atritos entre quem trabalha concentrado e quem está em call é metade do trabalho de tocar um coworking.

Salas de reunião

A reserva da sala — livre até as 15h, ocupada pela Acme —, para que ninguém entre onde não deve e as salas vazias apareçam e se preencham. Uma sala vazia que ninguém sabe estar livre é receita perdida a cada hora.

Zona de café e comunidade

Os eventos de networking, os novos membros, o mural da comunidade e os teus canais. É onde nasce o senso de pertencimento que faz renovar a mensalidade: o membro que se sente parte de algo não troca de coworking por uma diferença pequena de preço.

Espaço de coworking com uma mesa comprida de madeira, portáteis abertos, um quadro branco com gráficos impressos e prateleiras de plantas ao fundo
A sala grande consta reservada às cinco e às cinco e dez ainda está vazia. Quem passa na frente não sabe disso.

A comunidade faz renovar,
o ecrã preenche os vazios

Um coworking vive da renovação mensal e da ocupação de salas e estações. O ecrã trabalha as duas: cria pertencimento e mostra o que está livre.

O pertencimento é o que faz renovar. O grande problema de um coworking é o churn: o membro que sai no fim do mês. E ele não sai pela mesa — sai porque não se sente parte de nada. Um ecrã que mostra os eventos, os novos membros, o mural e a vida do espaço cria a comunidade que faz renovar a mensalidade. O membro que se sente em casa não troca de coworking por uma diferença pequena de preço.

As salas e as estações vazias são receita perdida. Uma sala de reunião livre que ninguém sabe estar disponível é uma hora que não se fatura. Mostrar em tempo real a disponibilidade de salas e estações preenche os vazios e reduz os atritos — ninguém entra onde não deve, e quem procura uma sala a encontra sem perguntar na receção. É ocupação que hoje se perde por pura falta de visibilidade.

O lobby vende para quem avalia assinar. O visitante que vem conhecer o espaço decide em boa parte pelo que percebe: um espaço vivo, com eventos e energia, ou um espaço silencioso e vazio. Um lobby com o ecrã mostrando a semana, quem está e o que acontece comunica « aqui tem comunidade » antes mesmo de ti contar, e é o que fecha a adesão.

Com toda a franqueza: não gerimos a reserva de salas nem os acessos. Se tu já usas um software de reserva, continua com ele; o ecrã mostra a disponibilidade e os eventos que tu carregas, ou atualiza pelo telemóvel. O Digisini é a camada de ecrã que cria comunidade e preenche os espaços, não o sistema de gestão do coworking.

Metade das pessoas que hoje estão aqui não vai estar em março.
E não é sinal de nada mau — é o que acontece quando parte da casa são estadias de três meses

Em Lisboa, no Porto, no Algarve e na Madeira, uma parte grande dos coworkings vive de gente que vem por um trimestre. Chega, integra-se, torna-se habitual — e vai-se embora. Quem gere isto como uma fuga de clientes desespera; quem o aceita como o modelo percebe outra coisa: a comunidade não se constrói uma vez, refaz-se quatro vezes por ano, e é esse o trabalho.

O que se perde a cada rotação não são os membros: é o que eles sabiam. Onde é o café bom, a que horas a sala grande está livre, quem é que percebe de contabilidade, que à quinta há almoço em conjunto. Isso vive na cabeça de quem já cá está há um ano e transmite-se por conversa, o que significa que chega a quem já se integrou e nunca a quem chegou ontem. Escrito na parede, chega aos dois — e chega sobretudo ao que ainda não tem a quem perguntar.

Para quem entra pela primeira vez, três linhas valem mais do que um evento. Quem está cá esta semana e em que trabalha, o que acontece nos próximos dias, e uma frase que autorize a falar com alguém: « se estás a começar, fala com quem estiver na mesa do fundo ». Parece pequeno e não é: a diferença entre um coworking que se renova e outro que se esvazia está quase sempre em quantos dos que chegam falam com alguém na primeira semana.

E há a parte que só se vê na conta bancária: a saída pode ser uma renovação. Quem vai embora em março volta muitas vezes em setembro, ou manda um colega — se sair sabendo como se volta. Uma linha com as condições de regresso, ou simplesmente com o mail para reservar, dita na última semana de alguém, faz mais pela ocupação do que qualquer campanha para captar gente nova. É o mesmo raciocínio de um hotel que trata bem a saída, e por alguma razão nos coworkings quase nunca se faz.

Sem exageros: um ecrã não constrói comunidade nenhuma. Isso faz-se com quem está ao balcão a apresentar pessoas umas às outras, e não há software que substitua essa pessoa. O que se pode dizer com honestidade é que a informação que essa pessoa repete vinte vezes por semana pode estar escrita, e que isso lhe devolve tempo para fazer a parte que só ela pode fazer.

Dúvidas comuns
de gestores de espaços

O mapa de salas disponíveis e ocupadas, as mesas livres para o dia, os eventos e workshops da semana com horário e sala, a lotação máxima por sala, as regras do espaço, os membros do mês e o feed do Instagram da comunidade. Tudo é alterado pelo telemóvel em segundos.
Sim. Qualquer Smart TV com navegador (Samsung Tizen recente, LG webOS, Android TV) funciona direto. Se o ecrã for antigo, um Fire Stick ou Chromecast (~30 €) o transforma em ecrã digital. Instalação: conecta a TV, abre o Digisini no navegador, insere o PIN de 6 dígitos. 5 minutos por ecrã.
Sim. Cada ecrã tem o seu conteúdo e a sua programação independentes. A do lobby mostra o mapa de salas disponíveis e os eventos do dia. A da área de coworking exibe as mesas livres, as regras de uso e a lotação. A do refeitório ou terraço mostra o menu do dia e a agenda social. Tudo alterável pelo telemóvel.
Não há integração nativa com software de reservas como Nexudus, Cobot ou Odoo ainda. O mapa de salas é atualizado manualmente pelo telemóvel em 5 segundos quando uma reserva muda. Para a maioria dos espaços com menos de 10 salas, a gestão manual é mais rápido que manter uma integração por API. Se tu tens um plano Business ou superior, podemos conversar sobre integração personalizada.
Espaço pequeno com 1 ecrã no lobby: plano Starter 9 €/mês. Coworking com ecrã de lobby + área coworking + refeitório: plano Pro 19 €/mês (3 ecrãs, o mais popular). Espaço grande com vários andares e áreas: plano Business 59 €/mês. Rede de coworkings multiunidades: plano Network 199 €/mês (50 ecrãs, conta por espaço). Ver todos os planos.
Sim. O player guarda até 48 horas de conteúdo em cache. Se o WiFi do espaço cair, os ecrãs continuam a mostrar o mapa de salas, os eventos e as regras sem interrupção. Quando a conexão volta, sincroniza apenas as últimas alterações.
Não. Cancela quando quiseres, sem multa. 14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão. Plano Free permanente: 1 ecrã com marca d'água Digisini e 5% de slots de anúncios de parceiros. Quando quiser remover, muda para Starter por 9 €/mês.
Sim, e é a alavanca contra o churn, o grande problema de um coworking. O membro que sai no fim do mês não sai pela mesa: sai porque não se sente parte de nada. Um ecrã que mostra os eventos, os novos membros, o mural e a vida do espaço cria o pertencimento que faz renovar a mensalidade — o membro que se sente em casa não troca de coworking por uma diferença pequena de preço. É fidelização construída dia a dia, não um desconto.
Sim, e é receita que hoje se perde por falta de visibilidade. Uma sala de reunião livre que ninguém sabe estar disponível é uma hora que não se fatura: mostrar em tempo real a disponibilidade de salas e estações preenche os vazios e reduz os atritos — ninguém entra onde não deve, e quem procura uma sala a encontra sem perguntar na receção. É ocupação recuperada simplesmente tornando visível o que está livre.
Muito, porque o visitante decide em boa parte pelo que percebe: um espaço vivo com eventos e energia, ou um espaço silencioso e vazio. Um lobby com o ecrã mostrando a semana, quem está e o que acontece comunica « aqui tem comunidade » antes mesmo de ti contar, e é o que fecha a adesão. A primeira impressão de um espaço compartilhado vale mais que qualquer argumento de venda.

O teu primeiro ecrã,
ligado ainda hoje.

Primeiro ecrã grátis para sempre. Sem cartão. Sem instaladores. Offline 48 h.

Começar grátis →

14 dias de teste nos planos pagos, sem cartão · Cancela quando quiseres

PRONTO OU PENSANDO?

Leva o botão no teu email

Mandamos o link de 1 clique para criar a tua conta quando quiseres. Sem senha, sem cartão, sem compromisso. O teu primeiro ecrã GRÁTIS para sempre.

Sem spam. Só o link — tu decides quando entrar.

Sem hardware caroPronto em 5 minutosTu geres pelo telemóvelMulti-ecrãSuporte humanoPlano grátis para sempreSem instaladoresCancela quando quiseres